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Cotidiano

Bebê abandonado

O quadro de saúde da menina recém-nascida que foi atirada pela mãe de uma janela no rio Arrudas, em Contagem (MG), se agravou. Ela apresenta hemorragia pulmonar, além de repetidas crises convulsivas. O bebê foi encontrado boiando no rio. A mãe foi presa.
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Comentários dos leitores
Erica Rocha (1) 03/06/2008 09h14
Erica Rocha (1) 03/06/2008 09h14
ITU / SP
Estamos vivendo uma época de total desvalorização na humanização, cada dia que abrirmos jornais lemos e vemos noticias de violência com criança, quando não é assassinato, é estubro, abandono, e na maioria das vezes com crianças, porque será? Talves porque ela sejam inocentes, ou porque não conseguem se defender, tendo assim a maior facilidade agressões morais e verbais, sem direito a defesa.
tTeria direito o agressor toda sua amargura e loucura imbutida na sua cabeça, manifestando um comportamento desviado, que provavelmente vem se desenvolvendo desde a infância, não sei?? Não cabe a mim julgar??? Muito Menos defender???
Porém, somos capazes questionar e modificar o nosso hoje, para preservamos o nosso amanhã, de que forma, observando a nossa volta, e dando um basta pra impunidade, lutar para as crianças sejam melhores assistidas, sejam elas de que classe for, a afinal a violência esta todas classes sociais, Temos que nos tornar responsáveis de diagnosticar esse comportamento, sejamos mais eficazes em nossas percepções, ao tratar com qualquer ser humano que apresente o menor sinal de desvio de comportamento, e que o Nosso Deus nos auxilie sempre, a ajuda-lo a ponto de impedi-lo....
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Mila Oliveira (33) 08/04/2008 13h25
Mila Oliveira (33) 08/04/2008 13h25
Não adianta prender ou incriminar os pais que não podem criar seus filhos, a única solução é dar a oportunidade a essas pessoas de encaminhar a criança rejeitada para a adoção de maneira legal. Nos EUA é feito assim, a mulher ainda grávida já procura uma nova família para o filho que não pode criar. Ninguém deve ser obrigado a criar um filho que não quer, desse modo evitaríamos tantos maus tratos. 7 opiniões
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Vanessa Muniz (1) 06/04/2008 00h25
Vanessa Muniz (1) 06/04/2008 00h25
RIO DE JANEIRO / RJ
por isso acontecem inúúúmeros casos como este!
IMPUNIDADE!!!!!!!!!!!!!!!!!
abandona um bebê de 45 dias..
e vai pagar multa ou trabalho comunitárioa

FAÇA FAVOR NÉ??????????!!!!!!!!!!!
BRASIL = VERGONHA MUNDIAL!!!!!!!!!!!!!!
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Eduardo de Souza Ruiz (2) 05/04/2008 23h53
Eduardo de Souza Ruiz (2) 05/04/2008 23h53
SAO PAULO / SP
Bem, eu vejo que ao invês de reclamar que o 5º filho esta sendo abandonado, se deveria em pensar num controle de natalidade para que não tenhâmos muito mais miseráveis em nossas ruas num futuro muito próximo.
Deveriámos na verdade é ter vergonha em nossas caras e trazer junto a toda população, digo aqueles que produzem por São Paulo, fazer uma triagem de todos moradores de rua e deixar em nossa cidade aqueles que realmente querem ter uma nova oportunidade e ser alguém em sua vida, e aqueles que querem ficar com o burro na sombra, irão retornar a sua cidade de origem, INDEPENDENTE de seu local de nascimento, para que assim fique claro que vamos ajudar quem quer ser ajudar !!
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Maria do Rosario Freitas (100) 05/04/2008 19h48
Maria do Rosario Freitas (100) 05/04/2008 19h48
Que geração medonha é essa que mata e abandona os própios filhos? Acredito que a forma irresponsável que modela as familias de hoje que ao primeiro conflito, às primeiras dificuldades, já estão se diluindo. A falta de afeto que molda as relações conjugais de hoje, faz com que estas crianças que vem ao mundo sejam apenas fruto de descuido e não de uma relação amorosa, vemos a todo momento algum tipo de violencia cruel com crianças, as pessoas não veem nos filhos mais segmento de seus laços familiares. Penso que a preocupação da igreja hoje não deveria ser com aborto, pois não há maior crueldade hoje para um ser humano do que nascer num lar onde não foi desejado, a igreja deveria hoje se preocupar com resgate das formações do ser humano para que possam estruturar como familia, resgatar os sentimentos no ser humano. 34 opiniões
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Mauro Hanashiro (76) 23/02/2008 17h02
Mauro Hanashiro (76) 23/02/2008 17h02
SAO PAULO / SP
Deixar o filho recém-nascido no carro enquanto faz compra é, no mínimo, irresponsabilidade. Quantos casos de crianças mortas asfixiadas por esquecimento dentro de veículos foram notíciadas?
Será que esses pais não vêem noticiários? E nesse caso não foi esquecimento, foi proposital. QUE A JUSTIÇA, DESSA VEZ, PUNA OS RESPONSÁVEIS DE FORMA COERENTE!!!
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Daniela Leite (28) 07/11/2007 10h08
Daniela Leite (28) 07/11/2007 10h08
PINDAMONHANGABA / SP
Giovana, você está confundindo os casos: Esse trata-se de um do começo do ano, não desse onde morreu a criança semanas atrás.
Mas de toda forma, com a morte ou não da criança, é um crime que merece medidas drásticas. Além da prisão essas mulheres deveriam ser operadas para que nunca mais possam ter filhos, ou melhor, não possam fazer mais vítimas!
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Giovanna F. Augusto (1) 01/11/2007 08h59
Giovanna F. Augusto (1) 01/11/2007 08h59
ITU / SP
Que sinismo, assume que tentou várias vezes o aborto e que tomou chás para a criança nascer prematura e agora diz que não queria matar?
Essa mulher é completamente fria, chorou no depoimento por medo de ficar presa, não porque sente tristeza ou arrependimento pelo que fez. Se nem por uma filha ela tem sentimentos nobres, pode-se imaginar o perigo que ela oferece a sociedade.
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Daniela Leite (28) 31/10/2007 21h32
Daniela Leite (28) 31/10/2007 21h32
PINDAMONHANGABA / SP
Matheus Nascimento, que palavras da alma você disse, e são realmente essas as que explicam o sentimento de muitas pessoas de bem, que viveram junto a essa criança a dor desses dias de vida... Será que estava realmente escrito no destino que ela deveria vir ao mundo pra nos mostrar, em mais um triste caso, o que o ser humano é capaz de fazer por suas mãos... Será que essa vidinha não nos leva a pensar nas mudanças que a lei precisa ter para punir mais rigorosamente casos como esses, contra inocentes indefesos.... 16 opiniões
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Edmund Timm (1) 21/10/2007 09h44
Edmund Timm (1) 21/10/2007 09h44
JOINVILLE / SC
Para viajar para fora da comarca em que resido são necessários documentos ORIGINAIS ou AUTENTICADOS que comprovem o grau de parentesco da pessoa que leva a criança ou autorização judicial. E tem gente que acha isso uma besteira. Será que alguém ainda terá que sentir na pele como é o desaparecimento de um ente querido pra dar valor a esse tipo de Lei? 8 opiniões
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Sandra Gomes (3) 13/10/2007 18h15
Sandra Gomes (3) 13/10/2007 18h15
SAO PAULO / SP
Essa mãe realmente precisa de uma cadeia para se recuperar? Essa mãe realmente precisa ser isolada da sociedade? Essa mãe é um risco para a sociedade? 21 opiniões
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Matheus Nascimento (1) 11/10/2007 00h06
Matheus Nascimento (1) 11/10/2007 00h06
Um rio, uma mãe desconhecida, uma mão assassina intencionalmente apegada com a morte. Você nasceu, antes não tinha sido nem desejada, por duas vezes tentada a não vir ao mundo, mas mesmo assim você veio. Desafiou o destino, se rebelou contra sua própria carne e nasceu. Nasceu e um rio poluído foi teu berço, que te roubou sua infância, seu oxigênio, deixando te sem respirar as alegrias da infância, o carinho de uma mãe e a beleza de uma família. O rio te levou em direção a morte igual uma vez mais a realidade da natureza humana, lá embaixo, como um redemoinho sem fim e sem esperança. Eu te vi e desejei de todo meu coração, como si pudesse te ressuscitar, que te pudesse reconstruir e te trazer ao meu lado para dar te o valor que você tem, a de uma menina que merece viver e ser feliz pelo simples fato de ser um ser humano. Mas a morte foi intencional, te imputaram, te obrigaram a ir se e deixar esse mundo sem sentido uma vez mais. Se eu pudesse de adotar, adotaria minha felicidade e você nunca morreria assim, me reviveria e daria o amor que você merece. 30 opiniões
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eva mendes (1) 10/10/2007 20h17
eva mendes (1) 10/10/2007 20h17
JOAO PESSOA / PB
é um verdadeiro monstro uma passoa que se desfaz do seu proprio sangue. está faltando nesse pais base solida para os jovens que nascem em berço pobre; se os pais dessa pessoa tivessem dado para ela uma boa educação. boa moradia, boas condições de saúde, com certeza ela teria condições tambem de passar isso para sua filha, e ate ama-la mais do que a si propria.´´E útopico falar assim. De quem é a culpa? dela? dos pais dela? dos avós dela? ou do sistema? de qualquer forma ela é um monstro, sem justificativas. Eu amo meus filhos mais do que qualquer coisa neste mundo, e é um amor que não se explica nem se mede, apenas sei que não cabe no meu peito. Porque as pessoas não amam assim? 4 opiniões
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revahir valter (1) 10/10/2007 11h09
revahir valter (1) 10/10/2007 11h09
obrigado 1 opinião
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Juliana Rodrigues de Melo (2) 07/10/2007 11h07
Juliana Rodrigues de Melo (2) 07/10/2007 11h07
GOIANIA / GO
Espero que possamos sempre denunciar atos como esse e nunca ficarmos indiferentes diante de tanta frieza e crueldade. Nojenta e desprezivel a atitude desta mulher, assim como a de quem assassinou o bebê encontrado em Itapetininga, com marcas de facadas no corpo. PENSEM BEM: as duas coisas são completamente iguais: matar a facada um recem nascido, e abortar... é a mesma coisa, e ainda tem pessoas que defendem este ato de selvageria pura. QUE DIREITO TEMOS DE ABRIR MÃO DE UMA VIDA QUE NEM É NOSSA??? Pessoal, vamos lutar para mudar essa violencia contra seres tão indefesos! Existem pessoas que se amparam na justificativa sem fundamentos de que um feto não possui cerebro e por isso não tem problema algum abortar, pois ele não tem consciência do que lhe acontece. Mas vamos REFLETIR: se a gente permirtir, mais tarde este feto vai ter um cérebro, então não parece injusto matar ele, só porque ainda não deu tempo de desenvolver uma consciência??? Mais tarde, se ninguém o matar antes, vai ser uma linda criança, e ninguém pode generalizar, afirmando que, sem exceção, essa criança vai se tornar um marginal. Se fosse assim, o Lula seria um marginal, pois ele foi pobre. E ele ainda por cima defende o aborto, olhem que contradição!! Que ironia!!! Vamos torcer para as coisas mudarem e agir também, educando bem nosssas crianças, para que elas não se tornem pessoas frias e sem espírito. Se você ver uma criança xingar não diga: "que bonitinho" e nunca tenha medo de educar com muita autoridade! 8 opiniões
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marcia moretti (1) 07/10/2007 10h58
marcia moretti (1) 07/10/2007 10h58
SAO JOSE DO RIO PRETO / SP
tudo isso que esta acontesendo com crianças e sinplismente terrivel mas e consequencia da falta de humanidade de certas pessoas teria que da um jeito nisso quem sabe aquela roda dos reijeitados que ja passou em novelas quem sabe a pessoa ao invez de jogar na rua etc coloque na roda quem sabe,e que agente fica tao dezesperado que quer arrumar qualquer soluçao pra que isso nao aconteça mais GENTE E UM ABSURDO ISSO(E SIMPLISMENTE UM INOCENTE) 6 opiniões
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paulo santos (1) 07/10/2007 03h34
paulo santos (1) 07/10/2007 03h34
BELO HORIZONTE / MG
Pear um bebê totalmente dependente, inocente, colocá-lo em uma sacola e jogar pela janela em um esgoto chamado de rio, ter a coragem para tal monstruosidade é a total negação da vida. Não a chamem de mãe, esta pessoa que teve a covardia em desprezar uma vida, como se fosse um monte de lixo, não merece paz. Que esta senhora viva muito e seja sempre lembrada por tal ato. Isto tem de ter um basta. Pessoas que cometam crimes contra crianças, principalmente bebês, 30 anos na cadeia é pouco; prisão perpétua é o ideal. Nada mais trará de volta a vida deste bebê, que foi alvo da fúria de um ser ignorante, para o qual o sentimento de menosprezo e indiferença é o mínimo que devemos lhe dar. Desta assassina deveria ser retirado todos os seus direitos, a começar pelo seu nome e identificá-la apenas como Monstro. Na fria madrugada ter a coragem de jogar pela janela um bebê em um rio imundo, somente chamando-a de Monstro. 15 opiniões
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Ir. Suely Gomes Nunes (1) 06/10/2007 23h31
Ir. Suely Gomes Nunes (1) 06/10/2007 23h31
São tristes as notícias que assistimos nesses dias sobre o ocorrido com Michele em MG e outro bebê em Taboão da Serra. Mas nesses mesmos dias, quantos bebês também não tiveram o mesmo destino que Miclhele? Infelizmente muitas pessoas tiram a vida de inocentes, esfarelando-os no seio materno, sem nenhuma piedade. Oxalá não existissem Patroas duras com suas empregadas quando se trata de aceitar crianças junto às mães no trabalho; todos os homens, pais, responsáveis na paternidade; alguns médicos menos gananciosos por dinheiro e mais humanos, capazes de recusar propostas de aborto; mulheres e homens que usassem mais o coração e razão e menos o instinto egoista; políticos mais preocupados com o bem estar do povo e menos corruptos... Oxalá, nos sentíssemos todos responsáveis uns pelos outros, capazes de respeitar o direito do outro em ser e existir.
Que sejamos verdadeiros defensores da vida em todas as suas dimensões deste a concepção. Que Deus nos livre do farisaísmo e da hipocrisia, onde só agimos quando se trata de condenar.
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Miriam Oliveira (1) 06/10/2007 21h59
Miriam Oliveira (1) 06/10/2007 21h59
DIADEMA / SP
Nem todas as mulheres que engravidam tem o sentimento da maternidade. Gravidez às vezes é apenas o resultado do contato sexual. Alguns casais nem pensam em prevenção e outras mesmo com anteconcepcional estão engravidando. E dependendo do psicológico da grávida e da possibilidade de ter uma depressão pós parto por não saber o que fazer, leva a estas loucuras. Muitas mulheres não matam os seus filhos como aconteceu neste caso, mas tratam estes como bode expiatório de todas as suas mazelas. Eles são a causa da sua infelicidade, o motivo de engordarem, a prisão que não as deixa maisi viver como viviam, etc... e pior ainda quando estas estão envolvidas com drogas e álcool. Algo sem noção!!! Este é o grande flagelo da humanidade não se pensar mais em constituição de família, de lar ... 11 opiniões
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Maria Olinda Vaz Amancio (1) 06/10/2007 20h24
Maria Olinda Vaz Amancio (1) 06/10/2007 20h24
UBERABA / MG
Lamentável, degradante, chocante, absurdo!
Sobram adjetivos para caracterizar o choque de todos mediante tal tragédia.
Todavia, será que não vale a pena começar a debater seriamente a necessidade de uma legislação que descriminalize o aborto, permitindo a prática àquelas mulheres que se vêem diante de uma gravidez indesejada?
Uma discussão desprovida de paixão religiosa, isto levando em conta que vivemos em um estado laico, que deve ter suas leis dissociadas do ponto de vista religioso, qualquer que seja ele?
A sociedade brasileira deve enfrentar seriamente este problema, sob pena de continuar, cada vez mais, se deparando com tragédias como esta.
Estamos todos chocados, particularmente, como mãe, meu coração fica dilacerado. Todavia, não é possível deixar de se perguntar: o que leva uma mulher a tomar tal atitude? Será somente mesquinharia, desapego à vida? Ninguém se pergunta, nesta hora, quais os motivos que levaram esta mulher a cometer tal desatino?
Está na hora da sociedade deixar de agir com hipocrisia e cinismo: todos nós nos sentimos aviltados com tamanha tragédia; em contrapartida, viramos as costas todos os dias para as milhares de crianças à espera de adoção, às crianças que passam fome e precisam esmolar, junto com suas famílias, para garantir seu sustento, e aí vai.
Após tamanha tragédia, é fácil, para todos nós, diante de nossas televisões, no conforto de nossas casas, condenar quem comete tal desatino.
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