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Cotidiano

Licença-maternidade

A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, o projeto que aumenta de quatro para seis meses o período da licença-maternidade. A iniciativa é facultativa, mas a empresa que aderir à proposta terá incentivos fiscais.


Comentários dos leitores
Dorca Cena de Souza (1) 04/02/2009 20h36
Dorca Cena de Souza (1) 04/02/2009 20h36
Estou gravida de 5 (cinco) meses gostaria de saber se tenho direito a seis meses de licença obrigatório sem opinião
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José Teixeira Filho (13) 31/10/2007 16h28
José Teixeira Filho (13) 31/10/2007 16h28
No meu entendimento esta lei deveria ser aperfeiçoada. Ficaria assim: tão logo a mulher dê a luz ao primeiro filho ela fica automaticamente aposentada. E o marido deveria passar a sua licença-paternidade para 5 anos.
O Lula já deu bolsa Família. Está em vias de dar o Bolsa Mendigo, para os moradores de rua. E já está em estudo o Bolsa Bandido, para os marginais. As esposas e os maridos também têm direito. É ou não é?
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Rosineide Monteiro de Lima (1) 19/10/2007 18h27
Rosineide Monteiro de Lima (1) 19/10/2007 18h27
SAO PAULO / SP
Na minha opinião n São Paulo,19/10/2007
Não era necessário haver esta lei, pois porque as funcionárias públicas já fazem uso deste direito há muito tempo sem precisar de lei alguma, e nós que somos mulheres iguais à elas precisamos que haja uma lei para valer um direito que é privilegiado apenas para os FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS! Gostaria de saber qual é a diferença, pois esta lei deveria unificar a igualdade de direitos para todas AS MULHERES há muito tempo! Obrigada pela atenção. Rose
35 opiniões
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marcilon brigido (122) 19/10/2007 16h51
marcilon brigido (122) 19/10/2007 16h51
Não vi nenhum comentário da colunista. O que ela fez foi um micro resumo do projeto da senadora. Ela ainda ganha pra isso? 8 opiniões
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maria silva (14) 19/10/2007 08h36
maria silva (14) 19/10/2007 08h36
É realmente uma noticia excelente, mas se agora as mulheres já sofrem preconceitos por terem o privilegio de ficarem grávidas, nao posso imaginar depois. Será que a mentalidade das empresas vai mudar?
Apesar da decisao de ter filhos (normalmente) ser de dois, somente as mulheres sofrem esse preconceito.
Em relaçao a mudar a licença maternidade como opcional para os dois (pai ou mae) também é muito bonito, mas em 80% dos casos a licença maternidade seria uma opçao da mae e nao do pai.
Digo isso porque vivo em um pais onde a licença maternidade é opcional para os dois e o único caso que conheço onde o pai optou pela licença era porque ele é funcionario público e sua mulher dentista (dia que nao abre o consultorio, dia que nao cobra, sem contar os clientes que perderia e etc...), caso contrario essa opçao nem é cogitada nas ideias dos pais.....
E isso nao é pessimismo é realismo...
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marcilon brigido (122) 18/10/2007 19h45
marcilon brigido (122) 18/10/2007 19h45
Sobre esse tema enviei cometário há horas e até agora quase 20h ainda não foi publicado.
Em oportunidade anterior, critiquei a grande demora de Folha publicar os comentários, que fundamentalmente perde finalidade e não atinge o objetivo desejado.
Lá vai de novo!
No papel tudo é muito bonito. Quando passa à realidade, à prática ai o bicho pega.
No Brasil já existe uma resistenca natural dos empresarios em contratar mulheres, exatamente pela enorme prejuízo quando ela engravida. A empresa não fica só 120 dias com ausencia do empregado, na maioria dos casos, a grávida passa quase os nove meses faltando ao trabalho para ir ao médico para fazer pré-natal e por outros problemas da gravidez. Fato que geralmente obriga o empregador contratar substituto temporário para não perder produção, aumentano mais ainda custo com folha que só de imposto é mais de 50% INSS, FGTS, PIS, COFINS, FÉRIAS, 13, SEBRAE, SESC, SENAC...
Com a nova lei dos 180 dias soma-se negativamente a tudo isso o aumento de filhos, o aumento acelerado da população - indo na contra-mão da visão mundial de brecar a natalidade – a pobreza, a falta de moradias, as filas cada vez maiores do SUS, os beneficios de Bolsas-Familia, incentiva a gravidez não planejada com unico intuito da volta da indústria da pensão alimentícia.
Reespeita-se à mulher lhe dando oportunidade de conseguir e maantê-la no emprego, e criar ou melhor recriar projeto dinâmico do primeiro ou segundo para seus filhos
28 opiniões
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Fabio Storino (1) 18/10/2007 17h09
Fabio Storino (1) 18/10/2007 17h09
SAO PAULO / SP
Se por um lado isso é positivo pelos motivos mais óbvios, por outro, isso distancia ainda mais homens e mulheres tanto no mercado de trabalho quanto na família.
No trabalho, vai ficar ainda mais desfavorável contratar uma "mulher casada, sem filhos, e em idade fértil", pois poderá em breve se afastar por 6 meses do trabalho. Se os homens tivessem direito a esses mesmos 6 meses, como o é, por exemplo, na Suécia, então essa "desvantagem" das mulheres desaparece, e ambos os sexos podem ser considerados igualmente na disputa por uma vaga.
Na família, isso quer dizer que, pelos 6 meses mais fundamentais para a formação da criança, que são os primeiros 6 meses, vai se distanciar ainda mais o tempo de contato dela com o pai em relação ao tempo com a mãe.
Se o Congresso fosse realmente "pró-família", não há por que esse benefício não se estender igualmente aos homens.
Assim como os homens também têm a obrigação de compartilhar junto à mulher a responsabilidade por levar a criança ao médico, participar das reuniões da escola etc.
Essa lei, do jeito que foi aprovada, nos deixa ainda mais longe da igualdade entre os sexos.
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