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Cotidiano

Morte na Febem

Um adolescente foi morto por colegas na Unidade Intensiva 21 da Fundação Casa (ex-Febem), em Franco da Rocha, na Grande São Paulo.


Comentários dos leitores
Adriano Ferreira (16) 15/02/2008 13h20
Adriano Ferreira (16) 15/02/2008 13h20
Não tenho dificuldade de expor minhas idéais, não tenho nenhuma religião para me propor regras penso, e atuo da maneira que acredito ser correto.
E penso que quem cometeu um crime deve pagar por ele não importa a idade.
A pena deve ser rigída e longa e se for o caso até mesmo pena de morte.
Mas não acho que um marginal possa julgar outro marginal a pena de morte.
sem opinião
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ari koch (2) 15/02/2008 13h09
ari koch (2) 15/02/2008 13h09
JOINVILLE / SC
É lastimavel que isso aconteça, pois estas casas deveriam ser para integrar esses jovens a sociededa e não uma escola para torna-los mais bandidos do que ja são, isto só prova a incopetencia dos nosso politicos, que inves de contratar gente especializada para lidar com o caso ou prepara-los para isso simplesmente nem tomam conhecimento dos casos, mas isso é BRASIL minha gente e o mais importante é gastar com coisas que aparenção para poder mostrar em campanhas milionarias. sem opinião
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SAO PAULO / SP
UM MARGINAL A MENOS NA SOCIEDADE
QUE NÃO ME PAREÇA OS DIREITOS HUMANOS DE MARGINAIS, NEM, TAPOUCO O PADRE INDICIADO LANCELOTTI
14 opiniões
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tupy amorim (18) 15/02/2008 12h13
tupy amorim (18) 15/02/2008 12h13
O mal por mesmo se destroi PT final sem opinião
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José Ribeiro da Rocha (1) 15/02/2008 11h54
José Ribeiro da Rocha (1) 15/02/2008 11h54
SAO PAULO / SP
1 - O problme da Fundação Casa, cujo nos 19 anos vividos lá dentro como interno órfão de pai e mão esbarra, sem sombra de dúvida na falta de preparo dos funcionários. Um fato como este passou longe dos olhos de todos porque toda vida foi assim. Trabalhar com crianças e adolescentes independentemente de estarem ou não em conflito com a Lei, necessita de preparos acadêmicos e não simples concurso público ao qual dará ao indivíduo estabilidade de emprego.
2 - Não podemos mais encarar o menor em conflito com a Lei (de alto grau de periculosidade à sociedade) como adolescente carente. No meu entendimento, ele tem sim de responder pelos seus crimes como um adulto. É preciso separar a carência do assassino, do bandido. Quando estive internado em Suzano, por muitas vezes furtei frutas nas chácaras próximas por que passávamos fome por mais de dois dias. Foi um dos castigos prediletos dos educadores. Contudo, nunca matei... Apanhei feito animal de carga; briguei com meus colegas; sofri abuso sexual e nem por isso me tornei criminoso.
3 - Falta um conjunto de ações efetivas como "linkar" secretarias da cultura, do esporte, do trabalho, da educação e outras mais com o único objetivo de dar esperança ao jovem de melhorar de vida; não mais ver sua família em apuros por falta de recursos. O Tratamento (Assistência Social) tem de ser para a família toda.
Rocha
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