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Cotidiano

Ryan Gracie

O lutador de jiu-jitsu Ryan Gracie, 33, foi encontrado morto em uma das celas da carceragem do 91 º Distrito Policial (Ceagesp), em São Paulo. Ele havia sido preso e indiciado por roubo e tentativa de roubo.


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Comentários dos leitores
Sergio de Campos Bicudo (1) 18/12/2007 03h01
Sergio de Campos Bicudo (1) 18/12/2007 03h01
SAO PAULO / SP
A familia paga um médico particular para acompanhar o paciente , inclusive no exame de corpo delito , consegue com a sua influência que esse mesmo médico acompanhe o paciente por muitas horas e qdo a "estratégia" revela-se um fiasco quer processar até o faxiniro da delegacia? Porque não assumem que eles usaram seu poder economico para que o preso ficasse em cela exclusiva, e que naquele momento a preocupação deles era livrar a cara do rapaz e não com a sua saúde? É fácil apontar culpados, dificil é assumir os proprios erros. O quanto será que esse tipo de atitude , de usar a força da influência ou mesmo a força fisica em detrimento do que é certo, terá contribuído para esse trágico desfecho de vida?
Há ainda muitos Gracies a serem educados, que esse episódio sirva como dolorosa lição do que NÃO deve ser feito.
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Karina Merlo (7) 18/12/2007 02h24
Karina Merlo (7) 18/12/2007 02h24
PORTO ALEGRE / RS
O Dr. Sabino Ferreira de Farias Neto não quis dar entrevista deixar sua versão aqui no Folha OnLine, mas em um telejornal de rede nacional nesta madrugada deu sua declaração dizendo que não é um assassino. Esse Dr. com mais de 30 anos de carreira é proprietário de umas das melhores clinicas psiquiatricas do país, onde pessoas pagam na base de R$30.000,00 (trinta mil reais) para hospedaren-se e receberem tratamento medico psiquiatrico. Me admiro muito que tenha cobrado da familia Gracie o valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para prestar atendimento no 91° DP em São Paulo, ainda confessou ter solicitado dinheiro para pagamento de proprina a policiais e carcereiros. Minha gente que absurdo tais acontecimentos. Porque Ryan não foi hospitalizado uma vez comprovado estado alterado por substancias ilicitas quimicas (drogas)? Como operadora do Direito estou inconformada com os fatos ocorridos! Ainda neste mesmo telejornal outro profissional da area médica afirmou que a morte de Ryan se deu em razão de impericia, imprudencia médica, ou seja: No ordenamento juridico são estes os requisitos para a culpa. Perdoem-me a prepotencia, mas me atrevo a concluir ser este tão renomado médico que lhe prestou atendimento, ministrando-lhe medicamentos fora de ambiente adequado o verdadeiro culpado pela morte de Ryan Gracie. 2 opiniões
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SANTOS / SP
No meu entendimento, o atleta Ryan Gracie, de 33anos, morto em uma delegacia de policia, deveria ser socorrido e encaminhado a clinica psiquiátrica, pois tudo indica que o mesmo estava em surto psicótico.
Não existe: políticas públicas, soluções objetivas, serviços de emergência e pessoal especializado, para acolher adequadamente pessoas em surto psicótico.
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valter garcia (2) 17/12/2007 23h25
valter garcia (2) 17/12/2007 23h25
EMBU / SP
Sra Maria do Rosario Freitas, todas as categorias profissionais teem um tabela mínima, acima disso o profissional cobra o quanto quiser, se o cliente não pode pagar procura um profissional que cobre menos.
Quanto as irregularidades, se a senhora sabe quantas e quais são diga e o problema estará resolvido, poupando o esforço das autoridades em investigar.
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valter garcia (2) 17/12/2007 21h54
valter garcia (2) 17/12/2007 21h54
EMBU / SP
O brasil nao tem uma lei de paternidade responsável, as pessoas colocam filhos no mundo e não os educam, jogando a responsabilidade para a escola e quando viram bandidos acham que a policia resolve o problema.
Não misturem as coisas, polícia é para combater o crime, investigar, prender, e encaminhar para o judiciario. Quando um indivíduo chega às mãos da policia é porque os pais falharam na educaçao.
O delegado de polícia e seus agentes não são medicos, pisiquiatras, assistentes sociais ou educadores, são pessoas treinadas para investigar e prender. Se em 33 anos os pais não conseguiram domar essa fera então o lugar dele é na jaula e esta sim e a funçao da polícia enjaular e colocar o cadeado.
Este "cidadão" não respeitava nada e ninguem, batia até em policiais, desacatava autoridades, imagine o que faria a um cidadão comum.Ainda bem que acabou assim, poderia ter sido morto por um policial e certamente o estado, o judiciario e a corregedoria crucificariam este policial esquecendo que este "cidadão" não precisava de arma pois ele era uma arma.
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Marcelo Azevedo (71) 17/12/2007 19h56
Marcelo Azevedo (71) 17/12/2007 19h56
Talvez se a família Gracie aproveitasse esse episódio para auxiliar o poder público no combate às drogas, utilizando-se sim de seu prestígio no esporte para educar os jovens em geral...
Até porque processar o poder público para aplacar uma perda na qual, mesmo involuntáriamente, a família e os (pseudo-)amigos têm sua parcela de culpa depõe contra os Gracies.
Por favor, Família Gracie, deixem o processo de lado. Utilizem-se de seu prestígio apenas para educar seus fãs e admiradores sobre os efeitos desta perda na família, e todos lhe serão simpáticos.
399 opiniões
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Ricardo Laurito (1) 17/12/2007 19h44
Ricardo Laurito (1) 17/12/2007 19h44
SAO PAULO / SP
"LAMENTÁVEL" 30 opiniões
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domingues ari (4) 17/12/2007 17h00
domingues ari (4) 17/12/2007 17h00
TATUI / SP
O Ivone!!!! Profissional com C. Ai se mata o português querida!!!! Me perdoe... 42 opiniões
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Luiz Castanha (1) 17/12/2007 16h59
Luiz Castanha (1) 17/12/2007 16h59
SAO PAULO / SP
Se Vc não conversar e entender seus filhos , os traficantes entenderão..... 23 opiniões
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domingues ari (4) 17/12/2007 16h53
domingues ari (4) 17/12/2007 16h53
TATUI / SP
Interessante o rapaz eh preso, em flagrante e a família manda apenas um médico para atende-lo na delegacia!!! Me desculpem os familiares, mas nesses casos também eh indispensável a assistência de um Advogado, eh esse o profissional que irá intermediar uma transferência à um hospital eh ele que tem condições tecnicas para atuar no inquérito... e por ai afora, então pergunto onde estava esse profissional? 29 opiniões
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Mario Skornicki (1) 17/12/2007 14h37
Mario Skornicki (1) 17/12/2007 14h37
RIO DE JANEIRO / RJ
Todos estão esquecendo de uma coisa, que ele era professor de jiu-jitsu......Imaginem o tipo de lição que ele devia ensinar na academia.....Ou então, que tipo de aulo ele tinha. Lamento pela família que perdeu um ente querido, mas o Ryan nunca foi uma pessoa equilibrada. O pai está no papel dele e deve defender o filho até o último segundo, processar o Estado e o médico é um direito constitucional assegurado a todos, o resto fica nas mãos do juiz que julgar a ação. 39 opiniões
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Luiz Bianco (1) 17/12/2007 14h23
Luiz Bianco (1) 17/12/2007 14h23
SAO PAULO / SP
Ryan, descanse em paz Guerreiro.
Tem uma pá de espertalhões e fanfarrões que ficam aqui postando comentários ridículos, e é só o que sabem fazer... O Ryan era sim um guerreiro, tinha sim os problemas dele, mas problemas que todos nós convivemos com eles no dia a dia, seja com um amigo, um vizinho , um parente enfim, independente de qualquer coisa era um cara que pra quem o conhecia sabe, sempre tratava todos como um irmão, vale de lição o caminho das drogas é esse, e é terrível. Com tudo para estes fanfarrões que estão se aproveitando do momento só tenho uma pergunta. Porque enquanto o cara estava vivo ninguém passou lá na academia dele pra falar isso olhando na cara dele ?
E pra essa pergunta eu também tenho a resposta, porque não são dignos de falar nem dele nem de ninguém... Mais respeito. E não julguem para não serem julgados.
199 opiniões
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Yvonne Ferreira (435) 17/12/2007 14h21
Yvonne Ferreira (435) 17/12/2007 14h21
Dividimos este tempo com todos os níveis espirituais.
Justificar a forma que este rapaz morreu, como sendo justa por sua conduta e estilo de vida é no minimo colocacação de almas pouco evoluidas.
O fato é, o homem drogado com sindrome de pânico precisou e monitoramento dos seus orgãos vitais.
Um proficional da area de segurança pública por sua vida, banalisou mais uma vida.
Quando um neguinho "mete bala" na senhorinha que pede para pegar uma bolsa no porta malas durante um assalto,nos deparamos com a banalisação da vida/morte.
Para elevarmos o nivel espiritual dessa "Patria Amada Brasil" é preciso entender a imensidão da perda de uma vida.
Este repaz poderia ser um dia um homem que se lembraria de uma juventude... pesada, poderia ser tambem pai um homem descobridor da cura para uma doença que assola a humanidade.
O que fizemos? Contribuimos com nossa banalisação, para uma cadeia evolutiva de mais banalisação.
Interrompemos o processo evolutivo e o que é pior, não temos nenhuma conciência da importancia de nossa existência.
Precisamos elevar o nivel da Republica Federativa do Brasil
Mais uma vez perdemos uma vida, somos fracassados como sociedade e nação.
Meus pêsames a familia.
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André Sena (1) 17/12/2007 14h07
André Sena (1) 17/12/2007 14h07
ITAUNA / MG
Fácil atirar a primeira pedra, mas é prudente saber se toda história se resume a isso.
Só faço uma pergunta aos mais exaltados: O que você faz para acabar com a violência?
Nesta linha de raciocínio deixo uma outra questão até que ponto ficamos felizes com a morte de um ser humano? Não seria melhor se ele se readaptasse a vida em sociedade.
Não tenho opinião formada sobre o assunto mas já vi grandes lutadores defendendo a paz e outros esportistas cometendo a violência.
Afinal de contas existe um só culpado pela violência, corrupção e pobreza do Brasil
Ou a culpa é de todos nós como eu e vocês que apesar de estarmos indignarmos com tanta confusão não conseguimos se quer votar, amar e perdoar.
25 opiniões
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Sal Vincent (3) 17/12/2007 13h20
Sal Vincent (3) 17/12/2007 13h20
SAO PAULO / SP
Ótimo...
Um Gracie a menos...
Que vá com ele a estupidez Jiujitêra que acabou com a tranquilidade do belo Rio de Janeiro.
Sinto pelo velho e bom Helio Gracie, um homem sério que tinha princípios qdo tudo começou.
Lutar sim ! SEMPRE !!!
Mas, entre outras coisas, contra o que significa essa geração jiujitêra...
160 opiniões
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Manoel Gutierrez (94) 17/12/2007 13h16
Manoel Gutierrez (94) 17/12/2007 13h16
Do meu ponto de vista, o caso Ryan permite no mínimo três leituras. A primeira relativa às causas... como a falta de estrutura familiar (??) ou de outro modo, por quê o Ryan se tornou um drogadito? Segunda, diz respeito às consequencias da anterior ... transtorno psicótico decorrente do abuso e reiteração do uso de drogas "pesadas", com desestruturação da personalidade e sujeito a surtos psicóticos. Terceira relativa ao quadro final, pois de fato não foi apenas intercorrencia psicótica, mas um desdobramento possível: agitação psicomotora, estado confusional e, finalmente, insuficiencia cardiaca (pela overdose) e edema agudo pulmonar (evoluindo em poucas horas para parada cardiorespiratória). O outro lado da medalha foi o diagnóstico clínico e o tratamento instituido. Em pacientes com risco de depressão respiratória central, não se usa sedativos ou anti-psicóticos, ou anti-alérgicos (Fenergan?) ou qualquer outra droga de ação sobre o sistema nervoso central (Isso é primário, pois potencialisa o efeito das drogas psicoativas .. me corrijam se estiver errado). Logo diante de um quadro de alto risco, tudo me pareceu inadequado. Desde os erros e atitudes anteriores da família ao procedimento médico final. Ele foi apenas o objeto-alvo dos erros estruturais e iatrogenicos. 42 opiniões
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Luiz Aquino (1) 17/12/2007 12h49
Luiz Aquino (1) 17/12/2007 12h49
SAO PAULO / SP
Pobrezinho, só trinta e tres aninhos. Já deveria saber o que deveria fazer da vida. Escolheu o caminho errado...
E a reação da família foi igual a daqueles pais dos jovens que espancaram a empregada doméstica na Barra horrorizadas com o fato dos filhos serem presos igual criminosos comuns.
POR A CULPA NOS OUTROS. PROCESSAR MÉDICO. O ESTADO É QUE É O CULPADO. RIDÍCULO
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Luciana Martins Dangelo (1) 17/12/2007 12h38
Luciana Martins Dangelo (1) 17/12/2007 12h38
SANTO ANDRE / SP
Acho que esse cara sempre foi uma ameaça à sociedade. Essa história de processar o estado vai acabar agradando à família porque eles têm direito. Mas, se todo maníaco como ele fosse logo eliminado da terra, teríamos mais segurança, paz na sociedade e filhinho de papai que tem dinheiro para se drogar ao invés de ser alguém digno na vida, pensaria mais antes de se meter nessas furadas, que todo mundo sempre diz que é só preto e favelado que comete. Esse é filhinho de papai e vai ter a "honra" lavada, infelizmente, o dinhiero pode tudo neste mundo. Ryan está no lugar que ele mesmo procurou e fez por merecer, deveria ser assim com todos, inclusive os governantes, que matam tantos de fome a cada dia e também aqueles que não se esforçam para sair da miséria e preferem viver de serviços sociais do que arregaçar as mangas e ser digno de prover seu próprio sustento. 81 opiniões
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Felipe Vasconcelos (2) 17/12/2007 12h26
Felipe Vasconcelos (2) 17/12/2007 12h26
GOIANIA / GO
O cidadão se entope de drogas, viciado total, e culpam o médico por sua morte? Sinto muito, mas cada qual escolhe seu caminho...ele escolheu o das drogas, e o fim eh quase sempre esse. 77 opiniões
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Daniel Braga (5) 17/12/2007 12h18
Daniel Braga (5) 17/12/2007 12h18
CURITIBA / PR
Chega de passar a mão na cabeça de mais um drogado branco e rico. Se fosse negro e pobre, não daria nem uma linha de reportagem. Esses são os que sustentam a violencia e o roubo, depois reclamam da falta de segurança. Se não houvesse os filinhos de papai comprando droga, não teria traficante rico. já foi tarde 96 opiniões
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