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Cotidiano

Ryan Gracie

O lutador de jiu-jitsu Ryan Gracie, 33, foi encontrado morto em uma das celas da carceragem do 91 º Distrito Policial (Ceagesp), em São Paulo. Ele havia sido preso e indiciado por roubo e tentativa de roubo.


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Comentários dos leitores
Iran Carlos Rodrigues (9) 17/12/2007 11h45
Iran Carlos Rodrigues (9) 17/12/2007 11h45
CURITIBA / PR
Sou solidário com a familia Grace com o ocorrido com seu filho, Ryan.
Também acho que o Estado pecou ao permitir um médico adentrasse na delegacia quando o correto era ter levado o preso até um Hospital Público. Fica visível aqui que quem tem dinheiro tem privilégios.
Mas também não podemos esquecer que a vítima (Ryan) não é o mocinho da história, roubou um carro, cortou a mão de uma vítima, tentou roubar um outro carro e uma moto e ainda era usuário de drogas (fato este noticiado na midia).
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Laercio Gimenez (9) 17/12/2007 11h30
Laercio Gimenez (9) 17/12/2007 11h30
QUERO PARABENIZAR O SR T.MORIMOTO PELO COMENTÁRIO. EXPRESSA EXATAMENTO O QUE PENSO DO CASO. PARABÉNS. 2 opiniões
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Deborah Watari (1) 17/12/2007 11h24
Deborah Watari (1) 17/12/2007 11h24
SAO PAULO / SP
A família merece todo o respeito e juntamente com o pensamento de processar o estado, sugiro que pensem em indenizar todas as pessoas prejudicadas por Ryan, especialmente o senhor idoso que foi arrancado de dentro de seu carro.
Acredito que ser campeão, ser o melhor em alguma coisa, não dá o direito a ninguém de sair pelas ruas colocando a vida de terceiros em risco. É lamentável que agora Ryan seja uma vítima.
55 opiniões
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Laercio Gimenez (9) 17/12/2007 11h20
Laercio Gimenez (9) 17/12/2007 11h20
Não quero questionar o procedimento ou culpabilidade de ninguem, somente deixo registrado o fato de não se preocuparem (reporteres) em saber como estão as vítimas desse moço. Se usa drogas, algum dia esse ato vai cobrar e não será barato. Escrevo com propriedade de quem já foi assaltado 8 vezes e todas com risco de morte. 37 opiniões
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Maria José Coppola (1) 17/12/2007 10h51
Maria José Coppola (1) 17/12/2007 10h51
SAO JOSE DOS CAMPOS / SP
Caros sres
Agradeço o espaço para podermos nos solidarizar com a familia. Que essa MÃE que sofre receba meu abraço de conforto, pois também sou uma mãe que perdeu um filho, no meu caso uma filha. Essa dor é insuportável.
Lamentável saber que não precisamos mais de concurso para juiz, pois todos já saem julgando e sentenciando.
Não podemos esquecer que um rapaz morreu. Um jovem, um filho...
Lamentável o ocorrido, que esses JULGADORES pensem que poderia ser alguem de sua familia; daí sim eu usaria a frase da pimenta nos olhos dos outros...
E nao adianta dizer que "minha familia é estruturada nada disso acontece"...são palavras lindas.
Mas morrer dessa maneira? Poderia ser um favelado, um rapaz sem recurso, teria o mesmo direito de viver que todos temos.
Pensem antes de escrever algo. Tem uma MÃE e um PAI sofrendo e muito.
Obrigada
Maria José Coppola Rupp - mae de Thays Coppola Rupp.
45 opiniões
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Romeu Arcanjo (4) 17/12/2007 10h33
Romeu Arcanjo (4) 17/12/2007 10h33
Lamento a morte de um dos melhores lutadores de jiu-jitsu e vale-tudo do país. Que ele era desiquilibrado, todo mundo sabia. Contudo, sua luta, garra, força e técnica, faziam dele uma referência no esporte (prova de que as pessoas têm defeitos e qualidades e que nem por isso merecem morrer). Sou fã desse cara. Acredito que praticantes de jj de todo mundo estão de luto. JJ é paz, defesa e disciplina. Dizer o contrário por fatos isolados é besteira. É não ter conhecimento da filosofia das artes marciais. 20 opiniões
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Internacionalista (64) 17/12/2007 10h28
Internacionalista (64) 17/12/2007 10h28
promotores que nem o Tales? O fato de terem ajudado o rapaz ja demonstra o carater dessa classe. Se dependermos dessa raca estamos todos perdidos. Sei q virao me dizer q nao podemos generalizar e temos q confiar... rs
So me pergunto, pq um rapaz saudavel e bem sucedido como o Gracie foi se envolver com drogas? (se é q isso é verdade)
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Luis Antonio (7) 17/12/2007 10h05
Luis Antonio (7) 17/12/2007 10h05
Não conheço jiu-jitsu praticado em outros lugares mas o tal jiu-jitsu brasileiro parece briga de mulher.
Morro de rir quando esporadicamente entre trocas de canais da TV aparece um desses "lutadores" se atracando no chão, só não puxao o cabelo pq geralmente os praticantes são "carecas".
Sinceramente precisa estudar para fazer aquilo?
Falam tanto que é uma arte marcial onde o mais fraco pode subjulgar o mais forte mas só vemos garotos anabolizados praticando. ja pratiquei judo e era evidente os ensinamento de paz que acompanha o esporte.
Ainda hoje quando vejo o avo Gracie falar sinto uma ponta de desgosto sobre os netos e o rumo que o jiu-jitsu no Brasil tomou.
24 opiniões
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Cristina Clemente (2) 17/12/2007 09h49
Cristina Clemente (2) 17/12/2007 09h49
SAO PAULO / SP
Parabéns a Pólícia de SP, tirou das ruas mais um que poderia aterrorizar pessoas inicentes. Uma pessoa que sai com uma faca de casa, assalta e pode matar, daí eu queria ver se a big family ia protestar! Aproveito também para perguntar aonde estavam amigos e a família quando ele saiu? Será q irmã vai pagar também para o processo ir mais rápido!? A família deveria ter utilizado o dinheiro para pagar um bom tratamento para o rapaz! 26 opiniões
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Chyrlene Silveira (8) 17/12/2007 09h46
Chyrlene Silveira (8) 17/12/2007 09h46
Meus sentimentos à família Gracie. Espero que tudo possa ser esclarecido e que a sociedade não faça julgamentos precipitados em respeito a vida que se foi e as vidas dos entes queridos que ficaram. 11 opiniões
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Lucas Lucas (1) 17/12/2007 09h38
Lucas Lucas (1) 17/12/2007 09h38
SAO PAULO / SP
Processar o Estado? Era só o que me faltava! Agora vou ter que pagar por causa de um playboyzinho revoltado que põe a sociedade em risco, roubando e consumindo drogas? Põe a mão na consciência! Esse país não tem mais espaço pra esse tipo de gente! 68 opiniões
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André Nozawa (4) 17/12/2007 09h25
André Nozawa (4) 17/12/2007 09h25
O Ryan não era uma pessoa para servir de exemplo como esportista,nem outros da família Gracie.
No YouTube tá cheio de vídeos de brigas de rua envolvendo a família Gracie.
Ryan x Tico brigando por nada,Rickson Beach Fight mostrando uma pancadaria nas areias da praia envolvendo vários membros da família Gracie,tirando o sossego de quem quer relaxar na praia.
A família Gracie não pode falar nada porque incentivou a violência ou pelo menos não coibiu e hoje tá cheio de baderneiros que entram nas academias para sair espancando gente nas ruas.
O Ryan se encheu de drogas e o pai fica falando que o filho foi um herói....Nossa sociedade está perdida.
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Luis Antonio (7) 17/12/2007 09h20
Luis Antonio (7) 17/12/2007 09h20
"Se o rapaz em questão cometeu erros, antes de qualquer ato jurídico, deveria sim, ter ficado sob custódia médica, em local apropriado, o resto é conversa pra boi dormir.
Não amigo, lugar de quem rouba, agride, e ameaça a vida alheia é na cadeia.
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vagner aparecido (1) 17/12/2007 09h01
vagner aparecido (1) 17/12/2007 09h01
MOGI DAS CRUZES / SP
Bom primeiramente acho que extremismos e radicalismos nao sao os caminhos ideais a seguir, primeiro ponto ryan gracie tinha problemas, e serios problemas pelo que podemos ver, o pai dele mesmo deu uma entrevista em uma de suas idas a delegacia soltar o filho que o filho precisava controlar o pavio curto dele , bom dai o pai ja parte do pressuposto que sempre o filho que era provocado, ryan cometeu um delito grave na sexta feira que poderia ter ocasionado a morte de alguem que nada tinha a ver com sua historia.Foi detido pronto ai termina os erros de ryan e comecam os erros do psquiatra e do estado representado pelo delegado de plantao, nao precisa ser formado em medicina para saber que um cara que cheira , fuma e fica alucinado corre um grande risco de sofrer uma overdose, e ainda toma um monte de medicamentos sem o devido aparato hospitalar para corrigir algum problema que possa vir acontecer. O que falar disso?ingenuidade do delegado?negligencia do medico?A familia esta certa em processar o estado.Em tempo essa historia de que jiu jitsu e auto defesa, modo de vida na minha opiniao e ridicula, quem treina e para brigar mesmo e fica torcendo para alguem mexer com ele so para ele usar o que sabe, o mundo nao precisa disso .A PALAVRA DURA SUSCITA A IRA.A PALAVRA DOCE APLACA O FUROR.vamos dialogar mais conversar mais entender mais o que o outro quer nos dizer , com calma e tranquilidade essa e a melhor auto defesa.Amor sempre , luta nao e feio e doentio. 16 opiniões
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CARAPICUIBA / SP
A família Gracie deveria ter vergonha ao se pronunciar sobre o caso de Ryan, especialmente no tocante ao questionamento sobre a conduta médica tomada e ao anunciar que vão pedir indenização ao Estado alegando neglicência. Ryan era um valentão drogado do tipo teimoso que não queria ajuda e vinha se envolvendo em confusões há tempos, inclusive roubando, espancando, matando; tudo para sustentar seu vício com as drogas. Ele era tão dependente que fazia uso de diversas drogas diferentes, da grosseira à mais sofisticada. Abram os olhos, esse homem era muito perigoso à integridade de toda à sociedade. 28 opiniões
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sérgio carneiro (236) 17/12/2007 07h46
sérgio carneiro (236) 17/12/2007 07h46
É triste tenha ocorrido isto com este rapaz. A família deveria buscar conforto espiritual para aliviar a dor de um ente tão querido, tanto por eles quanto por nos(fãs deste esporte). É compreensível o sentimento de revolta, mas a busca por culpados não irá irá aliviar a dor, mesmo sendo "indenizados". A responsabilidade pelo ocorrido envolve muitas pessoas a citar: O Estado por não mais eficiente no combate as drogas; a família Grace por permitir que Ryan buscasse nas drogas o complemento de alguma carência familiar; o médico que o atendeu que não nem cumpriu seu juramento "A ninguém darei por 'comprazer', nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda..." nem agiu como ser humano; O Ryan que financiou o tráfego, assim como a sociedade o faz.
O médico não foi negligente, ele atendeu prontamente seu paciente(por cinco mil, quem não o faria), o que houve foi imperícia e uma grande vontade de aparecer na "tela" com herói, mas acabou sendo vilão. O delegado devido ao "status" do lutador , permitiu o atendimento na delegacia, aqui não vejo erro nenhum, um médico atendendo em uma delegacia ou em uma residência é o mesmo médico em um hospital, o delegado ao colocar o lutador em uma cela separada procurou manter tanto a integridade dele como de outros presos.
Há uma frase no tempo da ditadura que exprime bem a minha vontade: "Brasil ame-o ou deixe-o", devido ao tempo e as atuais situações seria melhor: "Brasil Ame-o e deixe-o".
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Wilson Charles (200) 17/12/2007 03h34
Wilson Charles (200) 17/12/2007 03h34
É...a educação familiar, cívica, ética e outras tantas neste país deveria passar por uma reavaliação. Alguns participantes do Forum invocam a questao dos direitos humanos em favor do delinquente, abstraem o caso para a realidade do DOPS e congeneres da ditadura, expandem a culpabilidade para toda a sociedade (consciencia social?) e se esquecem que mais vitima foi o pobre do velhinho que, de forma covarde, foi violentado covardemente nos seus mais basicos direitos de ir-e-vir e de propriedade, tendo sua incolumidade atacada por um vandalo aqui dito inocente lutador da "luta-suave" do jiu-jitsu, e, ainda, proclamam sentir arrepios quando leem alguma analogia do caso pela resolução mitica do Cap. Nascimento. Queria ver esse festival de indignação em defesa do "mocinho" caso a vitima fosse um velhinho pai de voces. Em BSB recentemente um homem de 47 anos, pai de 3 filhos, viciado em drogas pesas (que educação ele deveria prover a seus filhos, heim?), matou 3 moças inocentes que seguiam a sua frente em seus carros, qdo o delinquente disputava um pega selvagem. Ainda houve quem ficasse indignado com a revolta da sociedade critica ao caso. Meus caros, está faltando senso às pessoas e por isso eu digo que vale a pena nossos parlamentares começarem a discutir a questao da pena de morte, em um país cujo indice de homicidios ultrapassa a linha da bestialidade, deixando-nos a mercê desses bandidos facinoras. Ah, essas isenções de culpabilidade criadas por advogado de cadeia. Dão repulsao 11 opiniões
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R. Cunha (3) 17/12/2007 03h04
R. Cunha (3) 17/12/2007 03h04
Caros leitores,
Venho por meio deste comentário expressar as minhas condolências à família de Ryan Gracie.
O jiu-jitsu, em sua base de ensinamentos, prega o seu uso apenas para auto-defesa, assim como fazem o judô, a capoeira, o karatê, o aikidô e outras modalidades de artes marciais.
O jiu-jitsu, enquanto esporte, não é direcionado a causar danos físicos ou emocionais.
O jiu-jitsu é uma arte marcial desenvolvida, sobretudo, para auto-defesa, proporcionando que o fisicamente mais fraco se defenda com eficiência quando agredido por pessoa(s) mais forte(s). É cada vez mais utilizada por mulheres para aprendizado de defesa contra ataques, inclusive de ordem sexual (abusos, tent estupro).
Uma arte marcial, em si, não é fator desencadeador de males sociais. Isso é ponto pacífico. A responsabilidade dos mestres/professores/instrutores de artes marciais é preparar seus praticantes para o auto-controle e respeito ao próximo.
O jiu-jitsu desportivo é realizado, via de regra, com kimono e em dojô (tatames), com regras semelhantes às do judô.
As competições desportivas devem ocorrer em ambiente adequado e com a presença de equipe médica para qualquer eventualidade: o mesmo vale para todo esporte de contato, inclusive futebol e esgrima.
Jiu-jitsu é um esporte. Vale-Tudo é outro tipo de atividade, não é jiu-jitsu, apesar de muitos dos praticantes de Vale-Tudo utilizarem técnicas de jiu-jitsu, bem como de outras artes marciais.
Obrigado pelo espaço para esclarecimentos.
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SAO PAULO / SP
O que ocorrreu com o lutador de Jiu-Jitsu, foi uma decorrencia de varios fatores que devem ser considerados.O esporte nao pode ser culpabilizado se o esportista apresenta problema de conduta.Pelo que foi veiculado na midia, ele ja apresentava problemas e a propria familia solicitou intervencao do psiquiatra.Deve ser muito dificil lidar com uma pessoa que apresenta "drogadicao" se a mesma nao aceita ser tratada por medicos e desintoxicada.
Infelizmente o "universo da drogas" e o acesso a elas esta cada vez mais facil.Nao ha como "culpar" pais , se um filho(a) torna-se dependente.Com a Reforma Psiquiatrica ficou mais dificil internar a revelia.Imagino que a familia deve ter sofrido muito e agora mais ainda, com essa fatalidade.
Discordo de moverem acao contra o Estado e contra o psiquiatra.Ele, enquanto profissional e chamado pela familia, tinha e tem competencia para decidir o que era necessario naquele momento.
Sinto pela familia, pois cada pessoa que tem filhos, nao pode dizer que esta "livre" de algum se tornar dependente.
Apesar de sabermos que a "droga mata", seria preciso que houvesse muito rigor em relacao aos traficantes, aplicando penas duras e fiscalizacao rigorosa em locais onde "sabidamente" existem os pontos de venda.
A familia e a escola podem reforcar para as criancas mais novas, o maleficio do uso de "droga licita e ilicita".
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Thiago Santana (3) 17/12/2007 01h44
Thiago Santana (3) 17/12/2007 01h44
Acho que o caso foi uma sucessão de erros, e creio que de uma maneira ou de outra, todos pagarão pelos seus erros. Mas a morte desse jovem só se soma a muitas outras, que fazem parte de uma estatística sombria, que vem aumentando. E este caso só tomou notoriedade, por tratar-se de pessoa 'ilustre'. Temos que olhar além, e refletir sem olhar somente o agora. 23 opiniões
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