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Cotidiano

Telefônica promove "festinha" para Procon

A Telefônica, empresa líder no ranking de reclamações do Procon, principal órgão de defesa do consumidor, patrocinou ontem um encontro de "intercâmbio" com mais de cem funcionários da entidade, em São Paulo, com direito a almoço, vinho e distribuição de presentes (aparelhos de DVD, telefones sem fio, pendrives, relógios de mesa etc.).


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Comentários dos leitores
Rodrigo Xande Nunes (5) 10/12/2007 01h40
Rodrigo Xande Nunes (5) 10/12/2007 01h40
À sra. Mariza Alcantara, sr. Ezequias Tomazini, e demais leitores:

O atendimento para questões de forma individual é feito através do processo administrativo que a sra. relatou.
O PROCON NÃO JULGA, mas sim defende os direitos dos consumidores ali presentes, tentando trazer as partes (consumidor x fornecedor) a uma composição. O principal instrumento de persuasão do fornecedor são as provas documentais trazidas pelo consumidor. E há questões que não são discutidas via administrativa, como por exemplo, danos morais e juros abusivos, pois é unicamente o Juiz de Direito que determina o "quantum" da indenização, no caso de dano moral, e se determinado percentual de juros é abusivo ou não (não é o autor, advogado, nem mais ninguém). Por isso, por muitas vezes, orientamos que busquem a solução através do Poder Judiciário, onde são válidas as provas testemunhais, a inversão do ônus da prova conta o fornecedor e objetos mais complexos, como os controversos juros abusivos. Sem as condições que pedimos, é mais difícil a solução de um problema através do Procon, e assim, há grande chance de o consumidor estar perdendo tempo, quando poder-se-ia ter recorrido diretamente ao Judiciário.
O procedimento de "avisar por carta que foram esgotadas todas as tentativas" causou grande debate entre os Técnicos do Procon, pois é preferível por todos a composição em audiência de conciliação, embora NÃO SEJA ILEGAL a conduta atualmente adotada (Portaria Normativa Procon nº 21, de 2005).
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Rodrigo Xande Nunes (5) 10/12/2007 01h36
Rodrigo Xande Nunes (5) 10/12/2007 01h36
Ao sr. Ricardo Massimo, e demais leitores:
O requisito para o concurso de Técnico de Proteção e Defesa do Consumidor (nome oficial do cargo) é de fato NÍVEL SUPERIOR em qualquer área.
O sr. demonstra desconhecer do assunto quando diz que "os servidores não são Advogados, Promotores etc.".
Grande parte dos técnicos são Bacharéis em Direito oriundos de Faculdades como PUC, USP, Mackenzie e Fac. de Direito de São Bernardo do Campo, dentre os quais há advogados, com registro na OAB. Há muitos Técnicos pós-graduados/graduandos; e os que inclusive lecionam Direito do Consumidor em Faculdades. E o principal, mantém-se no Procon por amor à Defesa do Consumidor. Não por questão salarial, pois é ínfimo o salário dos Técnicos, se comparado até mesmo com outros cargos de nível médio -como por ex., escrevente do TJ (nível médio compl.), cujos vencimentos são cerca de 70% a mais que um Técnico nível I-.
Por lei, deveríamos apenas dar orientações e atendimento inerentes aos seus direitos e deveres de CONSUMIDOR, mas damos à população orientações jurídicas mais diversas inclusive informando A QUEM RECORRER.
Comentário "Uma vergonha". Concordo !
Com relação aos demais comentários ("...simples acesso as informações do codigo do consumidor."; "...deveriam ser do judiciario..."), vejo que não tem conhecimento jurídico. Portanto, cabe a mim respeitar sua "opinião" e não irei fazer comentários.
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Ezequias Tomazini (1) 08/12/2007 14h39
Ezequias Tomazini (1) 08/12/2007 14h39
SAO PAULO / SP
Com esta reportagem entendo mais claramente o motivo pelo qual ao chegar ao Procon e os tecnicos do atendimento se negarem a atender ao cidadão afim de intermediar uma solução contra as arbitrariedades da Telefonica, dos bancos entres outras empresas. Eu mesmo já passei por tal situação. Fui procurar o procon, mas o mesmo rejeitou atender a minha causa, recomendando as pequenas causas. Mas ficou muito claro. Não é só na política maquiavélica deste pais que os procedimentos estão maculados com barganhas, tal como a festinha do tipo agrada aos funcionários do procon patrocinada pela Telefonica. Isso cheira à população uma espécie de afago para o Procon aliviar as denúncias - o que para mim é sem dúvida muito evidente e esclarecedor quanto ao motivo de que quando precisei do Procon - por duas ocasiões e situações distinas - e não houve a menor disposição e interesse em pleitear a minha causa. Mas em transferir a responsabilidade para o juizado de pequenas causas. Resta a folha apurar e saber, se não há outras empresas envolvidas no esquema de agradar ao Procon para não aparecerem nas listagens de reclamações. Quem sabe dizer o motivo pelo qual os bancos já não aparecem mais em primeiro? Por certo é pela quantidade de causas à este respeito que o Procon rejeita. Aliás, eu fui alvo desta rejeição do Procon, exatemente, nestas duas vezes: Quando queria impertrar uma causa contra a Telefonica e outra contra um Banco. 7 opiniões
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Wander lourenco (16) 08/12/2007 14h31
Wander lourenco (16) 08/12/2007 14h31
Muito interessante a decisao de afastamento e de interromper este tipo de evento....eu sempre comfiei no Procon do Brasil porque nas duas vezes que precisei fui prontamente atendido com resultado excelente pelo empenho dos funcionarios....Nao e justo receber presentes o Procon deve continuar exercendo suas atividades de forma honesta.................. 5 opiniões
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Marcio Alves Vieira (6) 08/12/2007 11h57
Marcio Alves Vieira (6) 08/12/2007 11h57
Creio que para "dialogar e discutir formas de evitar o elevado número de reclamações sobre os serviços da empresa de telefonia" deveria-se escolher um foro mais adequado.
O que vemos aqui é uma clara tentativa por parte da Telefonica de aliciar os funcionários do Procon, que por inocência, ignorãncia ou má fé aceitaram.
Como sempre este Brasil está ficando insuportável.
Acho que vou vomitar.
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Roberto Cerqueira (1) 08/12/2007 10h44
Roberto Cerqueira (1) 08/12/2007 10h44
BELO HORIZONTE / MG
Não me venderia nem por todo o dinheiro do mundo, mas esses aí se venderam por um relógio... o ser humano não presta mesmo. 1 opinião
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Roberto Rossi (2) 08/12/2007 05h56
Roberto Rossi (2) 08/12/2007 05h56
RIBEIRAO PRETO / SP
Quanto ao atendimento da Telefonica Speed e outros setores nota 10, quanto ao preço que cobram aqui no Brasil pelos serviços nota 5.
Só gostaria que a loja da Telefonica aqui em Ribeirão Preto tivesse a ferramenta para desbloquear os telefones cortados quando se apresenta as faturas pagas nessa loja , num prazo menor que 24 horas, ou seja , mostrando a fatura paga ao atendente, esse fizesse o desbloqueio na hora.
Quanto ao "intercambio com o procon" , não sou do procon , mas sou consumidor, porisso me convidem da proxima vez.
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Luiz Roberto de Castro (8) 08/12/2007 02h42
Luiz Roberto de Castro (8) 08/12/2007 02h42
SAO PAULO / SP
Era só o que faltava! Só tínhamos a PROCON. Agora, o que faremos? Trabalhei da TELESP e digo que esta L A D R A não presta. É odiada na própria ESPANHA! ( Vide 'Cesar Alierta' e bando... - até parece LULA e mensaleiros...).
Essa asinatura mensal ABSURDA que, em poucos anos, pagamos A MESMA COISA DO QUE QUANDO TINHAMOS DE COMPRAR LINHAS DE TELEFONE!!!
Ninguém faz nada...
Mas há um órgão: Ministério Público nela!
Funciona! Acreditem!
Por que ninguém divulga que 30000 concursados perderam seus empregos? E já pensaram nas respectivas ações trabalhistas na Justiça???
ELA VAI CAIR - VAI CAIR - VAI CAIR...
Éssa raça desgraçada que vem pra cá pra nos roubar, roubar nossos empregos e com a conivência de políticos!
Falta pouco para ele se ferrarem!
Assim que ganhar minha ação trabalhista e por danos morais, vou aos jornais, vou pra mídia!
Povo paulista: unano-mos contra esta LADRA!!!!
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Tathiana Bagatini (1) 08/12/2007 01h28
Tathiana Bagatini (1) 08/12/2007 01h28
SAO PAULO / SP
Realmente, absurda essa denúncia, a gota d´água que faltava no extenso rol de baixarias dessa Telefônica, eu já tive todos os tipos de problemas com ela, desde orelhões que destruíam cartões até cobranças indevidas em cascata, e hoje abandonei por telefone fixo de outra operadora.
Não concordo que a tal "festinha" deponha contra o bom nome do PROCON, mas sim mais ainda contra a já emporcalhada imagem da Telefónica de España, pois CORRUPÇÃO ATIVA é crime! Também sou servidora pública e sei que a Lei 8.112 proíbe que aceitemos presentes de qualquer empresa, e os servidores dos PROCONs do interior também têm obrigação (legal e moral) de devolvê-los, mas nesse caso foi um grupo isolado, não todo o PROCON que é nossa última defesa, diferente da Tele-afônica que é rotineiramente envolvida em maus serviços, má-fé, mau atendimento...
E a ANATEL (0800-332001, liguem!!!!), criada para nos proteger, é atualmente SUSTENTADA COM $$ DAS OPERADORAS, por culpa da falta de verbas governamentais. Coincidentemente, hoje liguei lá para fazer uma reclamação e a Agência se recusou!!! Só resta mesmo o bom e velho PROCON.
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Cláudia Reis (1) 07/12/2007 23h44
Cláudia Reis (1) 07/12/2007 23h44
OSASCO / SP
Estou idignada, onde ja se viu , agora a Telefonica passou dos limites, já tive varios problemas com a Telefonica, assim como milhares de brasileiro , mas dessa vez tentar comprar funcionários do Procon com presentinhos...e o fim da picada.. Acorda Brasil 3 opiniões
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mariza alcantara (2) 07/12/2007 21h10
mariza alcantara (2) 07/12/2007 21h10
SAO PAULO / SP
Prezados senhores,

As explicações que vocês me deram não estão a contento e, pelo que consta na Reportagem, não foram apenas dois funcionários que receberam presentes da Telefônica, foram em número maior, inclusive uma moça recebeu um aparelho telefônico. Havia muitos funcionários presentes nesta “Reuniãozinha”, PROCON/TELEFONICA, que merece ser mais bem explicada ao público, muito mais do que, a desculpa que “o fato de haver um relacionamento contínuo, criam-se vínculos de amizade e camaradagem”. Particularmente, eu não tenho por hábitos relacionar-me com bandidos e é assim que considero a Telefônica. Uma empresa que é considerada a pior empresa da Espanha, ganhou a concorrência em São Paulo. Desde que se instalaram aqui. As tarifas telefônicas aumentaram assustadoramente, o caos se instalou e, no PROCON, vêem-se na grande maioria das mesas, reclamações da mesma. E vocês vêem me dizer em “relacionamento amigável?” Me acredito que, numa sociedade podre e hipócrita como a que vivemos hoje é natural, mas em se tratando de um órgão que pretende defender a Defesa e a Cidadania, isso jamais deveria acontecer porque nos leva a crer que, ao menos no meu caso, aonde o PROCON vem dificultando ao máximo, uma solução para o problema que tenho enfrentado com a Telefônica há quase um ano; ocasião em que os funcionários da área técnica do PROCON alegam que pelas inúmeras reclamações decidem por telefone mesmo.
Leiam com cuidado a Reportagem da folha de São Paulo de hoje, e verão que tenho razão. Causa-me estranheza que qualquer funcionário do PROCON vá participar de alguma reunião, com direito a almoço que, graças a Deus, a Folha de São Paulo denunciou, porque se não fosse notificado na imprensa ficaria por isso mesmo. Ou seja, comemos no mesmo prato: partilhamos das mesmas coisas, das mesmas idéias e somos coniventes com os mesmos ideais. A lei do jeitinho brasileiro.. . Repito: eu não tenho por hábito, reunir-me com bandidos.

Por coincidência, recebi hoje a minha conta telefônica, mais uma vez errada, diferentemente do que a Telefônica acertou com o PROCON. Repito que, estranhamente este Órgão de Defesa do Consumidor insiste para que eu procure a justiça comum, claramente “lavando as mãos”, sem me ouvir pessoalmente, sem acertar entrevista e mostrar cara a cara o problema vergonhoso que estou tendo com a Telefônica. Pois bem, informo-lhes que, posso até procurar mas estarei munida de uma arma poderosa que é a reportagem publicada no dia de hoje que demonstra claramente a conivência PROCON/TELEFONICA em dificultar a resolução por completo dos casos.

Informo-lhes ainda que, hoje consultei um advogado sobre a possibilidade de entrar com uma “Ação Civil Pública” com relação a essa “estranha festinha” PROCON/TELEFONICA, como também para pedir explicações ao governo do Estado de São Paulo sobre o acontecido.

Mariza Alcântara.
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mariza alcantara (2) 07/12/2007 21h09
mariza alcantara (2) 07/12/2007 21h09
SAO PAULO / SP
Prezados Senhores,

Com relação á reportagem veiculada na Folha de São Paulo, edição de 07.12.2007, gostaria de manifestar o meu repúdio com relação à prática utilizada pela Telefônica de premiação aos funcionários do PROCON, do tipo, “toma lá, dá cá”, jeitinho esse, que infelizmente faz parte do cotidiano brasileiro. Talvez, seja por isso que o meu problema junto à Telefônica, que venho tentando resolver desde fevereiro deste ano, não se desenrola e o PROCON agora alega que devo procurar aos órgãos da justiça comum para resolver.

Sinto-me traída por mais um órgão do governo que é para ajudar ao cidadão e de repente, descobre-se que compactua com a sujeira e às bestialidades que a Telefônica provoca em nossas vidas, desde que se instalou em São Paulo.

Tenho um processo que se arrasta desde o início do ano entre PROCON e telefônica, com relação ao Speedy. Foi feito um plano, a Telefônica alterou o nome do plano e o valor, telefona dizendo que vai regularizar, manda cartas dizendo que vai regularizar, mas a conta vem errada e isso vem se arrastando desde o começo do ano. Prometeu um desconto de 50% a partir de agosto, mas as contas vêm com o valor normal. O PROCON já me ajudou, mas agora manda que eu procure a justiça comum, a última carta que recebi do PROCON no dia 14.11.2007 diz que estão esgotadas as tentativas. Mas veja bem, eu não estive frente a frente no setor técnico do PROCON na Rua Barra funda junto com ninguém da Telefônica. As coisas são discutidas, prometidas e não compridas, via telefone. E o PROCON considera resolvido. Estou disposta a denunciar este meu caso em todos os jornais de grande veiculação porque considero abominável a situação em que me encontro, de não solução e, cada vez mais, agravamento do problema.


Atenciosamente,

Mariza Alcântara
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Rodrigo Xande Nunes (5) 07/12/2007 18h32
Rodrigo Xande Nunes (5) 07/12/2007 18h32
Caro leitor,
Sou Técnico do Procon/SP.
Como cidadão, estou indignado com o ocorrido.
Como Técnico do Procon, lamento muito o episódio, visto que notícia desse calibre torna nosso trabalho, que é feito sempre com muita dedicação e seriedade, cair no descrédito popular.
Nós, funcionários do Procon estamos tão indignados quanto os demais, pois temos uma cultura coletiva que abomina comportamentos ilegais ou que não estejam pautados pela lei e pela ética.
Quero deixar bem claro que a grande maioria dos funcionários sequer soube que aconteceria tal evento, pois o encontro foi feito a convite da empresa para alguns funcionários apenas, e nós, grande maioria, NÃO fomos convidados, e o encontro NÃO foi divulgado a nós.
Já estamos cobrando providências e esclarecimentos a quem de direito, pois a boa imagem que o Procon sempre teve perante a opinião pública deve ser preservada, em respeito ao trabalho dos Técnicos que o fazem com dedicação.
Por respeito aos funcionários, e aos consumidores, os fatos devem ser tirados a limpo.
Ah ! E parabéns à Telefonica, que conseguiu, numa astuta manobra, desestabilizar o corpo técnico deste órgão.
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ricardo massimo (6) 07/12/2007 18h01
ricardo massimo (6) 07/12/2007 18h01
A 1 mês estive no Procon SP para uma denuncia; e descobri que todos os servidores não são Advogados, Promotores etc.Logo a unica coisa que podem fazer é dar orientações superficiais e sem conhecimento de jurisprudencia etc.A Telefonica tem um posto de atendimento dentro do poupatempo e é lider em reclamaçoes a anos.Quando vi isso ja achei um absurdo, agora fazendo festinha com o objetivo de intercambio chega a ser ridiculo.É como os bandidos fazerem doação as policias.Uma vergonha.No fim os consumidores deveriam ter acesso direto a justiça nos casos de consumo; e não simples acesso as informações do codigo do consumidor.Os servidores deveriam ser do judiciario, não simplesmente concursados com curso superior em Turismo, Administração etc. 28 opiniões
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Bianca Briguglio (1) 07/12/2007 17h12
Bianca Briguglio (1) 07/12/2007 17h12
SAO PAULO / SP
A questão é que nossos serviços de comunicação e telefonia não tem mais como prioridade a satisfação das nossas necessidades ou a resolução de nossos problemas. Muito pelo contrário, nós somos apenas uma variável numa equação cujo resultado final tem que ser o lucro.
Por isso é aceitável que uma empresa com essa responsabilidade terceirize seu serviço de atendimento. Os atendentes, qur não são funcionários da Telefonica, são mal treinados e mal instruídos.
Pra se ter uma idéia, liguei nessa empresa desgraçada pra adquirir uma linha de telefone (ou seja, sucumbindo ao aspirador de dinheiro) e me perguntaram onde eu tinha visto o anúncio da Telefonica, até em que canal de TV!! Pesquisa de mercado? Perguntaram meu grau de escolaridade, se meu celular é pré ou pós-pago, em que escola eu voto, nome da minha mãe... Só faltou perguntar o peso e o tipo sanguíneo!!!
Isso é um absurdo e um desrespeito. Se a empresa quer um perfil dos usuários, que gaste para contratar uma outra empresa pra levantar isso! E não me deixaram não responder: se não respondesse, não me venderiam o telefone!
No fim da operação, descobri que a linha que a atendente me convenceu a comprar não me servia. Tive que ligar em outro número pra cancelar, demorei mais de uma hora ouvindo musiquinha de espera. Anotaram meu nome e CPF 5 vezes!!
E o que se pode fazer? Nada! Vai no Procom reclamar, e torce pro atendente não ter ganhado um DVD da Telefonica, pra ele encaminhar sua reclamação...
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Francisco Afonso (6) 07/12/2007 13h28
Francisco Afonso (6) 07/12/2007 13h28
SAO PAULO / SP
Como se vê,empresa privada não é,necessariamente,um exemplo de eficiência!
Vou fazer um exercício de imaginação:
E se a empresa ainda fosse estatal?
-Com uma diretoria indicada para levantar e não solapá-la(ver exemplo da Petrobrás,Banco do Brasil,ou Nossa Caixa sob a gestão do Covas).Digo
isso porque não cabe na minha cabeça que um governo que indica a diretoria use o argumento que precisa vendê-la pois ela é ineficiente.
-Com tarifas nos níveis atuais.Sim,pois o aumento dos preços de telefonia subiu muito além dos indices de inflação.Esse processo iniciou-se assim que decidiu-se privatizar(antes de 98 e continuou,
depois),como uma "preparação" para a venda.
Quer dizer,toda a expansão e modernização dos
serviços foi financiada pelo aumento dos preços e não por dinheiro investido.
Ora,e se essas condições fossem dadas à antiga estatal?
A Telefonica privilegia o atendimento para vender
seus produtos e serviços,não para resolver os problemas que afligem os usuários.Lembremos que
ela fechou todas as lojas de atendimento que existiam antes(só as abriu depois,por exigência
legal),e onde era muito mais fácil expor as queixas e receber respostas eficientes.Sobrou o quê? Esperar
muito tempo na linha,passando de atendente em atendente,e sem conseguir falar com alguém que resolva mesmo.Te dão um prazo.O prazo é descumprido.Então você torna a ligar e.... começa tudo de novo! Sim,pois cadê a pessoa que te atendeu na última vez?
CPI neles !
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Cristian theodor (1) 07/12/2007 13h24
Cristian theodor (1) 07/12/2007 13h24
SAO PAULO / SP
Basta, perguntar a qualquer póbre cidadão, paulista e paulistano, o adjetivo apropiado para os serviços da telefonica e teremos como resposta: Lixo;Porcaria e, etc... Mas aqui....é Brasil!!!! Basta pegar alguns dólares ou euros e distribuir "agrados" e pronto! Póbre paulistas e paulistanos .. 10 opiniões
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Vera Lucia (2) 07/12/2007 13h23
Vera Lucia (2) 07/12/2007 13h23
Essa "festinha" de confraternização deveria ser feita com os usuários do serviço da Telefônica, pois afinal são eles que têm MUITO a dizer... 9 opiniões
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Aristeu B. Cunha (1) 07/12/2007 13h02
Aristeu B. Cunha (1) 07/12/2007 13h02
SAO PAULO / SP
Onde nós vamos parar desse jeito!?
Não há mais em quem confiar nesse Brasil. Um órgão público criado para defender os consumidores fica aceitando presentinhos de uma empresa privada que é simplesmente campiã de reclamações de mau atendimento do consumidor. Essa conversa de que o evento foi realizado para melhorar o relacionamento entre a empresa, procon e consumidores é no mínimo muito suspeito!
Mais uma indignação em nossa país!
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anatalia santos (33) 07/12/2007 12h52
anatalia santos (33) 07/12/2007 12h52
Esses funcionarios hein?, se vendem por um radio relogio ou um dvd. Irkgh!
Concordo plenamente com o João Carlos, o encontro foi só para trocarem informações e presentinhos...ai eu fico loira e digo:"como assim?"
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