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27/11/2004 - 12h00

Polícia fecha casa de prostituição em São Paulo

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da Folha Online

A polícia prendeu na tarde desta sexta-feira o empresário Oscar Maroni Filho, proprietário do Bahamas, um clube privê localizado em Moema (zona sul de São Paulo). O estabelecimento, que segundo a polícia funcionava como uma casa de prostituição, foi fechado.

Maroni foi acusado pelo crime de porte ilegal de arma. O empresário, conhecido como o "Imperador do Prazer", é acusado também de envolvimento em lavagem de dinheiro, crime contra a saúde pública e sonegação fiscal, segundo reportagem do jornal "Diário de S.Paulo".

Cerca de 60 pessoas foram detidas para prestar depoimentos. Entre elas estavam garotas de programa, funcionários e clientes.

O Bahamas, que funciona há mais de 10 anos, é umas das 30 casas suspeitas de explorar a prostituição na zona sul da capital.

Mais de 200 garotas trabalhavam no local e cobravam cerca de R$ 500 por um programa com duração de aproximadamente três horas. Além disso, a casa cobrava R$ 180 de entrada.

A polícia encontrou na boate uma passagem secreta, que serviria para a fuga das garotas de programa e de clientes em caso de blitz. O empresário não tinha alvará para funcionamento da casa.

No dia 15 de setembro, em entrevista à Folha Online, o proprietário do Bahamas declarou que "a casa é liberal". "Sexo e erotismo são rotina", disse.

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