03/12/2004
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00h01
da Agência Folha, em Campinas
Os pais de um garoto de sete anos que registraram boletim de ocorrência sobre castigo aplicado por professora em sala de aula mantiveram nesta quinta-feira a acusação em depoimento dado a comissão de sindicância que investiga o caso em Nova Odessa (126 km a noroeste de São Paulo).
A comissão adiou desta sexta para segunda-feira a divulgação do relatório final da sindicância.
Segundo os pais, a professora deixou o garoto de castigo por cerca de quatro horas atrás de uma porta na escola municipal Saline Abdo, na periferia da cidade. O depoimento dos dois durou cerca de duas horas. Eles não quiseram atender a reportagem.
Depois do depoimento dos pais, mais ninguém será convocado pela sindicância. Foram ouvidas 18 pessoas, entre professoras, funcionários, mães, alunos e a tia do garoto, que é zeladora da escola, entre outros. A comissão também apreendeu e analisou os cadernos do menino.
A professora negou a acusação, por meio de sua advogada Natalie Regina Marçura Leitão. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso.
Na quarta-feira, a professora negou a versão dos pais do garoto no inquérito policial. Ela está afastada do cargo e pode voltar a dar aulas na próxima semana, caso a comissão apresente um relatório favorável a ela.
O garoto, que está na 1ª série, corre o risco de ser reprovado por excesso de faltas, de acordo com a Prefeitura de Nova Odessa. Desde o dia 11, a criança foi apenas uma vez à escola municipal, na periferia da cidade.
Para evitar a repetência, a prefeitura informou ter colocado à disposição da mãe uma vaga na 1ª série de outra escola municipal, mas até esta quinta o garoto não havia retomado as aulas.
Especial
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Relatório sobre suposto castigo em escola deve sair na segunda-feira
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MAURÍCIO SIMIONATOda Agência Folha, em Campinas
Os pais de um garoto de sete anos que registraram boletim de ocorrência sobre castigo aplicado por professora em sala de aula mantiveram nesta quinta-feira a acusação em depoimento dado a comissão de sindicância que investiga o caso em Nova Odessa (126 km a noroeste de São Paulo).
A comissão adiou desta sexta para segunda-feira a divulgação do relatório final da sindicância.
Segundo os pais, a professora deixou o garoto de castigo por cerca de quatro horas atrás de uma porta na escola municipal Saline Abdo, na periferia da cidade. O depoimento dos dois durou cerca de duas horas. Eles não quiseram atender a reportagem.
Depois do depoimento dos pais, mais ninguém será convocado pela sindicância. Foram ouvidas 18 pessoas, entre professoras, funcionários, mães, alunos e a tia do garoto, que é zeladora da escola, entre outros. A comissão também apreendeu e analisou os cadernos do menino.
A professora negou a acusação, por meio de sua advogada Natalie Regina Marçura Leitão. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso.
Na quarta-feira, a professora negou a versão dos pais do garoto no inquérito policial. Ela está afastada do cargo e pode voltar a dar aulas na próxima semana, caso a comissão apresente um relatório favorável a ela.
O garoto, que está na 1ª série, corre o risco de ser reprovado por excesso de faltas, de acordo com a Prefeitura de Nova Odessa. Desde o dia 11, a criança foi apenas uma vez à escola municipal, na periferia da cidade.
Para evitar a repetência, a prefeitura informou ter colocado à disposição da mãe uma vaga na 1ª série de outra escola municipal, mas até esta quinta o garoto não havia retomado as aulas.
Especial

