03/02/2005
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15h55
A 6ª Câmara do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo reduziu para 114 anos de prisão a pena do pediatra Eugênio Chipkevitch, preso desde março de 2002 por pedofilia. Em 2003, ele havia sido condenado a 124 anos de prisão.
Nesta quinta-feira, os desembargadores do TJ negaram pedido da defesa para anular o julgamento. Porém, deram provimento ao recurso e estabeleceram 99 anos de reclusão em regime fechado por atentado violento ao pudor e 15 anos de reclusão, também em regime fechado, por Chipkevitch ter gravado imagens dos adolescentes.
Ele foi absolvido da acusação de corrupção de menores.
Segundo o advogado Otávio Augusto Rossi Vieira, que defende Chipkevitch, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) e o STF (Supremo Tribunal Federal) analisarão recursos para anular a sentença de primeiro grau.
Chipkevitch foi detido após a divulgação de imagens em que aparecia sedando e abusando de seus pacientes. As fitas de vídeo foram encontradas em uma caçamba de rua, em São Paulo, por um trabalhador.
Em dezembro, o CFM (Conselho Federal de Medicina) manteve a decisão do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo de cassar o registro profissional do pediatra.
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TJ reduz para 114 anos a pena de pediatra condenado por pedofilia
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da Folha OnlineA 6ª Câmara do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo reduziu para 114 anos de prisão a pena do pediatra Eugênio Chipkevitch, preso desde março de 2002 por pedofilia. Em 2003, ele havia sido condenado a 124 anos de prisão.
Nesta quinta-feira, os desembargadores do TJ negaram pedido da defesa para anular o julgamento. Porém, deram provimento ao recurso e estabeleceram 99 anos de reclusão em regime fechado por atentado violento ao pudor e 15 anos de reclusão, também em regime fechado, por Chipkevitch ter gravado imagens dos adolescentes.
A.Porto/Folha Imagem |
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| O pediatra Eugênio Chipkevitch |
Ele foi absolvido da acusação de corrupção de menores.
Segundo o advogado Otávio Augusto Rossi Vieira, que defende Chipkevitch, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) e o STF (Supremo Tribunal Federal) analisarão recursos para anular a sentença de primeiro grau.
Chipkevitch foi detido após a divulgação de imagens em que aparecia sedando e abusando de seus pacientes. As fitas de vídeo foram encontradas em uma caçamba de rua, em São Paulo, por um trabalhador.
Em dezembro, o CFM (Conselho Federal de Medicina) manteve a decisão do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo de cassar o registro profissional do pediatra.
Especial


