04/04/2005
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19h48
da Folha Online, no Rio
O secretário estadual da Segurança Pública do Rio, Marcelo Itagiba, afirmou nesta segunda-feira que o envio de 400 homens da Força Nacional anunciado ontem pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, está atrasado. Para ele, não há relação entre a chegada da tropa e a chacina ocorrida na noite de quinta-feira.
Segundo Itagiba, o efetivo está atrasado por falta de repasse de verbas do governo federal para que o Bope (Batalhão de Operação Especiais) possa recebê-los. A Força deve atuar contra o tráfico de drogas e existe a hipótese, ainda segundo Itagiba, que eles participem da prisão de pessoas ligadas a grupos de extermínio.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) informou que o envio ainda não havia sido liberado pois restava a conclusão de "detalhes logísticos" como a reforma do batalhão que abrigaria a tropa. "Na última quinzena", ainda segundo a assessoria, optou-se pelo envio, mesmo antes do término da reforma.
A exemplo de Itagiba, a Senasp também negou que a antecipação esteja ligada às investigações sobre a chacina.
O secretário afirma que o Rio "está pronto" para receber a Força Nacional, que deve treinar em terrenos da favela do Vidigal (zona sul do Rio), mas admite que o local onde ela deverá ficar hospedada ainda não está definido.
Na chacina, 30 pessoas morreram. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, 11 policias militares estão detidos sob acusação de envolvimento no crime. Entre eles, sete estão presos administrativamente, ou seja, em batalhões da Polícia Militar.
Especial
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Força Nacional chega atrasada por falta de repasse de verbas, diz Itagiba
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JANAINA LAGEda Folha Online, no Rio
O secretário estadual da Segurança Pública do Rio, Marcelo Itagiba, afirmou nesta segunda-feira que o envio de 400 homens da Força Nacional anunciado ontem pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, está atrasado. Para ele, não há relação entre a chegada da tropa e a chacina ocorrida na noite de quinta-feira.
Segundo Itagiba, o efetivo está atrasado por falta de repasse de verbas do governo federal para que o Bope (Batalhão de Operação Especiais) possa recebê-los. A Força deve atuar contra o tráfico de drogas e existe a hipótese, ainda segundo Itagiba, que eles participem da prisão de pessoas ligadas a grupos de extermínio.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) informou que o envio ainda não havia sido liberado pois restava a conclusão de "detalhes logísticos" como a reforma do batalhão que abrigaria a tropa. "Na última quinzena", ainda segundo a assessoria, optou-se pelo envio, mesmo antes do término da reforma.
A exemplo de Itagiba, a Senasp também negou que a antecipação esteja ligada às investigações sobre a chacina.
O secretário afirma que o Rio "está pronto" para receber a Força Nacional, que deve treinar em terrenos da favela do Vidigal (zona sul do Rio), mas admite que o local onde ela deverá ficar hospedada ainda não está definido.
Na chacina, 30 pessoas morreram. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, 11 policias militares estão detidos sob acusação de envolvimento no crime. Entre eles, sete estão presos administrativamente, ou seja, em batalhões da Polícia Militar.
Especial


