06/04/2005
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21h45
da Agência Folha
Dois universitários da PUC-Campinas (95 km de São Paulo) ouvidos pela Folha, nesta quarta-feira, revelaram que já tinham conhecimento do estupro de uma estudante de 24 anos, em uma república estudantil após um churrasco, no dia 8 de dezembro.
Eles sabiam do crime por causa de comentários surgidos desde o final do ano passado nos corredores da faculdade em relação ao envolvimento de três estudantes --dois estudantes do curso de arquitetura e outro de jornalismo-- no caso de estupro.
Os suspeitos foram presos sob acusação de dopar e depois estuprar a universitária --que cursa o 3º ano de arquitetura.
"Eles [acusados] costumavam freqüentar diversas festas e continuavam agindo normalmente, mesmo com muita gente comentando na faculdade o que havia ocorrido depois daquele churrasco", disse uma estudante, que preferiu não se identificar. Ela afirmou conhecer a vítima.
Para uma outra estudante do curso de arquitetura, a transferência da universitária reforçou a desconfiança entre os estudantes.
"No começo a gente ouvia falar dessa história, mas não tinha confirmação. O fato de ela ter mudado de faculdade evidenciou que alguma coisa havia acontecido", disse a estudante. Ela declarou que conhece os três acusados e a universitária que registrou a queixa policial.
PUC
A PUC-Campinas confirmou nesta quarta-feira, por meio de uma nota oficial divulgada por sua assessoria de imprensa, "que um aluno da universidade foi detido, para investigações da Policia Civil de Campinas sobre fatos ocorridos em ambiente externo à universidade".
Segundo a nota, "a detenção aconteceu em um pátio do campus 1, razão pela qual a reitoria, ao tomar conhecimento, orientou a direção da Faculdade [de Arquitetura e Urbanismo] a esclarecer os demais alunos".
A PUC-Campinas informou ainda na nota que "não tem mais detalhes sobre o caso e aguarda o desenvolvimento das investigações policiais".
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MAURÍCIO SIMIONATOda Agência Folha
Dois universitários da PUC-Campinas (95 km de São Paulo) ouvidos pela Folha, nesta quarta-feira, revelaram que já tinham conhecimento do estupro de uma estudante de 24 anos, em uma república estudantil após um churrasco, no dia 8 de dezembro.
Eles sabiam do crime por causa de comentários surgidos desde o final do ano passado nos corredores da faculdade em relação ao envolvimento de três estudantes --dois estudantes do curso de arquitetura e outro de jornalismo-- no caso de estupro.
Os suspeitos foram presos sob acusação de dopar e depois estuprar a universitária --que cursa o 3º ano de arquitetura.
"Eles [acusados] costumavam freqüentar diversas festas e continuavam agindo normalmente, mesmo com muita gente comentando na faculdade o que havia ocorrido depois daquele churrasco", disse uma estudante, que preferiu não se identificar. Ela afirmou conhecer a vítima.
Para uma outra estudante do curso de arquitetura, a transferência da universitária reforçou a desconfiança entre os estudantes.
"No começo a gente ouvia falar dessa história, mas não tinha confirmação. O fato de ela ter mudado de faculdade evidenciou que alguma coisa havia acontecido", disse a estudante. Ela declarou que conhece os três acusados e a universitária que registrou a queixa policial.
PUC
A PUC-Campinas confirmou nesta quarta-feira, por meio de uma nota oficial divulgada por sua assessoria de imprensa, "que um aluno da universidade foi detido, para investigações da Policia Civil de Campinas sobre fatos ocorridos em ambiente externo à universidade".
Segundo a nota, "a detenção aconteceu em um pátio do campus 1, razão pela qual a reitoria, ao tomar conhecimento, orientou a direção da Faculdade [de Arquitetura e Urbanismo] a esclarecer os demais alunos".
A PUC-Campinas informou ainda na nota que "não tem mais detalhes sobre o caso e aguarda o desenvolvimento das investigações policiais".
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