03/05/2005
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11h09
Integrantes da FLM (Frente de Luta por Moradia) que invadiram um terreno e um prédio do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), na avenida Nove de Julho (região central de São Paulo), deixaram o imóvel pacificamente no fim da tarde de segunda-feira (2).
Segundo Ivanete de Araújo, uma das coordenadoras da FLM, a invasão teve como objetivo pressionar representantes do Ministério das Cidades e do INSS para liberar 23 terrenos e imóveis, alguns deles particulares, para construção de moradias --a ocupação ocorreu na madrugada de ontem.
Ela também informou que cerca de 150 pessoas deixaram o local após uma reunião entre representantes do movimento e do Ministério das Cidades, em Brasília.
De acordo com a assessoria do Ministério das Cidades, os locais ocupados já foram disponibilizados para habitação. No entanto, a Caixa Econômica Federal pediu um laudo sobre a estrutura do edifício, já que o imóvel passou por alguns incêndios. Caso a liberação seja aprovada, o prédio deverá ser comprado com recursos do PAR (Programa de Arrendamento Residencial) e entregue ao FLM.
Ainda segundo a pasta, outros cinco prédios do INSS em São Paulo serão analisados para que também sejam disponibilizados.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre invasão de sem-teto
Sem-teto abandonam terreno e prédio do INSS em São Paulo
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da Folha OnlineIntegrantes da FLM (Frente de Luta por Moradia) que invadiram um terreno e um prédio do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), na avenida Nove de Julho (região central de São Paulo), deixaram o imóvel pacificamente no fim da tarde de segunda-feira (2).
Segundo Ivanete de Araújo, uma das coordenadoras da FLM, a invasão teve como objetivo pressionar representantes do Ministério das Cidades e do INSS para liberar 23 terrenos e imóveis, alguns deles particulares, para construção de moradias --a ocupação ocorreu na madrugada de ontem.
Ela também informou que cerca de 150 pessoas deixaram o local após uma reunião entre representantes do movimento e do Ministério das Cidades, em Brasília.
De acordo com a assessoria do Ministério das Cidades, os locais ocupados já foram disponibilizados para habitação. No entanto, a Caixa Econômica Federal pediu um laudo sobre a estrutura do edifício, já que o imóvel passou por alguns incêndios. Caso a liberação seja aprovada, o prédio deverá ser comprado com recursos do PAR (Programa de Arrendamento Residencial) e entregue ao FLM.
Ainda segundo a pasta, outros cinco prédios do INSS em São Paulo serão analisados para que também sejam disponibilizados.
Especial

