09/05/2005
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13h36
O laudo divulgado nesta segunda-feira pela Polícia Científica de Pernambuco revela que as pizzas que levaram nove pessoas para o hospital em Petrolândia, na última quinta (5), continham o pesticida organoclorado.
Segundo o diretor-geral do órgão, Paulo Tadeu Clemente de Vasconcelos, o agrotóxico deve ter sido misturada no molho de tomate e na maionese das pizzas. "Não podemos afirmar com certeza, mas esse tipo de veneno se mistura bem com alimentos gordurosos".
Ainda conforme Vasconcelos, o pesticida pode ser encontrado em estado sólido, granulado ou spray, mas não há como confirmar qual desses foi usado para envenenar as pessoas.
Alta
Três pessoas que foram internadas vítimas dos envenenamentos receberam alta, na manhã desta segunda, do Hospital da Restauração, no Recife. Outras quatro pessoas também podem deixar a unidade no final do dia, segundo a assessoria de imprensa do hospital.
O estudante Paulo Henrique Alves, 18, segue internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Ele está passando por um processo de desintoxicação e respira com ajuda de aparelhos.
Envenenamento
Na quinta-feira à noite, nove pessoas --estudantes e funcionários da Escola Estadual Jatobá-- passaram mal após ingerirem duas pizzas e um refrigerante de dois litros sabor laranja entregues por um mototaxista que teria sido pago por uma mulher.
A mulher também mandou entregar um bilhete de amor encaminhado para Alves.
As vítimas foram socorridas e levadas para o Hospital Municipal de Petrolândia. Na madrugada de sexta-feira, elas foram transferidas para o Hospital da Restauração.
Investigações
A polícia de Petrolândia investiga a possibilidade de que o caso possa ter ocorrido em represália contra Alves. Ele e outros quatro alunos tentaram provocar um curto-circuito na escola, no início do ano.
Depois de conversar com a direção do colégio, Alves teria entregado os colegas. A polícia também apura se alguma ex-namorada de Alves tenha participação no caso.
No sábado (7), o delegado-titular da seccional da cidade de Floresta, Roberto Fonseca de Oliveira, ouviu duas ex-namoradas do estudante, a atual namorada e a mãe da vítima.
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da Folha OnlineO laudo divulgado nesta segunda-feira pela Polícia Científica de Pernambuco revela que as pizzas que levaram nove pessoas para o hospital em Petrolândia, na última quinta (5), continham o pesticida organoclorado.
Segundo o diretor-geral do órgão, Paulo Tadeu Clemente de Vasconcelos, o agrotóxico deve ter sido misturada no molho de tomate e na maionese das pizzas. "Não podemos afirmar com certeza, mas esse tipo de veneno se mistura bem com alimentos gordurosos".
Ainda conforme Vasconcelos, o pesticida pode ser encontrado em estado sólido, granulado ou spray, mas não há como confirmar qual desses foi usado para envenenar as pessoas.
Alta
Três pessoas que foram internadas vítimas dos envenenamentos receberam alta, na manhã desta segunda, do Hospital da Restauração, no Recife. Outras quatro pessoas também podem deixar a unidade no final do dia, segundo a assessoria de imprensa do hospital.
O estudante Paulo Henrique Alves, 18, segue internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Ele está passando por um processo de desintoxicação e respira com ajuda de aparelhos.
Envenenamento
Na quinta-feira à noite, nove pessoas --estudantes e funcionários da Escola Estadual Jatobá-- passaram mal após ingerirem duas pizzas e um refrigerante de dois litros sabor laranja entregues por um mototaxista que teria sido pago por uma mulher.
A mulher também mandou entregar um bilhete de amor encaminhado para Alves.
As vítimas foram socorridas e levadas para o Hospital Municipal de Petrolândia. Na madrugada de sexta-feira, elas foram transferidas para o Hospital da Restauração.
Investigações
A polícia de Petrolândia investiga a possibilidade de que o caso possa ter ocorrido em represália contra Alves. Ele e outros quatro alunos tentaram provocar um curto-circuito na escola, no início do ano.
Depois de conversar com a direção do colégio, Alves teria entregado os colegas. A polícia também apura se alguma ex-namorada de Alves tenha participação no caso.
No sábado (7), o delegado-titular da seccional da cidade de Floresta, Roberto Fonseca de Oliveira, ouviu duas ex-namoradas do estudante, a atual namorada e a mãe da vítima.
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