04/06/2005
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20h10
Durou quase 18 horas o primeiro depoimento à Justiça dos 11 policiais militares do Rio de Janeiro acusados de envolvimento na chacina em que morreram 29 pessoas, no dia 31 de março em Queimados e Nova Iguaçu (Baixada Fluminense). O interrogatório dos policiais, na 4ª Vara Criminal do Fórum de Nova Iguaçu, terminou na madrugada de hoje.
Segundo o promotor Marcelo Muniz, que ofereceu a denúncia sobre o caso e acompanhou toda a sessão, "já há provas judiciais suficientes para condenar os policiais acusados".
O promotor considerou os depoimentos "inconsistentes e incoerentes". Para ele, a maioria dos policiais entrou em contradição ao ser interrogada pela juíza Elizabeth Machado Louro. Eles negaram a participação nos assassinatos e um chegou a chorar.
No próximo dia 17, a juíza vai ouvir as testemunhas de defesa e de acusação. Depois, a Justiça vai analisar o processo e somente em quatro meses deve decidir se os policiais militares serão levados a júri popular.
Durante os depoimentos dos acusados, os familiares da vítimas fizeram uma manifestação na porta do fórum de Nova Iguaçu. Eles pediram a condenação dos policiais, que são acusados de homicídio duplamente qualificado e formação de quadrilha. Após os depoimentos, eles voltaram para as prisões que ocupam nos batalhões e também na Polinter (Polícia Interestadual).
Com Agência Brasil
Especial
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Promotor diz que há provas para condenar acusados da chacina no Rio
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da Folha OnlineDurou quase 18 horas o primeiro depoimento à Justiça dos 11 policiais militares do Rio de Janeiro acusados de envolvimento na chacina em que morreram 29 pessoas, no dia 31 de março em Queimados e Nova Iguaçu (Baixada Fluminense). O interrogatório dos policiais, na 4ª Vara Criminal do Fórum de Nova Iguaçu, terminou na madrugada de hoje.
Segundo o promotor Marcelo Muniz, que ofereceu a denúncia sobre o caso e acompanhou toda a sessão, "já há provas judiciais suficientes para condenar os policiais acusados".
O promotor considerou os depoimentos "inconsistentes e incoerentes". Para ele, a maioria dos policiais entrou em contradição ao ser interrogada pela juíza Elizabeth Machado Louro. Eles negaram a participação nos assassinatos e um chegou a chorar.
No próximo dia 17, a juíza vai ouvir as testemunhas de defesa e de acusação. Depois, a Justiça vai analisar o processo e somente em quatro meses deve decidir se os policiais militares serão levados a júri popular.
Durante os depoimentos dos acusados, os familiares da vítimas fizeram uma manifestação na porta do fórum de Nova Iguaçu. Eles pediram a condenação dos policiais, que são acusados de homicídio duplamente qualificado e formação de quadrilha. Após os depoimentos, eles voltaram para as prisões que ocupam nos batalhões e também na Polinter (Polícia Interestadual).
Com Agência Brasil
Especial

