17/07/2005
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11h53
Utilizando cerca de 200kg de explosivos, a implosão dos pavilhões 2 e 5 da antiga Casa de Detenção, o Carandiru (zona norte de São Paulo), não durou mais do que cinco segundos. A área será acrescida ao parque da Juventude.
A circulação entre as estações Tietê e Santana do metrô (linha azul), que chegou a ser interrompida pouco antes da implosão, que ocorreu por volta das 11h, já foi liberada.
Algumas ruas na região do Carandiru foram interditadas, mas a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) não registrou pontos de lentidão.
O ato é tido pelo governo do Estado de Estado de São Paulo como o início da implantação da terceira fase do parque da Juventude. A primeira fase, com quadras poliesportivas, e a segunda (o jardim) foram entregues em 2003 e 2004, respectivamente. Em dezembro de 2002, as unidades 6, 8 e 9 foram implodidas. Apenas os pavilhões 4 e 7 serão mantidos.
No lugar dos pavilhões 2 --cenário de parte do filme "Carandiru"-- e 5 --a "masmorra" dos últimos dias do presídio-- será levantado um pavilhão de exposições. O custo da obra está estimado em R$ 6,5, além dos R$ 2,5 milhões gastos com a implosão. A reforma dos dois edifícios, segundo o governo do Estado, custaria R$ 28 milhões.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o Carandiru
Dois pavilhões do Carandiru são implodidos
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da Folha OnlineUtilizando cerca de 200kg de explosivos, a implosão dos pavilhões 2 e 5 da antiga Casa de Detenção, o Carandiru (zona norte de São Paulo), não durou mais do que cinco segundos. A área será acrescida ao parque da Juventude.
A circulação entre as estações Tietê e Santana do metrô (linha azul), que chegou a ser interrompida pouco antes da implosão, que ocorreu por volta das 11h, já foi liberada.
Algumas ruas na região do Carandiru foram interditadas, mas a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) não registrou pontos de lentidão.
O ato é tido pelo governo do Estado de Estado de São Paulo como o início da implantação da terceira fase do parque da Juventude. A primeira fase, com quadras poliesportivas, e a segunda (o jardim) foram entregues em 2003 e 2004, respectivamente. Em dezembro de 2002, as unidades 6, 8 e 9 foram implodidas. Apenas os pavilhões 4 e 7 serão mantidos.
No lugar dos pavilhões 2 --cenário de parte do filme "Carandiru"-- e 5 --a "masmorra" dos últimos dias do presídio-- será levantado um pavilhão de exposições. O custo da obra está estimado em R$ 6,5, além dos R$ 2,5 milhões gastos com a implosão. A reforma dos dois edifícios, segundo o governo do Estado, custaria R$ 28 milhões.
Especial


