12/08/2005
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22h29
da Agência Folha, em Belo Horizonte
Em três dos 11 carros apreendidos há dois dias na região de Sete Lagoas (MG), a Polícia Federal já encontrou R$ 4,966 milhões. O valor pode ser parte dos R$ 164,8 milhões levados do Banco Central de Fortaleza (CE) no último fim de semana. Trata-se do maior furto a banco já registrado no país.
A suspeita é que parte dos veículos tenha sido comprada pelos criminosos, que pagaram em dinheiro. Três dos carros ainda não foram periciados. Eles estavam em um caminhão-cegonha e seriam levados para São Paulo quando foram apreendidos pela PF.
Nesta sexta-feira, foram localizados mais R$ 605 mil em notas de R$ 50 envolvidas por cintas com carimbo de Fortaleza. As cédulas estavam escondidas em uma camionete Mitsubishi L200.
Estavam dentro do veículo R$ 1.615.100, sendo que R$ 1,01 milhão já havia sido descoberto na madrugada de quinta-feira. Hoje, a perícia encontrou dinheiro também dentro das portas traseiras de um Citroën C3 (R$ 1,309 milhão). O dinheiro foi colocado entre a lataria e o revestimento interno.
Na quinta-feira, a PF havia encontrado dinheiro em uma picape Montana (R$ 2,042 milhão), suspeita de ter sido comprada pela quadrilha.
Os peritos recolheram para análise as cintas de papel que enrolavam os maços de notas e os revestimentos internos das portas do Citroën C3 para tentar identificar digitais de possíveis integrantes do bando.
Dentro do veículo estavam um carrinho de boneca, um balde e um regador de brinquedo. Um fiscal do Banco Central de Belo Horizonte acompanhou o trabalho dos peritos.
O porta-voz da PF em Minas Gerais, delegado Alexandre Leão, disse que os objetos encontrados dentro dos carros serão todos periciados. Segundo o delegado, além das digitais, é possível identificar ferramentas usadas pelos assaltantes para esconder o dinheiro dentro dos veículos.
Os peritos vasculharam a própria carreta para ver se havia dinheiro escondido, mas nada foi encontrado. A expectativa é que o trabalho da perícia seja concluído até a próxima quarta-feira.
Carros
Em oito dos 11 carros transportados na cegonheira, vistoriados hoje, a perícia não encontrou dinheiro. No porta-malas de um Renault Mégane foram encontradas seis caixas com brinquedos e bichos de pelúcia e um cercadinho para bebês desmontável.
Também estavam sendo transportados na cegonha um Audi A3, dois Fiestas, um Kadett e dois Jeeps. Diferentemente do que foi publicado hoje, havia um Gol, e não um Pálio, na carreta. Todos os carros são usados.
Segundo a PF, o proprietário do Kadett entrou em contato com os policiais ontem para pedir a liberação do veículo. Ele disse à PF que o carro estragou em Fortaleza e que precisou do serviço da transportadora. Todos os 11 carros e o caminhão-cegonha vão ficar apreendidos na Superintendência da PF em Belo Horizonte à disposição da Justiça.
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SÍLVIA FREIREda Agência Folha, em Belo Horizonte
Em três dos 11 carros apreendidos há dois dias na região de Sete Lagoas (MG), a Polícia Federal já encontrou R$ 4,966 milhões. O valor pode ser parte dos R$ 164,8 milhões levados do Banco Central de Fortaleza (CE) no último fim de semana. Trata-se do maior furto a banco já registrado no país.
A suspeita é que parte dos veículos tenha sido comprada pelos criminosos, que pagaram em dinheiro. Três dos carros ainda não foram periciados. Eles estavam em um caminhão-cegonha e seriam levados para São Paulo quando foram apreendidos pela PF.
| C.Machado/"Hoje Em Dia" |
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| Policiais encontram dinheiro em carros apreendidos em MG |
Estavam dentro do veículo R$ 1.615.100, sendo que R$ 1,01 milhão já havia sido descoberto na madrugada de quinta-feira. Hoje, a perícia encontrou dinheiro também dentro das portas traseiras de um Citroën C3 (R$ 1,309 milhão). O dinheiro foi colocado entre a lataria e o revestimento interno.
Na quinta-feira, a PF havia encontrado dinheiro em uma picape Montana (R$ 2,042 milhão), suspeita de ter sido comprada pela quadrilha.
Os peritos recolheram para análise as cintas de papel que enrolavam os maços de notas e os revestimentos internos das portas do Citroën C3 para tentar identificar digitais de possíveis integrantes do bando.
Dentro do veículo estavam um carrinho de boneca, um balde e um regador de brinquedo. Um fiscal do Banco Central de Belo Horizonte acompanhou o trabalho dos peritos.
O porta-voz da PF em Minas Gerais, delegado Alexandre Leão, disse que os objetos encontrados dentro dos carros serão todos periciados. Segundo o delegado, além das digitais, é possível identificar ferramentas usadas pelos assaltantes para esconder o dinheiro dentro dos veículos.
Os peritos vasculharam a própria carreta para ver se havia dinheiro escondido, mas nada foi encontrado. A expectativa é que o trabalho da perícia seja concluído até a próxima quarta-feira.
Carros
Em oito dos 11 carros transportados na cegonheira, vistoriados hoje, a perícia não encontrou dinheiro. No porta-malas de um Renault Mégane foram encontradas seis caixas com brinquedos e bichos de pelúcia e um cercadinho para bebês desmontável.
Também estavam sendo transportados na cegonha um Audi A3, dois Fiestas, um Kadett e dois Jeeps. Diferentemente do que foi publicado hoje, havia um Gol, e não um Pálio, na carreta. Todos os carros são usados.
Segundo a PF, o proprietário do Kadett entrou em contato com os policiais ontem para pedir a liberação do veículo. Ele disse à PF que o carro estragou em Fortaleza e que precisou do serviço da transportadora. Todos os 11 carros e o caminhão-cegonha vão ficar apreendidos na Superintendência da PF em Belo Horizonte à disposição da Justiça.
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