23/10/2005
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17h39
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começou a apurar os votos do referendo sobre a venda de armas de fogo e munição do país. A votação terminou às 17h (horário de Brasília) deste domingo na maior parte do país. Os horários não são os mesmos em todos os Estados devido aos fusos diferenciados e ao horário de verão.
Até as 20h, quando termina a votação no Acre, o TSE divulgará apenas a parcial dos votos brancos e nulos; comparecimento e abstenção. A expectativa é que, quando forem divulgados os resultados para o "sim" e para o "não", 80% dos votos já tenham sido apurados.
A Folha Online acompanha em tempo real a apuração divulgada pelo TSE. Clique aqui para ver os resultados.
Referendo
Os eleitores foram convocados a responder à seguinte pergunta: "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?". Caso a proibição seja aprovada por maioria simples do eleitorado, ela entrará em vigor na data de publicação do resultado pelo TSE.
Ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
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TSE inicia apuração de votos do referendo
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da Folha OnlineO TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começou a apurar os votos do referendo sobre a venda de armas de fogo e munição do país. A votação terminou às 17h (horário de Brasília) deste domingo na maior parte do país. Os horários não são os mesmos em todos os Estados devido aos fusos diferenciados e ao horário de verão.
Até as 20h, quando termina a votação no Acre, o TSE divulgará apenas a parcial dos votos brancos e nulos; comparecimento e abstenção. A expectativa é que, quando forem divulgados os resultados para o "sim" e para o "não", 80% dos votos já tenham sido apurados.
A Folha Online acompanha em tempo real a apuração divulgada pelo TSE. Clique aqui para ver os resultados.
Referendo
Os eleitores foram convocados a responder à seguinte pergunta: "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?". Caso a proibição seja aprovada por maioria simples do eleitorado, ela entrará em vigor na data de publicação do resultado pelo TSE.
Ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
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