23/10/2005
-
21h46
Os mais de 122 milhões de brasileiros decidiram neste domingo não proibir a venda de armas de fogo e munição no país. Às 21h41, com 93,97% das urnas apuradas (303.871), o "não" tem 63,99% dos votos válidos, contra 36,01% do "sim".
De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os votos válidos somam 96,92% do eleitorado. Os votos brancos somam 1.270.532 (1,40%) e os nulos, 1.518.221 (1,67%).
A Folha Online acompanha em tempo real a apuração divulgada pelo TSE. Clique aqui para ver os resultados.
Referendo
Os eleitores foram convocados a responder à seguinte pergunta no domingo (23): "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?".
Caso a proibição fosse aprovada por maioria simples do eleitorado, ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
Leia mais
"Não" vence referendo sobre venda de armas no país
Marketing foi "arma" para vitória do "não"
Mesmo sem proibição, regras para porte de armas são rígidas
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o referendo
Leia a cobertura completa sobre o referendo sobre a venda de armas e munição
Com quase 94% das urnas apuradas, "não" tem 63,99% dos votos
da Folha OnlineOs mais de 122 milhões de brasileiros decidiram neste domingo não proibir a venda de armas de fogo e munição no país. Às 21h41, com 93,97% das urnas apuradas (303.871), o "não" tem 63,99% dos votos válidos, contra 36,01% do "sim".
De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os votos válidos somam 96,92% do eleitorado. Os votos brancos somam 1.270.532 (1,40%) e os nulos, 1.518.221 (1,67%).
A Folha Online acompanha em tempo real a apuração divulgada pelo TSE. Clique aqui para ver os resultados.
Referendo
Os eleitores foram convocados a responder à seguinte pergunta no domingo (23): "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?".
Caso a proibição fosse aprovada por maioria simples do eleitorado, ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
Leia mais
Especial

