24/10/2005
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01h12
Em Minas Gerais, 61,28% dos votos válidos foram dirigidos para a opção "não" no referendo sobre o comércio de armas de fogo e munição no país. Os eleitores do "sim" representaram 38,72% dos votos, para uma taxa de abstenção de 21,72%. Votos nulos corresponderam a 2% do total enquanto 1,67% votos foram em branco. Os votos apurados totalizaram 10.426.350 de um eleitorado de 13.320.620 de cidadãos.
A apuração dos votos começou após as 17h, quando a votação terminou na maior parte do país. Os votos para o "sim" e para o "não" começaram a ser divulgados às 20h, quando terminou a votação no Acre. Os horários não são os mesmos em todos os Estados devido aos fusos diferenciados e ao horário de verão.
A Folha Online acompanha em tempo real a apuração divulgada pelo TSE. Clique aqui para ver os resultados.
Referendo
Os eleitores foram convocados a responder à seguinte pergunta no domingo (23): "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?".
Caso a proibição fosse aprovada por maioria simples do eleitorado, ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
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Mineiros escolhem o "não" em 61,28% dos votos contra 38,72% do "sim"
da Folha OnlineEm Minas Gerais, 61,28% dos votos válidos foram dirigidos para a opção "não" no referendo sobre o comércio de armas de fogo e munição no país. Os eleitores do "sim" representaram 38,72% dos votos, para uma taxa de abstenção de 21,72%. Votos nulos corresponderam a 2% do total enquanto 1,67% votos foram em branco. Os votos apurados totalizaram 10.426.350 de um eleitorado de 13.320.620 de cidadãos.
A apuração dos votos começou após as 17h, quando a votação terminou na maior parte do país. Os votos para o "sim" e para o "não" começaram a ser divulgados às 20h, quando terminou a votação no Acre. Os horários não são os mesmos em todos os Estados devido aos fusos diferenciados e ao horário de verão.
A Folha Online acompanha em tempo real a apuração divulgada pelo TSE. Clique aqui para ver os resultados.
Referendo
Os eleitores foram convocados a responder à seguinte pergunta no domingo (23): "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?".
Caso a proibição fosse aprovada por maioria simples do eleitorado, ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
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