24/10/2005
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03h49
Os eleitores brasileiros decidiram neste domingo não proibir a venda de armas de fogo e munição no país. Às 03h46, com 99,85% das urnas apuradas (322.874), o "não" tem 63,92% dos votos válidos, contra 36,08% do "sim".
De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os votos válidos somam 96,92% do eleitorado. Os votos brancos somam 1.328.409 (1,39%) e os nulos, 1.603.032 (1,68%).
A Folha Online acompanha em tempo real a apuração divulgada pelo TSE. Clique aqui para ver os resultados.
Referendo
Os eleitores foram convocados a responder à seguinte pergunta: "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?".
Caso a proibição fosse aprovada por maioria simples do eleitorado, ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
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Especial
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Com 99,85% das urnas apuradas, "não" tem 63,92% dos votos
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da Folha OnlineOs eleitores brasileiros decidiram neste domingo não proibir a venda de armas de fogo e munição no país. Às 03h46, com 99,85% das urnas apuradas (322.874), o "não" tem 63,92% dos votos válidos, contra 36,08% do "sim".
De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os votos válidos somam 96,92% do eleitorado. Os votos brancos somam 1.328.409 (1,39%) e os nulos, 1.603.032 (1,68%).
A Folha Online acompanha em tempo real a apuração divulgada pelo TSE. Clique aqui para ver os resultados.
Referendo
Os eleitores foram convocados a responder à seguinte pergunta: "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?".
Caso a proibição fosse aprovada por maioria simples do eleitorado, ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
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