27/10/2005
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12h35
A juíza Ildete Veríssimo, da vara de Ipojuca (PE), condenou o estudante Thiago Alencar Carneiro da Silva, 22, a dois anos e nove meses de prisão por permitir que as adolescentes Tarsila Gusmão e Maria Eduarda Dourado ingerissem bebidas alcoólicas. As duas foram assassinadas em 2003.
As garotas estavam hospedadas na casa de Silva, na praia de Serrambi, próximo a Porto de Galinhas. Depois de um passeio na praia, elas pegaram carona com dois irmãos em uma Kombi. Dez dias depois, Tarsila e Maria Eduarda foram encontradas mortas a tiros em uma estrada que corta um canavial.
Os dois motoristas da Kombi foram presos, mas acabaram liberados por falta de provas.
Constrangimento
Silva também foi considerado culpado por constrangimento pela juíza. As garotas teriam pedido carona após o estudante se recusar a buscá-las na praia.
A juíza determinou que a pena seja cumprida na penitenciária agro-industrial São João.
A reportagem não conseguiu localizar a defesa do estudante para comentar a decisão.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o crime de Serrambi
Juíza condena estudante por dar bebiba a amigas que foram assassinadas
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da Folha OnlineA juíza Ildete Veríssimo, da vara de Ipojuca (PE), condenou o estudante Thiago Alencar Carneiro da Silva, 22, a dois anos e nove meses de prisão por permitir que as adolescentes Tarsila Gusmão e Maria Eduarda Dourado ingerissem bebidas alcoólicas. As duas foram assassinadas em 2003.
As garotas estavam hospedadas na casa de Silva, na praia de Serrambi, próximo a Porto de Galinhas. Depois de um passeio na praia, elas pegaram carona com dois irmãos em uma Kombi. Dez dias depois, Tarsila e Maria Eduarda foram encontradas mortas a tiros em uma estrada que corta um canavial.
Os dois motoristas da Kombi foram presos, mas acabaram liberados por falta de provas.
Constrangimento
Silva também foi considerado culpado por constrangimento pela juíza. As garotas teriam pedido carona após o estudante se recusar a buscá-las na praia.
A juíza determinou que a pena seja cumprida na penitenciária agro-industrial São João.
A reportagem não conseguiu localizar a defesa do estudante para comentar a decisão.
Especial

