20/02/2006
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10h30
O nível do rio Acre, que cruza Rio Branco, capital do Estado, subiu mais quatro centímetros entre a noite de domingo (19) e a manhã desta segunda-feira. Oficialmente, cerca de 26 mil pessoas, de acordo com estimativas da Defesa Civil, foram atingidas devido ao alagamento de 7.000 imóveis. Inicialmente, havia sido divulgado que 7.300 imóveis estavam alagados, e que 29 mil pessoas haviam sido afetadas.
De acordo com a Defesa Civil Municipal, o rio passou de 16,60 metros para 16,64 metros. Depois que o rio atinge 14 metros há transbordamento. O estado de alerta é anunciado quando a água chega a 13,50 metros.
O nível recorde foi atingido em março de 1997, quando o rio Acre atingiu 17,66 metros.
Ao todo, 27 bairros estão ao menos parcialmente sem luz. O fornecimento de luz foi interrompido porque em vários bairros o nível da água chegou próximo ao da rede elétrica. O transbordamento também afetou a rede de distribuição de água, deixando a cidade sem abastecimento.
Cada vez que o rio sobe dez centímetros, a Prefeitura de Rio Branco estima que mil pessoas sejam atingidas. No total, 830 famílias estão abrigadas em um parque, um ginásio esportivo e 28 escolas da rede pública. Na última terça-feira (14), o prefeito Raimundo Angelim decretou situação de emergência na última terça-feira (14).
Na última quinta-feira (16), o alto nível do rio --então em 16,26 m-- obrigou a RB-Trans (Superintendência de Transportes e Trânsito de Rio Branco) a interditar a ponte de acesso ao bairro São Francisco. Faltavam apenas 70 centímetros para que a água cobrisse o vão da ponte.
Somente pedestres, ciclistas e motociclistas podiam cruzar a ponte. Uma ponte provisória, que volte a viabilizar o tráfego de balseiros, deverá ser construída ao lado da que foi interditada.
A Prefeitura de Rio Branco, por intermédio de sua assessoria de imprensa, disse que relatórios parciais apontam um prejuízo de cerca de R$ 650 mil com as chuvas na capital.
Com Agência Folha
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Nível do rio Acre sobe mais quatro centímetros; enchente atinge 26 mil pessoas
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da Folha OnlineO nível do rio Acre, que cruza Rio Branco, capital do Estado, subiu mais quatro centímetros entre a noite de domingo (19) e a manhã desta segunda-feira. Oficialmente, cerca de 26 mil pessoas, de acordo com estimativas da Defesa Civil, foram atingidas devido ao alagamento de 7.000 imóveis. Inicialmente, havia sido divulgado que 7.300 imóveis estavam alagados, e que 29 mil pessoas haviam sido afetadas.
| Divulgação/Prefeitura |
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| Nível do rio Acre sobe e deixa Rio Branco em alerta |
O nível recorde foi atingido em março de 1997, quando o rio Acre atingiu 17,66 metros.
Ao todo, 27 bairros estão ao menos parcialmente sem luz. O fornecimento de luz foi interrompido porque em vários bairros o nível da água chegou próximo ao da rede elétrica. O transbordamento também afetou a rede de distribuição de água, deixando a cidade sem abastecimento.
Cada vez que o rio sobe dez centímetros, a Prefeitura de Rio Branco estima que mil pessoas sejam atingidas. No total, 830 famílias estão abrigadas em um parque, um ginásio esportivo e 28 escolas da rede pública. Na última terça-feira (14), o prefeito Raimundo Angelim decretou situação de emergência na última terça-feira (14).

Na última quinta-feira (16), o alto nível do rio --então em 16,26 m-- obrigou a RB-Trans (Superintendência de Transportes e Trânsito de Rio Branco) a interditar a ponte de acesso ao bairro São Francisco. Faltavam apenas 70 centímetros para que a água cobrisse o vão da ponte.
Somente pedestres, ciclistas e motociclistas podiam cruzar a ponte. Uma ponte provisória, que volte a viabilizar o tráfego de balseiros, deverá ser construída ao lado da que foi interditada.
A Prefeitura de Rio Branco, por intermédio de sua assessoria de imprensa, disse que relatórios parciais apontam um prejuízo de cerca de R$ 650 mil com as chuvas na capital.
Com Agência Folha
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