23/05/2006
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16h32
A Secretaria da Segurança Pública reviu os números da violência e, nesta terça-feira, afirmou que são 79 os suspeitos de envolvimento em ataques do PCC mortos pela polícia no Estado de São Paulo, desde o dia 12. Antes, o número de suspeitos era de 109.
Segundo o governo estadual, dos 79 considerados suspeitos, 55 já foram identificados e 49 deles têm antecedentes criminais e ligação com a facção criminosa.
De acordo com a nova classificação da secretaria, dos 79 mortos suspeitos, 62 morreram em reação imediata da polícia aos ataques e 17 foram mortes consideradas "preventivas" -- partiram de denúncias feitas por telefone.
Outras 31 mortes registradas no período, segundo o secretário Saulo de Castro Abreu Filho, ocorreram em casos de resistência considerados "normais" pela polícia paulista, isto é, em casos rotineiros, como assaltos.
A soma dos números apresentados na manhã desta terça pela secretaria resulta em 110 mortes, não 109 --como divulgado oficialmente até esta segunda-feira. "O mundo não parou em função do ataque", afirmou Abreu Filho.
Em entrevista coletiva, o secretário afirmou que não vai tornar pública a lista com os nomes dos mortos. Segundo ele, a secretaria atenderá "no seu tempo" o pedido do Ministério Público --que deu prazo até esta quinta-feira para as polícias Civil e Militar entregarem a lista dos nomes das pessoas mortas.
"Quando a informação vai chegar? Vai chegar quando ela estiver pronta", disse Abreu Filho. "Pode ser amanhã, pode ser em 72 [horas], pode ser em 90 horas, o que eu vou fazer?"
Abreu Filho participou de uma reunião de quatro horas com o governador Cláudio Lembo (PFL) e o procurador-geral da Justiça do Estado, Rodrigo Pinho. O teor da conversa não foi divulgado.
Colaboraram LÍVIA MARRA, editora de Cotidiano da Folha Online e TATIANA FÁVARO, da Folha Online
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da Folha OnlineA Secretaria da Segurança Pública reviu os números da violência e, nesta terça-feira, afirmou que são 79 os suspeitos de envolvimento em ataques do PCC mortos pela polícia no Estado de São Paulo, desde o dia 12. Antes, o número de suspeitos era de 109.
Segundo o governo estadual, dos 79 considerados suspeitos, 55 já foram identificados e 49 deles têm antecedentes criminais e ligação com a facção criminosa.
De acordo com a nova classificação da secretaria, dos 79 mortos suspeitos, 62 morreram em reação imediata da polícia aos ataques e 17 foram mortes consideradas "preventivas" -- partiram de denúncias feitas por telefone.
Outras 31 mortes registradas no período, segundo o secretário Saulo de Castro Abreu Filho, ocorreram em casos de resistência considerados "normais" pela polícia paulista, isto é, em casos rotineiros, como assaltos.
A soma dos números apresentados na manhã desta terça pela secretaria resulta em 110 mortes, não 109 --como divulgado oficialmente até esta segunda-feira. "O mundo não parou em função do ataque", afirmou Abreu Filho.
Em entrevista coletiva, o secretário afirmou que não vai tornar pública a lista com os nomes dos mortos. Segundo ele, a secretaria atenderá "no seu tempo" o pedido do Ministério Público --que deu prazo até esta quinta-feira para as polícias Civil e Militar entregarem a lista dos nomes das pessoas mortas.
"Quando a informação vai chegar? Vai chegar quando ela estiver pronta", disse Abreu Filho. "Pode ser amanhã, pode ser em 72 [horas], pode ser em 90 horas, o que eu vou fazer?"
Abreu Filho participou de uma reunião de quatro horas com o governador Cláudio Lembo (PFL) e o procurador-geral da Justiça do Estado, Rodrigo Pinho. O teor da conversa não foi divulgado.
Colaboraram LÍVIA MARRA, editora de Cotidiano da Folha Online e TATIANA FÁVARO, da Folha Online
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