31/05/2006
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09h32
A ex-estudante Suzane Louise von Richthofen, 22, ficou ontem sem vigilância policial, em seu primeiro dia de prisão domiciliar, em desrespeito a uma determinação da Justiça.
O TJ (Tribunal de Justiça), que deveria solicitar a escolta, e a Secretaria da Segurança Pública, que providenciaria um carro e um agente, têm versões diferentes sobre o que aconteceu.
Suzane foi beneficiada por uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), na última sexta. A ex-estudante --ré confessa no processo que a acusa de ter matado os pais, Manfred, 49, e Marísia, 50, em 2002-- está no apartamento de seu ex-tutor e advogado Denivaldo Barni, no Morumbi (zona oeste de SP), desde anteontem.
Segundo informou a Secretaria da Segurança, o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) --que fez a escolta dela do Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro (175 km de SP) até São Paulo-- não foi informado que precisava manter um carro e um agente no local.
Já o TJ informou que pediu a vigilância ao DHPP que, por sua vez, afirmou não ter condições de disponibilizar um homem e um carro. Com isso, segundo o TJ, teria ficado acertado que o Gabinete Militar do Palácio da Justiça faria esse serviço.
No entanto, de acordo com a assessoria de imprensa do Gabinete Militar, a Justiça determinou uma "escolta discreta", o que tornaria inviável manter um agente lá, já que ele estaria fardado.
Moradores, funcionários e o porteiro do prédio onde está Suzane confirmaram ontem que não viram nenhum tipo de escolta.
Os advogados dos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos entraram ontem com um pedido no STJ pedindo também o direito de prisão domiciliar. Os dois confessaram envolvimento no assassinato dos pais de Suzane. O julgamento dos três está marcado para segunda-feira.
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Em prisão domiciliar, Suzane fica sem vigilância policial
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do AgoraA ex-estudante Suzane Louise von Richthofen, 22, ficou ontem sem vigilância policial, em seu primeiro dia de prisão domiciliar, em desrespeito a uma determinação da Justiça.
O TJ (Tribunal de Justiça), que deveria solicitar a escolta, e a Secretaria da Segurança Pública, que providenciaria um carro e um agente, têm versões diferentes sobre o que aconteceu.
Suzane foi beneficiada por uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), na última sexta. A ex-estudante --ré confessa no processo que a acusa de ter matado os pais, Manfred, 49, e Marísia, 50, em 2002-- está no apartamento de seu ex-tutor e advogado Denivaldo Barni, no Morumbi (zona oeste de SP), desde anteontem.
Segundo informou a Secretaria da Segurança, o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) --que fez a escolta dela do Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro (175 km de SP) até São Paulo-- não foi informado que precisava manter um carro e um agente no local.
Já o TJ informou que pediu a vigilância ao DHPP que, por sua vez, afirmou não ter condições de disponibilizar um homem e um carro. Com isso, segundo o TJ, teria ficado acertado que o Gabinete Militar do Palácio da Justiça faria esse serviço.
No entanto, de acordo com a assessoria de imprensa do Gabinete Militar, a Justiça determinou uma "escolta discreta", o que tornaria inviável manter um agente lá, já que ele estaria fardado.
Moradores, funcionários e o porteiro do prédio onde está Suzane confirmaram ontem que não viram nenhum tipo de escolta.
Os advogados dos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos entraram ontem com um pedido no STJ pedindo também o direito de prisão domiciliar. Os dois confessaram envolvimento no assassinato dos pais de Suzane. O julgamento dos três está marcado para segunda-feira.
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