02/06/2006
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19h04
Os advogados dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, que serão julgados na próxima segunda-feira (5) por terem planejado e matado o casal Manfred e Marísia von Richthofen em 2002, enviaram nesta sexta-feira um habeas corpus com pedido de liminar ao STF (Supremo Tribunal Federal) requerendo que eles passem a cumprir prisão domiciliar.
No documento, a defesa dos irmãos acusa o ministro Nilson Naves, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), de dar "tratamento diferenciado" à filha do casal morto e também ré confessa no caso, Suzane von Richthofen.
O ministro concedeu prisão domiciliar a Suzane na sexta-feira passada (26). Desde segunda-feira (29), ela está no apartamento de seu ex-tutor legal e advogado, Denivaldo Barni, no Morumbi (zona oeste de São Paulo).
Os advogados dos irmãos Cravinhos recorreram ao próprio ministro para pedir a extensão do benefício a eles, mas Naves entendeu que a matéria deveria ser tratada como um novo habeas corpus, já que os motivos que levaram os irmãos e Suzane à prisão são diferentes.
Para julgar o habeas corpus, o ministro pediu informações à Justiça paulista --que, até o final da tarde desta sexta ainda não haviam sido enviadas-- e atrasou a decisão, praticamente impedindo que os irmãos deixassem o sistema penitenciário antes do julgamento.
Em junho de 2005, Suzane obteve liberdade provisória graças a uma decisão do mesmo STJ. O tribunal levou cinco meses para estender o benefício aos irmãos Cravinhos.
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Defesa dos Cravinhos recorre ao STF para obter prisão domiciliar
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da Folha OnlineOs advogados dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, que serão julgados na próxima segunda-feira (5) por terem planejado e matado o casal Manfred e Marísia von Richthofen em 2002, enviaram nesta sexta-feira um habeas corpus com pedido de liminar ao STF (Supremo Tribunal Federal) requerendo que eles passem a cumprir prisão domiciliar.
No documento, a defesa dos irmãos acusa o ministro Nilson Naves, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), de dar "tratamento diferenciado" à filha do casal morto e também ré confessa no caso, Suzane von Richthofen.
O ministro concedeu prisão domiciliar a Suzane na sexta-feira passada (26). Desde segunda-feira (29), ela está no apartamento de seu ex-tutor legal e advogado, Denivaldo Barni, no Morumbi (zona oeste de São Paulo).
Os advogados dos irmãos Cravinhos recorreram ao próprio ministro para pedir a extensão do benefício a eles, mas Naves entendeu que a matéria deveria ser tratada como um novo habeas corpus, já que os motivos que levaram os irmãos e Suzane à prisão são diferentes.
Para julgar o habeas corpus, o ministro pediu informações à Justiça paulista --que, até o final da tarde desta sexta ainda não haviam sido enviadas-- e atrasou a decisão, praticamente impedindo que os irmãos deixassem o sistema penitenciário antes do julgamento.
Em junho de 2005, Suzane obteve liberdade provisória graças a uma decisão do mesmo STJ. O tribunal levou cinco meses para estender o benefício aos irmãos Cravinhos.
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