12/06/2006
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16h36
O superintendente do 13º DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), Wadir Brandão, foi preso na manhã desta segunda-feira, em Curitiba (PR), sob a suspeita de integrar um esquema de exploração clandestina de diamantes que atuava no rio Tibagi.
De acordo com o Ministério Público Federal, Brandão era conivente com a fraude dos certificados que autorizam o comércio internacional de pedras preciosas. Desta forma, as pedras obtidas de maneira ilegal podiam ser vendidas normalmente.
Brandão também é acusado de conceder ilegalmente alvarás de lavra e de traficar influência.
Durante a operação, deverão ser cumpridos ao todo 11 mandados de busca e apreensão: seis em Telêmaco Borba e cinco em Curitiba.
Os mineradores supostamente envolvidos são acusados de corrupção passiva, formação de quadrilha, crimes contra o meio ambiente, usurpação de bens públicos, advocacia administrativa e improbidade administrativa.
Por telefone, a reportagem não conseguiu apurar se o superintendente já constituiu um advogado para atuar em sua defesa.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre diamantes
PF prende chefe de departamento de mineração suspeito de traficar diamantes
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da Folha OnlineO superintendente do 13º DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), Wadir Brandão, foi preso na manhã desta segunda-feira, em Curitiba (PR), sob a suspeita de integrar um esquema de exploração clandestina de diamantes que atuava no rio Tibagi.
De acordo com o Ministério Público Federal, Brandão era conivente com a fraude dos certificados que autorizam o comércio internacional de pedras preciosas. Desta forma, as pedras obtidas de maneira ilegal podiam ser vendidas normalmente.
Brandão também é acusado de conceder ilegalmente alvarás de lavra e de traficar influência.
Durante a operação, deverão ser cumpridos ao todo 11 mandados de busca e apreensão: seis em Telêmaco Borba e cinco em Curitiba.
Os mineradores supostamente envolvidos são acusados de corrupção passiva, formação de quadrilha, crimes contra o meio ambiente, usurpação de bens públicos, advocacia administrativa e improbidade administrativa.
Por telefone, a reportagem não conseguiu apurar se o superintendente já constituiu um advogado para atuar em sua defesa.
Especial

