21/07/2006
-
23h12
Os representantes do Ministério Público que atuam no caso da morte do casal Manfred e Marísia von Richthofen desistiram, na noite desta sexta-feira, do período de uma hora que teriam para contestá-las, após a exposição das defesas de Suzane, 22 --filha das vítimas--, e dos irmãos Daniel, 25, e Cristian Cravinhos, 30. A decisão frustrou as defesas.
Desde o primeiro dia de júri, na segunda-feira (17), o advogado mais teatral de Suzane, Mauro Nacif, anuncia que queria apresentar uma "bomba" nos minutos finais do julgamento. O tal argumento não foi revelado, sobre o plenário. Os advogados dos Cravinhos, Geraldo e Gislaine Jabur, também admitiram que esperavam pela tréplica para finalizar sua tese de defesa.
Para o promotor Roberto Tardelli, Nacif guardava um argumento que provocaria a dissolução o júri e, conseqüentemente, sua anulação. Por isso, o Ministério Público preferiu abdicar da réplica.
Na quarta-feira (19), o promotor Nadir de Campos Junior anunciou que, a exemplo do advogado Nacif, apresentaria uma "bomba" naquele dia.
Horas depois, no final da noite, Cristian pediu para ser submetido a um segundo interrogatório e, ao fazê-lo, desmentiu a versão apresentada inicialmente e admitiu ter golpeado à morte e mãe de Suzane, Marísia.
O casal Richthofen foi assassinado na casa onde vivia, no Brooklin (zona sul de São Paulo), em outubro de 2002.
Leia mais
Desistência de réplica frustra defesas de Suzane e Cravinhos
Defesa de Suzane marginaliza Cravinhos e insinua preconceito social
Defesa de Cravinhos compara caso Richthofen a novelas globais
Especial
Leia a cobertura completa sobre o júri do caso Richthofen
Leia o que já foi publicado sobre a morte do casal Richthofen
Desistência de réplica frustra defesas de Suzane e Cravinhos
Publicidade
da Folha OnlineOs representantes do Ministério Público que atuam no caso da morte do casal Manfred e Marísia von Richthofen desistiram, na noite desta sexta-feira, do período de uma hora que teriam para contestá-las, após a exposição das defesas de Suzane, 22 --filha das vítimas--, e dos irmãos Daniel, 25, e Cristian Cravinhos, 30. A decisão frustrou as defesas.
Desde o primeiro dia de júri, na segunda-feira (17), o advogado mais teatral de Suzane, Mauro Nacif, anuncia que queria apresentar uma "bomba" nos minutos finais do julgamento. O tal argumento não foi revelado, sobre o plenário. Os advogados dos Cravinhos, Geraldo e Gislaine Jabur, também admitiram que esperavam pela tréplica para finalizar sua tese de defesa.
Para o promotor Roberto Tardelli, Nacif guardava um argumento que provocaria a dissolução o júri e, conseqüentemente, sua anulação. Por isso, o Ministério Público preferiu abdicar da réplica.
Na quarta-feira (19), o promotor Nadir de Campos Junior anunciou que, a exemplo do advogado Nacif, apresentaria uma "bomba" naquele dia.
Horas depois, no final da noite, Cristian pediu para ser submetido a um segundo interrogatório e, ao fazê-lo, desmentiu a versão apresentada inicialmente e admitiu ter golpeado à morte e mãe de Suzane, Marísia.
O casal Richthofen foi assassinado na casa onde vivia, no Brooklin (zona sul de São Paulo), em outubro de 2002.
Leia mais
Especial


