28/07/2006
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09h49
da Folha de S.Paulo, no Rio
A polícia do Rio investiga a informação de que, antes de ir da carceragem da Polícia Federal em Brasília para a prisão federal em Catanduvas (PR), o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, teria ordenado a morte de seu principal assessor, Alexsandro Cardoso dos Santos, o Chiquinho Meleca.
Segundo as informações, Beira-Mar puniu Meleca por causa da perda de dois carregamentos de drogas apreendidos há duas semanas, um prejuízo de mais de R$ 1 milhão.
Um corpo foi encontrado em Duque de Caxias (região metropolitana do Rio), no último dia 21, data da transferência de Beira-Mar para Catanduvas. Parentes e amigos reconheceram o corpo, apesar de queimado. A polícia espera o exame de DNA.
A suspeita é que Beira-Mar tenha dado a suposta ordem por celular. Ele vinha usando um aparelho na carceragem da PF, mas o telefone estava grampeado --havia sido levado para a cela por um agente, que teve a prisão simulada.
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MARIO HUGO MONKENda Folha de S.Paulo, no Rio
A polícia do Rio investiga a informação de que, antes de ir da carceragem da Polícia Federal em Brasília para a prisão federal em Catanduvas (PR), o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, teria ordenado a morte de seu principal assessor, Alexsandro Cardoso dos Santos, o Chiquinho Meleca.
Segundo as informações, Beira-Mar puniu Meleca por causa da perda de dois carregamentos de drogas apreendidos há duas semanas, um prejuízo de mais de R$ 1 milhão.
Um corpo foi encontrado em Duque de Caxias (região metropolitana do Rio), no último dia 21, data da transferência de Beira-Mar para Catanduvas. Parentes e amigos reconheceram o corpo, apesar de queimado. A polícia espera o exame de DNA.
A suspeita é que Beira-Mar tenha dado a suposta ordem por celular. Ele vinha usando um aparelho na carceragem da PF, mas o telefone estava grampeado --havia sido levado para a cela por um agente, que teve a prisão simulada.
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