04/08/2006
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11h21
Um homem preso no final da manhã desta sexta-feira no complexo da Maré (zona norte do Rio) com uma metralhadora 9 mm deverá ser investigado por seu possível envolvimento com a morte do desembargador do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) do Rio José Maria de Mello Porto.
Mello Porto foi morto a tiros após um suposto roubo frustrado, na noite de quinta-feira (3), nas proximidades de uma favela, em Benfica (zona norte do Rio). Ele era primo do ex-presidente Fernando Collor de Mello e do atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Marco Aurélio de Mello. Sua carreira foi marcada por polêmicas, denúncias e a defesa do nepotismo.
Segundo informações preliminares da PM (Polícia Militar), o suspeito é conhecido como Romarinho. Ele foi localizado por meio de uma denúncia anônima. Quando foi revistado e preso, ele tinha uma metralhadora 9 mm, 99 munições, mais de 80 porções de cocaína, um radiotransmissor e um celular. O rapaz foi levado à 21ª DP (Bonsucesso).
O roubo frustrado que teria culminado na morte de Mello Porto ocorreu por volta das 19h de quinta, no trajeto entre o TRT e a casa do desembargador. Ele seguia de carona com um amigo no carro dele --um Audi A3-- quando criminosos que estavam a bordo de outros dois carros o cercaram.
Logo depois de parte dos criminosos ter descido dos carros e anunciado o roubo, Mello Porto e o amigo tentaram fugir correndo. Os criminosos, então, atiraram. O desembargador foi atingido e morreu na hora. O amigo dele, que não ficou ferido, pediu que sua identidade fosse preservada.
O corpo do desembargador estava sendo velado no Centro Cultural da Justiça do Trabalho, no centro do Rio, nesta sexta. Ele será enterrado à tarde, no cemitério São João Batista.
O caso foi registrado na 17ª DP (São Cristóvão), e deverá ser investigado. Será apurada a hipótese da morte de Mello Porto ter sido encomendada.
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da Folha OnlineUm homem preso no final da manhã desta sexta-feira no complexo da Maré (zona norte do Rio) com uma metralhadora 9 mm deverá ser investigado por seu possível envolvimento com a morte do desembargador do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) do Rio José Maria de Mello Porto.
Mello Porto foi morto a tiros após um suposto roubo frustrado, na noite de quinta-feira (3), nas proximidades de uma favela, em Benfica (zona norte do Rio). Ele era primo do ex-presidente Fernando Collor de Mello e do atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Marco Aurélio de Mello. Sua carreira foi marcada por polêmicas, denúncias e a defesa do nepotismo.
Segundo informações preliminares da PM (Polícia Militar), o suspeito é conhecido como Romarinho. Ele foi localizado por meio de uma denúncia anônima. Quando foi revistado e preso, ele tinha uma metralhadora 9 mm, 99 munições, mais de 80 porções de cocaína, um radiotransmissor e um celular. O rapaz foi levado à 21ª DP (Bonsucesso).
O roubo frustrado que teria culminado na morte de Mello Porto ocorreu por volta das 19h de quinta, no trajeto entre o TRT e a casa do desembargador. Ele seguia de carona com um amigo no carro dele --um Audi A3-- quando criminosos que estavam a bordo de outros dois carros o cercaram.
Logo depois de parte dos criminosos ter descido dos carros e anunciado o roubo, Mello Porto e o amigo tentaram fugir correndo. Os criminosos, então, atiraram. O desembargador foi atingido e morreu na hora. O amigo dele, que não ficou ferido, pediu que sua identidade fosse preservada.
O corpo do desembargador estava sendo velado no Centro Cultural da Justiça do Trabalho, no centro do Rio, nesta sexta. Ele será enterrado à tarde, no cemitério São João Batista.
O caso foi registrado na 17ª DP (São Cristóvão), e deverá ser investigado. Será apurada a hipótese da morte de Mello Porto ter sido encomendada.
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