18/08/2006
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23h12
da Agência Folha, em São José dos Campos
Sete pessoas foram presas nesta sexta-feira em quatro cidades do Vale do Paraíba suspeitas de envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital). Elas são acusadas de operar centrais telefônicas utilizadas pela facção. Entre elas está Lucimar Ribeiro, 37, considerada interlocutora da facção fora dos presídios na região.
As prisões aconteceram durante operação entre o Gaerco (Grupo de Atuação Especial Regional para a Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) e a Polícia Militar. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em São José dos Campos, Jacareí, Taubaté, Pindamonhangaba e Lorena.
As investigações começaram em maio, na primeira onda de atentados do PCC. Na época, a PM recebeu uma ameaça de atentado a bomba contra a sua sede. A ligação foi rastreada, o número do telefone foi identificado, e, com autorização da Justiça, a linha passou a ser monitorada.
A escuta revelou que Lucimar Ribeiro seria o principal braço do PCC no Vale do Paraíba. Ela aparece nas gravações negociando a compra de drogas que posteriormente seriam encaminhadas aos líderes da facção nos presídios.
Ribeiro foi presa na casa dela, em São José dos Campos, onde a polícia encontrou anotações com nomes de presos, celulares e um manifesto escrito onde se faz menção a uma expansão do PCC para o Paraná, Mato Grosso do Sul e Pernambuco.
Ela também é acusada de operar uma central telefônica e de ser responsável por arregimentar laranjas cujos nomes eram utilizados na habilitação de linhas telefônicas e celulares. Ribeiro já cumpriu pena por tráfico e é mulher de um dos principais líderes do PCC na região, Francinaldo de Lima Targino, preso em Lucélia (SP) por roubo.
Foram apreendidos ainda 20 celulares, três armas, munição cartões e extratos bancários. O Gaerco não soube informar se os acusados têm advogados.
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Polícia prende sete por ligação com o PCC no Vale do Paraíba
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FÁBIO AMATOda Agência Folha, em São José dos Campos
Sete pessoas foram presas nesta sexta-feira em quatro cidades do Vale do Paraíba suspeitas de envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital). Elas são acusadas de operar centrais telefônicas utilizadas pela facção. Entre elas está Lucimar Ribeiro, 37, considerada interlocutora da facção fora dos presídios na região.
As prisões aconteceram durante operação entre o Gaerco (Grupo de Atuação Especial Regional para a Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) e a Polícia Militar. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em São José dos Campos, Jacareí, Taubaté, Pindamonhangaba e Lorena.
As investigações começaram em maio, na primeira onda de atentados do PCC. Na época, a PM recebeu uma ameaça de atentado a bomba contra a sua sede. A ligação foi rastreada, o número do telefone foi identificado, e, com autorização da Justiça, a linha passou a ser monitorada.
A escuta revelou que Lucimar Ribeiro seria o principal braço do PCC no Vale do Paraíba. Ela aparece nas gravações negociando a compra de drogas que posteriormente seriam encaminhadas aos líderes da facção nos presídios.
Ribeiro foi presa na casa dela, em São José dos Campos, onde a polícia encontrou anotações com nomes de presos, celulares e um manifesto escrito onde se faz menção a uma expansão do PCC para o Paraná, Mato Grosso do Sul e Pernambuco.
Ela também é acusada de operar uma central telefônica e de ser responsável por arregimentar laranjas cujos nomes eram utilizados na habilitação de linhas telefônicas e celulares. Ribeiro já cumpriu pena por tráfico e é mulher de um dos principais líderes do PCC na região, Francinaldo de Lima Targino, preso em Lucélia (SP) por roubo.
Foram apreendidos ainda 20 celulares, três armas, munição cartões e extratos bancários. O Gaerco não soube informar se os acusados têm advogados.
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