15/09/2006
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10h00
da Folha Online
O Ministério Público de São Paulo pediu a infiltração de agentes penitenciários no presídio feminino de Ribeirão Preto (314 km a norte de São Paulo) para vigiar Suzane von Richthofen, 22, condenada a 39 anos e seis meses de prisão por participar da morte dos pais, em 2002. O objetivo do promotor é verificar se ela está recebendo algum tipo de regalia na penitenciária.
Suzane foi removida do Centro de Ressocialização de Rio Claro para Ribeirão há 15 dias e divide uma cela do seguro com as advogadas Libânia Catarina Fernandes, 28, e Valéria Dammous, 40, acusadas de envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital).
Pedido negado
Suzane teve mais um pedido de habeas corpus negado, na quinta-feira (14), pelo TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo.
Os advogados de defesa pediam a anulação do julgamento ou que ela fosse absolvida pela morte do pai, Manfred, devido à falha na redação de quesitos que a condenaram. Com isso, a pena seria reduzida.
Os três desembargadores da 5ª Câmara Criminal negaram o pedido por unanimidade. O relator, Tristão Ribeiro, afirmou que "não houve reclamação ou protesto oportuno dos defensores" quanto aos quesitos relativos à morte de Manfred e que eles "foram redigidos de modo a não causar perplexidade, dúvida ou incerteza no espírito dos jurados e induzi-los a erro".
Além de Suzane, os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos também foram condenados. Daniel recebeu a mesma pena que Suzane e Cristian foi condenado a 38 anos de prisão e seis meses de detenção.
Os pais de Suzane --Manfred e Marísia-- foram surpreendidos pelos irmãos enquanto dormiam e mortos a golpes de bastões, na casa da família, na zona sul de São Paulo, em outubro de 2002.
Especial
Leia a cobertura completa sobre o júri do caso Richthofen
Leia o que já foi publicado sobre a morte do casal Richthofen
Agente infiltrado vai vigiar Suzane em presídio
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da Folha Ribeirãoda Folha Online
O Ministério Público de São Paulo pediu a infiltração de agentes penitenciários no presídio feminino de Ribeirão Preto (314 km a norte de São Paulo) para vigiar Suzane von Richthofen, 22, condenada a 39 anos e seis meses de prisão por participar da morte dos pais, em 2002. O objetivo do promotor é verificar se ela está recebendo algum tipo de regalia na penitenciária.
Suzane foi removida do Centro de Ressocialização de Rio Claro para Ribeirão há 15 dias e divide uma cela do seguro com as advogadas Libânia Catarina Fernandes, 28, e Valéria Dammous, 40, acusadas de envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital).
Pedido negado
Suzane teve mais um pedido de habeas corpus negado, na quinta-feira (14), pelo TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo.
Os advogados de defesa pediam a anulação do julgamento ou que ela fosse absolvida pela morte do pai, Manfred, devido à falha na redação de quesitos que a condenaram. Com isso, a pena seria reduzida.
Os três desembargadores da 5ª Câmara Criminal negaram o pedido por unanimidade. O relator, Tristão Ribeiro, afirmou que "não houve reclamação ou protesto oportuno dos defensores" quanto aos quesitos relativos à morte de Manfred e que eles "foram redigidos de modo a não causar perplexidade, dúvida ou incerteza no espírito dos jurados e induzi-los a erro".
Além de Suzane, os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos também foram condenados. Daniel recebeu a mesma pena que Suzane e Cristian foi condenado a 38 anos de prisão e seis meses de detenção.
Os pais de Suzane --Manfred e Marísia-- foram surpreendidos pelos irmãos enquanto dormiam e mortos a golpes de bastões, na casa da família, na zona sul de São Paulo, em outubro de 2002.
Especial


