27/10/2006
-
12h26
Começou na manhã desta sexta-feira o depoimento do advogado Denivaldo Barni ao promotor Eduardo Rheingantz sobre a suspeita de que o engenheiro Manfred von Richthofen, morto em 2002 ao lado da mulher, tenha enriquecido ilicitamente por meio de desvio de verbas da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), onde trabalhava. O inquérito corre sob segredo de Justiça.
Barni é funcionário da estatal, era amigo de Manfred e foi tutor legal da filha dele, Suzane von Richthofen. A moça foi condenada em julho último a 39 anos e seis meses de prisão por ter participado da morte dos pais. Pelo crime foram condenados também o então namorado dela, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian Cravinhos.
Inicialmente, a reunião entre Barni e o promotor estava marcada para acontecer à tarde. O advogado, porém, chegou três horas mais cedo ao fórum da Barra Funda (zona oeste de São Paulo).
Barni é responsável, entre outras obras, pela implantação do Rodoanel Mário Covas. Na época do crime, Manfred era diretor da estatal e recebia cerca de R$ 11 mil mensais.
Do advogado, o promotor espera obter informações sobre a suposta movimentação bancária de Manfred em duas contas abertas no Discount Bank and Trust Company, na Suíça. A suspeita é de que o dinheiro desviado do Dersa possa estar nessas contas.
Especial
Leia a cobertura completa sobre o júri do caso Richthofen
Leia o que já foi publicado sobre a morte do casal Richthofen
Ex-tutor de Suzane Richthofen presta depoimento a portas fechadas
Publicidade
da Folha OnlineComeçou na manhã desta sexta-feira o depoimento do advogado Denivaldo Barni ao promotor Eduardo Rheingantz sobre a suspeita de que o engenheiro Manfred von Richthofen, morto em 2002 ao lado da mulher, tenha enriquecido ilicitamente por meio de desvio de verbas da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), onde trabalhava. O inquérito corre sob segredo de Justiça.
Barni é funcionário da estatal, era amigo de Manfred e foi tutor legal da filha dele, Suzane von Richthofen. A moça foi condenada em julho último a 39 anos e seis meses de prisão por ter participado da morte dos pais. Pelo crime foram condenados também o então namorado dela, Daniel Cravinhos, e o irmão dele, Cristian Cravinhos.
Inicialmente, a reunião entre Barni e o promotor estava marcada para acontecer à tarde. O advogado, porém, chegou três horas mais cedo ao fórum da Barra Funda (zona oeste de São Paulo).
Barni é responsável, entre outras obras, pela implantação do Rodoanel Mário Covas. Na época do crime, Manfred era diretor da estatal e recebia cerca de R$ 11 mil mensais.
Do advogado, o promotor espera obter informações sobre a suposta movimentação bancária de Manfred em duas contas abertas no Discount Bank and Trust Company, na Suíça. A suspeita é de que o dinheiro desviado do Dersa possa estar nessas contas.
Especial

