07/11/2006
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13h51
O promotor Luiz Fernando Vaggione vai apresentar na quarta-feira (8) denúncia (acusação formal) contra a advogada Carla Cepollina, suspeita de ter matado o namorado, o coronel da reserva da PM e deputado estadual Ubiratan Guimarães, 63. O crime ocorreu em setembro último.
Caberá à Justiça aceitar ou não a denúncia. Se for aceita, a advogada será processada. Ela nega envolvimento no assassinato.
Vaggione, que recebeu o inquérito policial no dia 17 do mês passado, afirmou que o motivo do crime não foi ciúmes, ao contrário do que concluiu o inquérito policial, conforme reportagem publicada pela Folha em outubro.
Segundo informações da assessoria de imprensa do Ministério Público Estadual, o promotor não adiantou qual a motivação do crime que será usada na denúncia. Há a possibilidade de a tese de vingança ser usada na acusação.
Inquérito
O inquérito sobre a morte havia sido concluído pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) no dia 13 de outubro. Para a Polícia Civil, Carla é a única responsável pelo crime. Ela foi indiciada por homicídio duplamente qualificado --por motivo fútil (ciúme) e recurso que impossibilitou a defesa da vítima (Ubiratan estava desarmado).
Em outubro, a 9ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça) negou o pedido de habeas corpus preventivo movido por Cepollina.
Crime
Comandante da operação conhecida como massacre do Carandiru, que resultou na morte de 111 presos em 1992, Ubiratan foi baleado em seu apartamento, nos Jardins (zona oeste de São Paulo). O crime ocorreu no dia 9 de setembro, mas o corpo foi encontrado na noite seguinte, enrolado em uma toalha.
Segundo a polícia, o coronel foi morto com um tiro de uma de suas armas --um revólver calibre 38 que não foi encontrado no local do crime.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o coronel Ubiratan
Leia a cobertura completa sobre a morte do coronel Ubiratan
Promotoria apresenta na quarta-feira denúncia contra Carla Cepollina
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da Folha OnlineO promotor Luiz Fernando Vaggione vai apresentar na quarta-feira (8) denúncia (acusação formal) contra a advogada Carla Cepollina, suspeita de ter matado o namorado, o coronel da reserva da PM e deputado estadual Ubiratan Guimarães, 63. O crime ocorreu em setembro último.
Caberá à Justiça aceitar ou não a denúncia. Se for aceita, a advogada será processada. Ela nega envolvimento no assassinato.
Vaggione, que recebeu o inquérito policial no dia 17 do mês passado, afirmou que o motivo do crime não foi ciúmes, ao contrário do que concluiu o inquérito policial, conforme reportagem publicada pela Folha em outubro.
Segundo informações da assessoria de imprensa do Ministério Público Estadual, o promotor não adiantou qual a motivação do crime que será usada na denúncia. Há a possibilidade de a tese de vingança ser usada na acusação.
Inquérito
O inquérito sobre a morte havia sido concluído pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) no dia 13 de outubro. Para a Polícia Civil, Carla é a única responsável pelo crime. Ela foi indiciada por homicídio duplamente qualificado --por motivo fútil (ciúme) e recurso que impossibilitou a defesa da vítima (Ubiratan estava desarmado).
Em outubro, a 9ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça) negou o pedido de habeas corpus preventivo movido por Cepollina.
Crime
Comandante da operação conhecida como massacre do Carandiru, que resultou na morte de 111 presos em 1992, Ubiratan foi baleado em seu apartamento, nos Jardins (zona oeste de São Paulo). O crime ocorreu no dia 9 de setembro, mas o corpo foi encontrado na noite seguinte, enrolado em uma toalha.
Segundo a polícia, o coronel foi morto com um tiro de uma de suas armas --um revólver calibre 38 que não foi encontrado no local do crime.
Especial


