28/11/2006
-
10h00
Acusado de envolvimento na chacina da Baixada Fluminense (RJ) em março de 2005 --na qual 29 pessoas morreram--, o cabo Marcos Siqueira da Costa, da Polícia Militar, foi esfaqueado ao menos oito vezes no interior da cadeia, na madrugada de segunda-feira (27), no peito e na barriga. Seu estado é grave, de acordo com os médicos do Hospital da PM.
Inicialmente, a PM divulgou que ontem o cabo prestaria depoimento à Justiça. Esse depoimento, de acordo com a polícia, criava expectativa entre os colegas de farda também presos pela acusação de envolvimento no massacre.
À tarde, a PM divulgou nota em que informa que não haveria depoimento ontem e que foi aberto um IPM (Inquérito Policial Militar) para investigar as circunstâncias do crime.
O cabo estava preso no Batalhão Inspecional Prisional de Benfica (zona norte do Rio). As investigações iniciais da polícia apontam para dois suspeitos da tentativa de assassinato, também PMs acusados de participação na chacina e presos no mesmo local: o cabo Carlos Jorge de Carvalho e o soldado José Augusto de Moura Felipe.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre chacinas
Leia a cobertura completa sobre a chacina na Baixada Fluminense
Cabo acusado por chacina é esfaqueado na prisão, no Rio
Publicidade
da Folha de S.Paulo, no RioAcusado de envolvimento na chacina da Baixada Fluminense (RJ) em março de 2005 --na qual 29 pessoas morreram--, o cabo Marcos Siqueira da Costa, da Polícia Militar, foi esfaqueado ao menos oito vezes no interior da cadeia, na madrugada de segunda-feira (27), no peito e na barriga. Seu estado é grave, de acordo com os médicos do Hospital da PM.
Inicialmente, a PM divulgou que ontem o cabo prestaria depoimento à Justiça. Esse depoimento, de acordo com a polícia, criava expectativa entre os colegas de farda também presos pela acusação de envolvimento no massacre.
À tarde, a PM divulgou nota em que informa que não haveria depoimento ontem e que foi aberto um IPM (Inquérito Policial Militar) para investigar as circunstâncias do crime.
O cabo estava preso no Batalhão Inspecional Prisional de Benfica (zona norte do Rio). As investigações iniciais da polícia apontam para dois suspeitos da tentativa de assassinato, também PMs acusados de participação na chacina e presos no mesmo local: o cabo Carlos Jorge de Carvalho e o soldado José Augusto de Moura Felipe.
Especial

