06/12/2006
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11h00
Foi adiado desta para a próxima quarta-feira (13) o julgamento do recurso movido pela defesa do jornalista Antonio Pimenta Neves que pede a anulação do júri que o condenou a 19 anos, dois meses e 12 dias de prisão em regime fechado em maio último. Pimenta Neves matou a ex-namorada --a também jornalista Sandra Gomide-- a tiros, em 2000.
Pimenta Neves recorre em liberdade e teve o julgamento do recurso adiado a pedido de sua própria defesa. O recurso será julgado pelos desembargadores da 10ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo.
O crime aconteceu em um haras, em Ibiúna (64 km a oeste de São Paulo). Sandra, à época com 32 anos, foi atingida por dois tiros --um nas costas e outro no ouvido. Para a defesa de Pimenta Neves, ex-diretor de Redação do "O Estado de S.Paulo", ele agiu sob forte emoção.
Em maio, depois de três dias de júri, Pimenta Neves foi condenado por homicídio doloso qualificado por motivo torpe --ciúme-- e impossibilidade de defesa da vítima.
Desde o crime, Pimenta Neves passou apenas sete meses preso. Em março de 2001, ele obteve do STF (Supremo Tribunal Federal) autorização para recorrer solto.
Especial
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TJ adia decisão sobre anular condenação de Pimenta Neves
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da Folha OnlineFoi adiado desta para a próxima quarta-feira (13) o julgamento do recurso movido pela defesa do jornalista Antonio Pimenta Neves que pede a anulação do júri que o condenou a 19 anos, dois meses e 12 dias de prisão em regime fechado em maio último. Pimenta Neves matou a ex-namorada --a também jornalista Sandra Gomide-- a tiros, em 2000.
Pimenta Neves recorre em liberdade e teve o julgamento do recurso adiado a pedido de sua própria defesa. O recurso será julgado pelos desembargadores da 10ª Câmara Criminal do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo.
O crime aconteceu em um haras, em Ibiúna (64 km a oeste de São Paulo). Sandra, à época com 32 anos, foi atingida por dois tiros --um nas costas e outro no ouvido. Para a defesa de Pimenta Neves, ex-diretor de Redação do "O Estado de S.Paulo", ele agiu sob forte emoção.
Em maio, depois de três dias de júri, Pimenta Neves foi condenado por homicídio doloso qualificado por motivo torpe --ciúme-- e impossibilidade de defesa da vítima.
Desde o crime, Pimenta Neves passou apenas sete meses preso. Em março de 2001, ele obteve do STF (Supremo Tribunal Federal) autorização para recorrer solto.
Especial

