12/12/2006
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10h44
A Secretaria de Infra-Estrutura Urbana e Obras da administração Gilberto Kassab (PFL) sofreu um corte de 30% no que pretendia gastar em 2007 em diversas ações contra enchentes, incluindo obras de canalização de córregos e manutenção de canais e galerias.
E, a contar pela previsão orçamentária, vai desembolsar com programas desse tipo no ano que vem praticamente metade dos recursos destacados pela pasta para as principais medidas deste ano, incluindo diversos serviços de drenagem.
"Há cortes em várias áreas. O que a prefeitura arrecada não é suficiente. Não adianta pedir R$ 1 bilhão. O cobertor é curto. Se cobre a cabeça descobre os pés", diz Luís Bastos Lemos, assessor técnico da Secretaria de Infra-Estrutura.
De acordo com ele, a pasta queria pelo menos R$ 43 milhões para usar no ano que vem em obras como canalização de córregos e conservação de galerias. Mas a Secretaria Municipal de Planejamento aprovou apenas R$ 29,6 milhões.
Piscinões
É menos ainda do que os R$ 57,4 milhões que a secretaria diz pretender gastar neste ano com trabalhos semelhantes, incluindo ainda investimentos como projetos hidráulicos. Ou que os R$ 37,5 milhões de despesas em obras de drenagem e combate às enchentes de 2005.
Lemos admite também os cortes no decorrer deste ano de recursos que tinham a finalidade de prevenir inundações, mas afirmava não saber exatamente se era na proporção dos números levantados pela bancada do PT na Câmara Municipal.
Ele atribui a demora para a construção de piscinões na capital paulista previstos há quase dois anos, depois que o Estado e a prefeitura fecharam um acordo distribuindo atribuições (os cofres municipais arcam com a desapropriação e os estaduais, com as obras), à "grande burocracia" para viabilizar os projetos, principalmente à dificuldade para desapropriar áreas.
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da Folha de S.PauloA Secretaria de Infra-Estrutura Urbana e Obras da administração Gilberto Kassab (PFL) sofreu um corte de 30% no que pretendia gastar em 2007 em diversas ações contra enchentes, incluindo obras de canalização de córregos e manutenção de canais e galerias.
E, a contar pela previsão orçamentária, vai desembolsar com programas desse tipo no ano que vem praticamente metade dos recursos destacados pela pasta para as principais medidas deste ano, incluindo diversos serviços de drenagem.
"Há cortes em várias áreas. O que a prefeitura arrecada não é suficiente. Não adianta pedir R$ 1 bilhão. O cobertor é curto. Se cobre a cabeça descobre os pés", diz Luís Bastos Lemos, assessor técnico da Secretaria de Infra-Estrutura.
De acordo com ele, a pasta queria pelo menos R$ 43 milhões para usar no ano que vem em obras como canalização de córregos e conservação de galerias. Mas a Secretaria Municipal de Planejamento aprovou apenas R$ 29,6 milhões.
Piscinões
É menos ainda do que os R$ 57,4 milhões que a secretaria diz pretender gastar neste ano com trabalhos semelhantes, incluindo ainda investimentos como projetos hidráulicos. Ou que os R$ 37,5 milhões de despesas em obras de drenagem e combate às enchentes de 2005.
Lemos admite também os cortes no decorrer deste ano de recursos que tinham a finalidade de prevenir inundações, mas afirmava não saber exatamente se era na proporção dos números levantados pela bancada do PT na Câmara Municipal.
Ele atribui a demora para a construção de piscinões na capital paulista previstos há quase dois anos, depois que o Estado e a prefeitura fecharam um acordo distribuindo atribuições (os cofres municipais arcam com a desapropriação e os estaduais, com as obras), à "grande burocracia" para viabilizar os projetos, principalmente à dificuldade para desapropriar áreas.
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