12/12/2006
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10h55
da Folha de S.Paulo
O servente Marcelo Telles de Azevedo, 33, baleado no pescoço dentro da danceteria Lov.e, na Vila Olímpia (zona sul de São Paulo), na madrugada de segunda-feira (11) continua internado em estado grave no hospital São Luiz, nesta terça. Ninguém foi preso.
Segundo a Polícia Civil, o disparo que atingiu o rapaz foi efetuado por um freqüentador da casa que discutia com outro, por volta das 2h. Não está esclarecido o suposto envolvimento de Telles na briga. No momento do crime, havia 258 pessoas dentro da casa noturna. Preso por roubo há cinco anos, Telles está em liberdade condicional desde 2004.
De acordo com as testemunhas, "tudo aconteceu muito rápido". "Não houve briga nem tumulto antes do tiro. A impressão é a de que a pessoa foi ali apenas para dar o tiro e depois foi embora", diz o DJ Primo Preto, que toca na casa há quatro anos.
Especialista em rap, Primo Preto diz que ele e outros DJs estavam tocando na cabine quando acenderam-se as luzes. "Pedi para apagarem, mas nada. Aí, fui informado que um cara tinha sido baleado. Ainda fiquei perto para ver se alguém chorava pelo cara, ou se revoltava, mas não havia aparentemente ninguém conhecido."
De acordo com os seguranças da casa, que trabalham desarmados, apenas policiais entram com armas no estabelecimento e, naquela madrugada, ao menos seis estiveram no local.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o São Luiz informou que não foi autorizado pelos familiares de Telles a dar informações sobre o estado de saúde dele.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre brigas em casas noturnas
Homem baleado em danceteria de São Paulo continua internado
da Folha Onlineda Folha de S.Paulo
O servente Marcelo Telles de Azevedo, 33, baleado no pescoço dentro da danceteria Lov.e, na Vila Olímpia (zona sul de São Paulo), na madrugada de segunda-feira (11) continua internado em estado grave no hospital São Luiz, nesta terça. Ninguém foi preso.
Segundo a Polícia Civil, o disparo que atingiu o rapaz foi efetuado por um freqüentador da casa que discutia com outro, por volta das 2h. Não está esclarecido o suposto envolvimento de Telles na briga. No momento do crime, havia 258 pessoas dentro da casa noturna. Preso por roubo há cinco anos, Telles está em liberdade condicional desde 2004.
De acordo com as testemunhas, "tudo aconteceu muito rápido". "Não houve briga nem tumulto antes do tiro. A impressão é a de que a pessoa foi ali apenas para dar o tiro e depois foi embora", diz o DJ Primo Preto, que toca na casa há quatro anos.
Especialista em rap, Primo Preto diz que ele e outros DJs estavam tocando na cabine quando acenderam-se as luzes. "Pedi para apagarem, mas nada. Aí, fui informado que um cara tinha sido baleado. Ainda fiquei perto para ver se alguém chorava pelo cara, ou se revoltava, mas não havia aparentemente ninguém conhecido."
De acordo com os seguranças da casa, que trabalham desarmados, apenas policiais entram com armas no estabelecimento e, naquela madrugada, ao menos seis estiveram no local.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o São Luiz informou que não foi autorizado pelos familiares de Telles a dar informações sobre o estado de saúde dele.
Especial

