12/12/2006
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16h40
da Folha Online, em Brasília
O TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou nesta terça-feira o relatório preliminar feito pelo ministro Augusto Nardes sobre a situação do sistema de controle de tráfego aéreo nacional. No relatório, Nardes faz duras críticas ao governo federal e acusa o Executivo de descaso, má gestão e desarticulação. Esses fatores teriam provocado o caos nos aeroportos.
O ministro também atribuiu a crise aérea ao contingenciamento de recursos federais para o setor feito nos últimos anos. De acordo com Nardes, houve um contingenciamento de R$ 59 milhões em 2005, o que gerou uma limitação orçamentária de R$231 milhões para o setor.
"As autoridades agiram de forma pouco dirigente. A crise não foi obra do acaso, mas de má gestão, da sucessão de equívocos, da indolência, da incapacidade de expandir o setor e do contingenciamento de recursos." Para o ministro, a Casa Civil e o Ministério do Planejamento sabiam da precariedade da aviação brasileira.
No documento, Nardes faz uma série de recomendações ao governo para evitar uma nova crise no setor, como a possibilidade de criar aerovias de mão-dupla, retomar o Conselho Nacional de Aviação e elaborar uma política de expansão do quadro da Aeronáutica.
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TCU aprova relatório sobre crise aérea repleto de críticas à União
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GABRIELA GUERREIROda Folha Online, em Brasília
O TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou nesta terça-feira o relatório preliminar feito pelo ministro Augusto Nardes sobre a situação do sistema de controle de tráfego aéreo nacional. No relatório, Nardes faz duras críticas ao governo federal e acusa o Executivo de descaso, má gestão e desarticulação. Esses fatores teriam provocado o caos nos aeroportos.
O ministro também atribuiu a crise aérea ao contingenciamento de recursos federais para o setor feito nos últimos anos. De acordo com Nardes, houve um contingenciamento de R$ 59 milhões em 2005, o que gerou uma limitação orçamentária de R$231 milhões para o setor.
"As autoridades agiram de forma pouco dirigente. A crise não foi obra do acaso, mas de má gestão, da sucessão de equívocos, da indolência, da incapacidade de expandir o setor e do contingenciamento de recursos." Para o ministro, a Casa Civil e o Ministério do Planejamento sabiam da precariedade da aviação brasileira.
No documento, Nardes faz uma série de recomendações ao governo para evitar uma nova crise no setor, como a possibilidade de criar aerovias de mão-dupla, retomar o Conselho Nacional de Aviação e elaborar uma política de expansão do quadro da Aeronáutica.
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