23/12/2006
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21h41
Depois de permanecer cerca de duas horas fechado, o balcão de check-in da TAM reabriu às 18h15 deste sábado. A empresa havia interrompido o procedimento devido à superlotação da sala de embarque do aeroporto.
Desde quarta-feira (20) os passageiros voltaram a enfrentar atrasos e cancelamentos generalizados nos aeroportos do país. Hoje a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) registrou atrasos 699 dos 1.266 vôos programados para hoje. O índice representa 55% do total.
A agência a culpou a TAM, que teve problemas em seis aeronaves na quinta, e o mau tempo pelos atrasos. Apesar do alto índice de atrasos, o presidente da Anac, Milton Zuanazzi, acredita que a situação estará normalizada até amanhã e que não haverá problemas no Natal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma opinião diferente para o caos enfrentado nos saguões dos terminais, acusando as empresas de venderem mais passagens do que assentos que dispõem nos vôos. "Se as empresas venderem apenas as passagens que lotam os aviões, já ajuda muito. O que não dá é para passageiro ficar no aeroporto esperando avião que não existe".
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TAM reabre balcão de check-in do aeroporto de Congonhas
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da Folha OnlineDepois de permanecer cerca de duas horas fechado, o balcão de check-in da TAM reabriu às 18h15 deste sábado. A empresa havia interrompido o procedimento devido à superlotação da sala de embarque do aeroporto.
Desde quarta-feira (20) os passageiros voltaram a enfrentar atrasos e cancelamentos generalizados nos aeroportos do país. Hoje a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) registrou atrasos 699 dos 1.266 vôos programados para hoje. O índice representa 55% do total.
A agência a culpou a TAM, que teve problemas em seis aeronaves na quinta, e o mau tempo pelos atrasos. Apesar do alto índice de atrasos, o presidente da Anac, Milton Zuanazzi, acredita que a situação estará normalizada até amanhã e que não haverá problemas no Natal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma opinião diferente para o caos enfrentado nos saguões dos terminais, acusando as empresas de venderem mais passagens do que assentos que dispõem nos vôos. "Se as empresas venderem apenas as passagens que lotam os aviões, já ajuda muito. O que não dá é para passageiro ficar no aeroporto esperando avião que não existe".
Especial

