26/12/2006
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16h18
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) divulgou boletim que apontou que cerca de 14% dos vôos marcados para ocorrer da 0h às 10h desta terça-feira registraram atrasos de mais de uma hora nos principais aeroportos do país. Dos 639 vôos, 88 atrasaram.
O dia de hoje foi de tranqüilidade nos aeroportos do país após os dias de transtorno durante o feriado prolongado de Natal. A Anac iniciou nesta terça a fiscalização na venda de passagens em todas as companhias aéreas para o Ano Novo para evitar novos transtornos.
A Anac também iniciou hoje uma auditoria na TAM, com sede em São Paulo, "para conhecer os motivos dos transtornos registrados nos últimos dias."
De acordo com o boletim da Anac, o aeroporto internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, foi o que registrou maior volume de atrasos --24 vôos. O aeroporto de Fortaleza ficou na seqüência, com 22 vôos.
O número de cancelamentos de vôos não foi significativo --cerca de 3%.
Efeito dominó
Desde a noite de terça-feira (19), milhares de passageiros foram atingidos por uma seqüência de atrasos e cancelamentos de vôos que, mais uma vez, provocou a superlotação dos saguões e salas de embarque dos terminais.
De acordo com a Anac, houve mais cancelamentos devido à "reorganização da malha aérea e à readequação dos horários dos vôos".
Os problemas foram atribuídos a um "efeito dominó" que, ainda segundo a Anac, começou com o fechamento --por cerca de 50 minutos-- do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, devido ao mau tempo, no dia 19; à parada de seis aviões da TAM para manutenção e à queda da rede de dados da companhia no aeroporto Tom Jobim, no Rio, na mesma data.
Sem as aeronaves da TAM e as dificuldades de reagendar os vôos e reacomodar os passageiros levantou suspeita de "overbooking" --venda de passagens acima da capacidade dos aviões.
Na auditoria iniciada hoje a TAM terá de explicar por que precisou de 17 aeronaves extras para transportar passageiros nos últimos três dias. A companhia aérea alegou que tinha seis aviões em manutenção, daí o desequilíbrio entre as passagens vendidas e sua efetiva capacidade operacional.
Na sexta-feira, os aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) foram colocados à disposição das empresas aéreas para transportar passageiros da TAM, ainda de acordo com a Anac. Seis aviões da BRA, Varig, OceanAir e Gol também transportaram passageiros da TAM.
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Anac registra 14% de atrasos nos principais aeroportos do país
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da Folha OnlineA Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) divulgou boletim que apontou que cerca de 14% dos vôos marcados para ocorrer da 0h às 10h desta terça-feira registraram atrasos de mais de uma hora nos principais aeroportos do país. Dos 639 vôos, 88 atrasaram.
O dia de hoje foi de tranqüilidade nos aeroportos do país após os dias de transtorno durante o feriado prolongado de Natal. A Anac iniciou nesta terça a fiscalização na venda de passagens em todas as companhias aéreas para o Ano Novo para evitar novos transtornos.
A Anac também iniciou hoje uma auditoria na TAM, com sede em São Paulo, "para conhecer os motivos dos transtornos registrados nos últimos dias."
De acordo com o boletim da Anac, o aeroporto internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, foi o que registrou maior volume de atrasos --24 vôos. O aeroporto de Fortaleza ficou na seqüência, com 22 vôos.
O número de cancelamentos de vôos não foi significativo --cerca de 3%.
Efeito dominó
Desde a noite de terça-feira (19), milhares de passageiros foram atingidos por uma seqüência de atrasos e cancelamentos de vôos que, mais uma vez, provocou a superlotação dos saguões e salas de embarque dos terminais.
De acordo com a Anac, houve mais cancelamentos devido à "reorganização da malha aérea e à readequação dos horários dos vôos".
Os problemas foram atribuídos a um "efeito dominó" que, ainda segundo a Anac, começou com o fechamento --por cerca de 50 minutos-- do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, devido ao mau tempo, no dia 19; à parada de seis aviões da TAM para manutenção e à queda da rede de dados da companhia no aeroporto Tom Jobim, no Rio, na mesma data.
Sem as aeronaves da TAM e as dificuldades de reagendar os vôos e reacomodar os passageiros levantou suspeita de "overbooking" --venda de passagens acima da capacidade dos aviões.
Na auditoria iniciada hoje a TAM terá de explicar por que precisou de 17 aeronaves extras para transportar passageiros nos últimos três dias. A companhia aérea alegou que tinha seis aviões em manutenção, daí o desequilíbrio entre as passagens vendidas e sua efetiva capacidade operacional.
Na sexta-feira, os aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) foram colocados à disposição das empresas aéreas para transportar passageiros da TAM, ainda de acordo com a Anac. Seis aviões da BRA, Varig, OceanAir e Gol também transportaram passageiros da TAM.
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