28/12/2006
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18h42
Em meio a uma onda de ataques que provocou 19 mortes desde a madrugada desta quinta-feira, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Rio de Janeiro divulgou um esquema especial de policiamento para tentar garantir a segurança no feriado prolongado de Réveillon.
Serão 20.734 policiais --14.234 militares e 6.500 civis-- nas ruas para o reforçar do policiamento.
Dez favelas no Rio serão ocupadas pelas Polícias Civil e Militar entre sábado (30) e segunda-feira (1º) para evitar possíveis confrontos entre criminosos, conforme anúncio da SSP.
A orla do Rio será policiada por 185 carros, 28 motocicletas e nove veículos especiais de praia.
Já nas praias do Leme, Ipanema, Leblon e Copacabana --onde acontece a queima de fogos na virada do Ano Novo-- foram instaladas 32 torres de observação onde policiais militares terão visão ampla das imediações para tentar evitar ocorrências.
Fogos
A Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos, da Polícia Civil do Rio, terá reforço de 50% de pessoal para fiscalizar os locais onde ocorrerão as queimas de fogos, inclusive nas balsas da praia de Copacabana.
Na virada do Réveillon o Esquadrão Anti-Bomba fará fiscalização preventiva em Copacabana, Leme, Ipanema, Leblon, Flamengo, Barra da Tijuca e Recreio para apreender material pirotécnico não autorizado.
Onda de violência
A onda de ataques que atinge a região metropolitana do Rio --dois ônibus foram incendiados em Nova Iguaçu e Niterói-- também deixou 22 pessoas feridas. Os criminosos atacaram a tiros delegacias, carros e cabines da Polícia Militar.
Segundo balanço divulgado pela Secretaria da Segurança Pública, os criminosos agiram em 12 pontos. Os alvos foram uma cabine da PM em Botafogo; o Shopping Carioca; a 6ª DP (Cidade Nova); a 28ª DP (Campinho); um carro do 31ª Batalhão que estava na avenida Ayrton Senna; um outro carro da polícia que estava na Lagoa; o Destacamento de Policiamento Ostensivo em Mesquita; dois ônibus no Trevo das Missões; uma cabine da PM no shopping Nova América; dois ônibus na área do 14º Batalhão da PM (Bangu); um carro do Batalhão de Policiamento de Vias Especiais na Perimetral e o Destacamento de Policiamento Ostensivo da PM do Alto da Boa Vista.
O secretário de Segurança Pública, Roberto Precioso Júnior, atribuiu os ataques aos presos, que temem mudanças na administração penitenciária a partir de 2007, com a troca de comando do governo do Estado, e o endurecimento do regime disciplinar.
Neste ano, São Paulo foi atingida por três ondas de violência, também atribuídas a uma facção criminosa liderada por presos. Inicialmente, os alvos foram as forças de segurança e, depois, os atentados atingiram ônibus e prédios públicos.
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da Folha OnlineEm meio a uma onda de ataques que provocou 19 mortes desde a madrugada desta quinta-feira, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Rio de Janeiro divulgou um esquema especial de policiamento para tentar garantir a segurança no feriado prolongado de Réveillon.
Serão 20.734 policiais --14.234 militares e 6.500 civis-- nas ruas para o reforçar do policiamento.
Dez favelas no Rio serão ocupadas pelas Polícias Civil e Militar entre sábado (30) e segunda-feira (1º) para evitar possíveis confrontos entre criminosos, conforme anúncio da SSP.
A orla do Rio será policiada por 185 carros, 28 motocicletas e nove veículos especiais de praia.
Já nas praias do Leme, Ipanema, Leblon e Copacabana --onde acontece a queima de fogos na virada do Ano Novo-- foram instaladas 32 torres de observação onde policiais militares terão visão ampla das imediações para tentar evitar ocorrências.
Fogos
A Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos, da Polícia Civil do Rio, terá reforço de 50% de pessoal para fiscalizar os locais onde ocorrerão as queimas de fogos, inclusive nas balsas da praia de Copacabana.
Na virada do Réveillon o Esquadrão Anti-Bomba fará fiscalização preventiva em Copacabana, Leme, Ipanema, Leblon, Flamengo, Barra da Tijuca e Recreio para apreender material pirotécnico não autorizado.
Onda de violência
A onda de ataques que atinge a região metropolitana do Rio --dois ônibus foram incendiados em Nova Iguaçu e Niterói-- também deixou 22 pessoas feridas. Os criminosos atacaram a tiros delegacias, carros e cabines da Polícia Militar.
Segundo balanço divulgado pela Secretaria da Segurança Pública, os criminosos agiram em 12 pontos. Os alvos foram uma cabine da PM em Botafogo; o Shopping Carioca; a 6ª DP (Cidade Nova); a 28ª DP (Campinho); um carro do 31ª Batalhão que estava na avenida Ayrton Senna; um outro carro da polícia que estava na Lagoa; o Destacamento de Policiamento Ostensivo em Mesquita; dois ônibus no Trevo das Missões; uma cabine da PM no shopping Nova América; dois ônibus na área do 14º Batalhão da PM (Bangu); um carro do Batalhão de Policiamento de Vias Especiais na Perimetral e o Destacamento de Policiamento Ostensivo da PM do Alto da Boa Vista.
O secretário de Segurança Pública, Roberto Precioso Júnior, atribuiu os ataques aos presos, que temem mudanças na administração penitenciária a partir de 2007, com a troca de comando do governo do Estado, e o endurecimento do regime disciplinar.
Neste ano, São Paulo foi atingida por três ondas de violência, também atribuídas a uma facção criminosa liderada por presos. Inicialmente, os alvos foram as forças de segurança e, depois, os atentados atingiram ônibus e prédios públicos.
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