13/01/2007
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22h37
O tenente-coronel Alexandre Siqueira de Andrade, 43, comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar do Rio (Praça Tiradentes), morreu na madrugada deste sábado, depois de reagir a um assalto, perseguir e lutar com o suspeito.
Andrade estava em um carro que foi abordado por dois criminosos em Bonsucesso, na noite de sexta-feira (12). O policial reagiu. Um dos suspeitos fugiu e o outro foi perseguido por Andrade. O assaltante subiu em um telhado para tentar despistar o PM, mas ambos caíram de uma altura de aproximadamente dez metros.
Os dois chegaram a ser socorridos, mas não resistiram aos ferimentos.
O corpo de Alexandre foi enterrado neste sábado, com salva de tiros e honras militares. O governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), compareceu ao enterro e determinou que o tenente-coronel fosse condecorado e promovido a coronel por ato de bravura.
"É uma perda de um policial completo. Um homem motivado para trabalhar. O seu último ato demonstra a qualidade que tinha", disse o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre perseguições policiais
Comandante de batalhão da PM morre ao perseguir assaltante no Rio
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da Folha OnlineO tenente-coronel Alexandre Siqueira de Andrade, 43, comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar do Rio (Praça Tiradentes), morreu na madrugada deste sábado, depois de reagir a um assalto, perseguir e lutar com o suspeito.
Andrade estava em um carro que foi abordado por dois criminosos em Bonsucesso, na noite de sexta-feira (12). O policial reagiu. Um dos suspeitos fugiu e o outro foi perseguido por Andrade. O assaltante subiu em um telhado para tentar despistar o PM, mas ambos caíram de uma altura de aproximadamente dez metros.
Os dois chegaram a ser socorridos, mas não resistiram aos ferimentos.
O corpo de Alexandre foi enterrado neste sábado, com salva de tiros e honras militares. O governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), compareceu ao enterro e determinou que o tenente-coronel fosse condecorado e promovido a coronel por ato de bravura.
"É uma perda de um policial completo. Um homem motivado para trabalhar. O seu último ato demonstra a qualidade que tinha", disse o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.
Especial


