16/01/2007
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09h36
da Folha Ribeirão
Suzane von Richthofen, 23, condenada a 39 anos e meio de prisão por ter participado da morte dos pais em São Paulo, disse ontem, em depoimento ao Ministério Público Estadual, que foi ameaçada de morte em sua cela na Penitenciária Feminina de Ribeirão Preto, onde está desde 3 de setembro.
O depoimento, de 10 horas, faz parte de inquérito civil aberto no início deste mês pela Promotoria para apurar a violação de direitos contra Suzane e mais 19 presas --como agressões verbais, além de restrições a banhos de sol, visitas, trabalho e recreação.
Segundo o promotor Eliseu José Berardo Gonçalves, as ameaças provavelmente vieram de fora do presídio, mas, por enquanto, não se cogita a transferência de Suzane. Ela está na ala do seguro, no pavilhão superior da penitenciária, onde há quatro celas especiais para presos ameaçados.
Sobre a violação de direitos das presas, o promotor disse que elas "estavam em um verdadeiro regime disciplinar diferenciado", referindo-se ao regime mais rígido do sistema prisional.
Segundo ele, representantes da direção do presídio já foram ouvidos, e concordaram em estender o banho de sol e as visitas de duas para quatro horas. Outras denúncias estão sendo apuradas.
Suzane depôs entre 10h e 20h. Na saída, não falou com a imprensa. O advogado dela, Denivaldo Barni, disse, à tarde, desconhecer que Suzane estava na Promotoria.
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Suzane afirma ter recebido ameaça de morte na prisão
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JORGE SOUFEN JRda Folha Ribeirão
Suzane von Richthofen, 23, condenada a 39 anos e meio de prisão por ter participado da morte dos pais em São Paulo, disse ontem, em depoimento ao Ministério Público Estadual, que foi ameaçada de morte em sua cela na Penitenciária Feminina de Ribeirão Preto, onde está desde 3 de setembro.
O depoimento, de 10 horas, faz parte de inquérito civil aberto no início deste mês pela Promotoria para apurar a violação de direitos contra Suzane e mais 19 presas --como agressões verbais, além de restrições a banhos de sol, visitas, trabalho e recreação.
Segundo o promotor Eliseu José Berardo Gonçalves, as ameaças provavelmente vieram de fora do presídio, mas, por enquanto, não se cogita a transferência de Suzane. Ela está na ala do seguro, no pavilhão superior da penitenciária, onde há quatro celas especiais para presos ameaçados.
Sobre a violação de direitos das presas, o promotor disse que elas "estavam em um verdadeiro regime disciplinar diferenciado", referindo-se ao regime mais rígido do sistema prisional.
Segundo ele, representantes da direção do presídio já foram ouvidos, e concordaram em estender o banho de sol e as visitas de duas para quatro horas. Outras denúncias estão sendo apuradas.
Suzane depôs entre 10h e 20h. Na saída, não falou com a imprensa. O advogado dela, Denivaldo Barni, disse, à tarde, desconhecer que Suzane estava na Promotoria.
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