17/01/2007
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09h00
Enquanto familiares aguardavam notícias e bombeiros trabalhavam para encontrar vítimas na cratera, três promotoras da Red Bull começaram a distribuir latas do energético no local do acidente, no começo da tarde de ontem.
Utilizando mochila com formato da lata de Red Bull nas costas, o trio conseguiu inclusive ultrapassar o isolamento --que separa curiosos e jornalistas da área próxima ao buraco-- e entregar a bebida para policiais militares e funcionários da TransCooper.
As promotoras, que dizem trabalhar com "marketing educacional" da empresa, ficaram na área isolada por cerca de cinco minutos. Para entrar, pediram autorização a representantes da TransCooper.
Também distribuíram latas para familiares das vítimas. "Não é promocional, é só para dar uma energia para o pessoal daqui", disse a promotora Fernanda Souza, 22. Maitê Camargo, 20, disse que a intenção era "dar um gás para a galera que está trabalhando".
Questionada se era uma ocasião adequada, ela afirmou que "é o momento certo porque eles estão exaustos". A promotora Fernanda Bruno, 23, disse que "é uma situação delicada, mas a gente quer ajudar".
O setor de comunicação da Red Bull disse que não fez "divulgação nem promoção do produto" no local do desastre. Segundo a empresa, as funcionárias são orientadas a abordar pessoas "em situação de cansaço físico e mental, como médico em plantão, caminhoneiro e bombeiro".
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Empresa aproveita cratera para promover bebida energética
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da Folha de S.PauloEnquanto familiares aguardavam notícias e bombeiros trabalhavam para encontrar vítimas na cratera, três promotoras da Red Bull começaram a distribuir latas do energético no local do acidente, no começo da tarde de ontem.
Utilizando mochila com formato da lata de Red Bull nas costas, o trio conseguiu inclusive ultrapassar o isolamento --que separa curiosos e jornalistas da área próxima ao buraco-- e entregar a bebida para policiais militares e funcionários da TransCooper.
As promotoras, que dizem trabalhar com "marketing educacional" da empresa, ficaram na área isolada por cerca de cinco minutos. Para entrar, pediram autorização a representantes da TransCooper.
Também distribuíram latas para familiares das vítimas. "Não é promocional, é só para dar uma energia para o pessoal daqui", disse a promotora Fernanda Souza, 22. Maitê Camargo, 20, disse que a intenção era "dar um gás para a galera que está trabalhando".
Questionada se era uma ocasião adequada, ela afirmou que "é o momento certo porque eles estão exaustos". A promotora Fernanda Bruno, 23, disse que "é uma situação delicada, mas a gente quer ajudar".
O setor de comunicação da Red Bull disse que não fez "divulgação nem promoção do produto" no local do desastre. Segundo a empresa, as funcionárias são orientadas a abordar pessoas "em situação de cansaço físico e mental, como médico em plantão, caminhoneiro e bombeiro".
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