19/01/2007
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19h00
Um homem de 35 anos foi detido nesta sexta-feira suspeito de fingir ser engenheiro militar para dar entrevistas no entorno do canteiro de obras do metrô que desabou na sexta-feira passada (12), em Pinheiros (zona oeste de São Paulo).
O caso foi descoberto pelo Comando Militar do Sudeste por meio do programa "Fala, Brasil", da Record, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. Os militares acionaram a PM (Polícia Militar), que foi ao local deter o suspeito.
Questionado, ele afirmou que é formado pelo IME (Instituto Militar de Engenharia), embora não tenha licença para atuar como engenheiro profissional; mas não apresentou as credenciais de funcionário público ou do Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia). Ele alegou que os documentos estão em Santa Catarina.
O suposto engenheiro foi encaminhado ao 14º DP (Pinheiros), e o caso foi registrado como simulação da qualidade de funcionário. O suspeito foi liberado depois de assinar um termo no qual se comprometeu a responder judicialmente sobre o caso.
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PM prende suspeito de fingir ser militar para falar sobre desabamento
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da Folha OnlineUm homem de 35 anos foi detido nesta sexta-feira suspeito de fingir ser engenheiro militar para dar entrevistas no entorno do canteiro de obras do metrô que desabou na sexta-feira passada (12), em Pinheiros (zona oeste de São Paulo).
O caso foi descoberto pelo Comando Militar do Sudeste por meio do programa "Fala, Brasil", da Record, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. Os militares acionaram a PM (Polícia Militar), que foi ao local deter o suspeito.
Questionado, ele afirmou que é formado pelo IME (Instituto Militar de Engenharia), embora não tenha licença para atuar como engenheiro profissional; mas não apresentou as credenciais de funcionário público ou do Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia). Ele alegou que os documentos estão em Santa Catarina.
O suposto engenheiro foi encaminhado ao 14º DP (Pinheiros), e o caso foi registrado como simulação da qualidade de funcionário. O suspeito foi liberado depois de assinar um termo no qual se comprometeu a responder judicialmente sobre o caso.
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