28/01/2007
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09h01
da Folha de S.Paulo, em Brasília
Hoje em dia, após apertar o cinto e colocar a cadeira na posição vertical, passageiros de avião podem estar sujeitos a discursos sobre "greve" de controladores aéreos e "riscos de acidente" nas pistas de aeroportos. Vindo não de um vizinho de poltrona, mas do próprio piloto da aeronave.
É o que aconteceu em um vôo da TAM, segundo relatório do Comando da Aeronáutica. Um militar testemunhou e registrou um comunicado do comandante do vôo 8023 para justificar um atraso de cerca de 30 minutos no embarque para o último trecho da rota Buenos Aires-Guarulhos-Brasília.
A fala improvisada, ao que indica o documento, causou mal-estar nos passageiros e uma mulher precisou de atendimento de paramédicos.
Procurada, a assessoria de imprensa da TAM informou que a gravação de voz da cabine foi solicitada para verificar o ocorrido. Afirmou que não é política da empresa permitir a prática improvisos no "speech" do comandante.
Segundo o documento, o comandante disse em três idiomas que o atraso foi causado pela "greve de três meses dos controladores" e da "situação caótica de aeroportos". Depois, disse a passageiros que embarcaram em Guarulhos que havia "risco de acidente" e caos em Cumbica pois a pista de taxiamento estava em obras.
Teria dito ainda que em Congonhas a situação é de insegurança e que deveria ser fechada porque causará um acidente.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre atrasos em vôos
Durante vôo, passageiros ouvem piloto discursar sobre "greves"
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LEILA SUWWANda Folha de S.Paulo, em Brasília
Hoje em dia, após apertar o cinto e colocar a cadeira na posição vertical, passageiros de avião podem estar sujeitos a discursos sobre "greve" de controladores aéreos e "riscos de acidente" nas pistas de aeroportos. Vindo não de um vizinho de poltrona, mas do próprio piloto da aeronave.
É o que aconteceu em um vôo da TAM, segundo relatório do Comando da Aeronáutica. Um militar testemunhou e registrou um comunicado do comandante do vôo 8023 para justificar um atraso de cerca de 30 minutos no embarque para o último trecho da rota Buenos Aires-Guarulhos-Brasília.
A fala improvisada, ao que indica o documento, causou mal-estar nos passageiros e uma mulher precisou de atendimento de paramédicos.
Procurada, a assessoria de imprensa da TAM informou que a gravação de voz da cabine foi solicitada para verificar o ocorrido. Afirmou que não é política da empresa permitir a prática improvisos no "speech" do comandante.
Segundo o documento, o comandante disse em três idiomas que o atraso foi causado pela "greve de três meses dos controladores" e da "situação caótica de aeroportos". Depois, disse a passageiros que embarcaram em Guarulhos que havia "risco de acidente" e caos em Cumbica pois a pista de taxiamento estava em obras.
Teria dito ainda que em Congonhas a situação é de insegurança e que deveria ser fechada porque causará um acidente.
Especial


