07/02/2007
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14h51
Funcionários da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) e policiais militares da tropa de choque revistam nesta quarta-feira as celas da penitenciária 2 de Presidente Venceslau (620 km de São Paulo), onde foi isolada parte do comando do PCC (Primeiro Comando da Capital).
Na terça (6), também durante vistoria, 13 porções de maconha, quatro celulares e chips foram apreendidos na unidade. Alguns presos foram trocados de cela. Dois deles, Gegê do Mangue e Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka, ambos ligados à facção criminosa, se recusaram a deixar suas celas e houve um tumulto. Segundo a SAP, vidros foram quebrados.
Com capacidade para 1.248, a penitenciária abriga 727 atualmente. De acordo com a secretaria, a situação é tranqüila na unidade, nesta quarta.
Ataques
A polícia de São Paulo está em alerta devido aos ataques ocorridos na noite de terça (6) contra três ônibus e um carro da Polícia Militar na zona sul da cidade.
Há suspeita de envolvimento da facção criminosa nos crimes. Antes dos ataques, policiais receberam um alerta de que integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) planejavam ações no Estado. O comando da Polícia Civil repassou um alerta amarelo (significa ficar atento) para todos os distritos e departamentos.
No início da madrugada desta quarta, o secretário estadual da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, tentou minimizar a gravidade dos atentados. "Não há nenhuma razão para qualquer tipo de alarme", afirmou o secretário. "Não dêem aos episódios dimensão maior do que efetivamente têm", disse.
Com Folha de S.Paulo
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Após tumulto, penitenciária de Presidente Venceslau passa por nova vistoria
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da Folha OnlineFuncionários da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) e policiais militares da tropa de choque revistam nesta quarta-feira as celas da penitenciária 2 de Presidente Venceslau (620 km de São Paulo), onde foi isolada parte do comando do PCC (Primeiro Comando da Capital).
Na terça (6), também durante vistoria, 13 porções de maconha, quatro celulares e chips foram apreendidos na unidade. Alguns presos foram trocados de cela. Dois deles, Gegê do Mangue e Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka, ambos ligados à facção criminosa, se recusaram a deixar suas celas e houve um tumulto. Segundo a SAP, vidros foram quebrados.
Com capacidade para 1.248, a penitenciária abriga 727 atualmente. De acordo com a secretaria, a situação é tranqüila na unidade, nesta quarta.
Ataques
A polícia de São Paulo está em alerta devido aos ataques ocorridos na noite de terça (6) contra três ônibus e um carro da Polícia Militar na zona sul da cidade.
Há suspeita de envolvimento da facção criminosa nos crimes. Antes dos ataques, policiais receberam um alerta de que integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) planejavam ações no Estado. O comando da Polícia Civil repassou um alerta amarelo (significa ficar atento) para todos os distritos e departamentos.
No início da madrugada desta quarta, o secretário estadual da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, tentou minimizar a gravidade dos atentados. "Não há nenhuma razão para qualquer tipo de alarme", afirmou o secretário. "Não dêem aos episódios dimensão maior do que efetivamente têm", disse.
Com Folha de S.Paulo
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