23/02/2007
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16h38
A Associação da Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) realizará nesta sexta-feira uma manifestação na rua Vieira de Carvalho (região central), reduto homossexual mais tradicional de São Paulo.
A manifestação está prevista para as 20h e dá início ao movimento "Basta! Chega de violência e omissão", em protesto às ocorrências contra vítimas homossexuais. No mais recente caso, o professor universitário Alessandro Araújo, 39, foi espancado, na madrugada do último dia 10.
Ele foi atacado na esquina da alameda Jaú com a rua da Consolação, nos Jardins (bairro nobre da região oeste) e perdeu cinco dentes, além de sofrer ferimentos nas costelas e pontos na boca e nariz.
Outro ataque ocorreu na praça da República, no dia 31 de dezembro. Um grupo similar ao que atacou o professor --homens vestidos de preto-- espancaram outra vítima, que teve um dos rins esmagado.
A previsão dos organizadores da manifestação é de que os freqüentadores do local estejam no protesto, além de outras associações, ONGs (organizações não-governamentais) e vítimas de casos de agressão.
O objetivo do protesto é incentivar a população GLBT a denunciar ataques e crimes homofóbicos. Durante a manifestação serão divulgados telefones e endereços de onde e como registrar os casos de agressão.
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da Folha OnlineA Associação da Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) realizará nesta sexta-feira uma manifestação na rua Vieira de Carvalho (região central), reduto homossexual mais tradicional de São Paulo.
A manifestação está prevista para as 20h e dá início ao movimento "Basta! Chega de violência e omissão", em protesto às ocorrências contra vítimas homossexuais. No mais recente caso, o professor universitário Alessandro Araújo, 39, foi espancado, na madrugada do último dia 10.
Ele foi atacado na esquina da alameda Jaú com a rua da Consolação, nos Jardins (bairro nobre da região oeste) e perdeu cinco dentes, além de sofrer ferimentos nas costelas e pontos na boca e nariz.
Outro ataque ocorreu na praça da República, no dia 31 de dezembro. Um grupo similar ao que atacou o professor --homens vestidos de preto-- espancaram outra vítima, que teve um dos rins esmagado.
A previsão dos organizadores da manifestação é de que os freqüentadores do local estejam no protesto, além de outras associações, ONGs (organizações não-governamentais) e vítimas de casos de agressão.
O objetivo do protesto é incentivar a população GLBT a denunciar ataques e crimes homofóbicos. Durante a manifestação serão divulgados telefones e endereços de onde e como registrar os casos de agressão.
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