02/03/2007
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17h16
Raimundo José Jesus dos Santos, 39, baleado durante o tiroteio ocorrido na última quarta-feira (28) em Moema --bairro nobre da zona sul de São Paulo--, teve parte da perna esquerda amputada, segundo boletim médico do hospital Iguatemi divulgado nesta sexta-feira.
Santos estava em um ônibus quando o tiroteio começou, após um assalto a uma agência do banco Itaú na avenida Ibirapuera. A garota Priscila Aprígio da Silva, 13, também foi baleada e não poderá andar por ao menos dois anos. Maria Erenildes, 38, que também estava no ônibus, e o advogado Fábio Ferreira do Nascimento, 28, também foram baleados. Um suspeito do crime ficou ferido.
O boletim do hospital diz que Santos foi atingido por uma arma de "grosso calibre", causando "lacerações na panturrilha com importante perda de tecido mole, fratura de fíbula e lesão vascular de artérias e veias".
Santos passou por uma cirurgia na qual os médicos fizeram um enxerto com parte da veia safena da outra perna, mas mesmo assim a equipe do hospital teve que amputar a perna dele, abaixo do joelho.
A família dele autorizou a divulgação do boletim, mas não quis falar com a imprensa.
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da Folha OnlineRaimundo José Jesus dos Santos, 39, baleado durante o tiroteio ocorrido na última quarta-feira (28) em Moema --bairro nobre da zona sul de São Paulo--, teve parte da perna esquerda amputada, segundo boletim médico do hospital Iguatemi divulgado nesta sexta-feira.
Santos estava em um ônibus quando o tiroteio começou, após um assalto a uma agência do banco Itaú na avenida Ibirapuera. A garota Priscila Aprígio da Silva, 13, também foi baleada e não poderá andar por ao menos dois anos. Maria Erenildes, 38, que também estava no ônibus, e o advogado Fábio Ferreira do Nascimento, 28, também foram baleados. Um suspeito do crime ficou ferido.
O boletim do hospital diz que Santos foi atingido por uma arma de "grosso calibre", causando "lacerações na panturrilha com importante perda de tecido mole, fratura de fíbula e lesão vascular de artérias e veias".
Santos passou por uma cirurgia na qual os médicos fizeram um enxerto com parte da veia safena da outra perna, mas mesmo assim a equipe do hospital teve que amputar a perna dele, abaixo do joelho.
A família dele autorizou a divulgação do boletim, mas não quis falar com a imprensa.
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