30/03/2007
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21h59
da Folha de S.Paulo, em Brasília
da Folha Online
As empresas aéreas começaram a procurar hotéis e motéis para hospedar os passageiros em conexão retidos no aeroporto de Brasília, cujos vôos foram cancelados por conta da greve dos controladores de tráfego aéreo, iniciada nesta sexta-feira.
Os controladores de tráfego aéreo do Cindacta-1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo), de Brasília, disseram que a paralisação continuará mesmo se houver prisões.
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) foi designado para negociar em nome do governo com os controladores. A ordem do presidente Lula é buscar essa negociação "sem quebra de hierarquia", conforme expressão dele próprio.
Os controladores dizem que não querem negociar com autoridades da Aeronáutica ou do Ministério da Defesa e só aceitam conversar com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Os amotinados se recusam a deixar a sala de controle do radar, que controla mais de 70% do movimento aéreo nacional. Cerca de 200 profissionais estão de braços cruzados na sala.
As companhias aéreas começaram a orientar os passageiros a adiar a viagem. A TAM, por exemplo, afirma que isentará os clientes das taxas de remarcação dos vôos previstos para esta noite. O passageiro deve entrar em contato com call center da empresa ou procurar as próprias lojas da TAM.
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FELIPE SELIGMANda Folha de S.Paulo, em Brasília
da Folha Online
As empresas aéreas começaram a procurar hotéis e motéis para hospedar os passageiros em conexão retidos no aeroporto de Brasília, cujos vôos foram cancelados por conta da greve dos controladores de tráfego aéreo, iniciada nesta sexta-feira.
Os controladores de tráfego aéreo do Cindacta-1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo), de Brasília, disseram que a paralisação continuará mesmo se houver prisões.
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) foi designado para negociar em nome do governo com os controladores. A ordem do presidente Lula é buscar essa negociação "sem quebra de hierarquia", conforme expressão dele próprio.
Os controladores dizem que não querem negociar com autoridades da Aeronáutica ou do Ministério da Defesa e só aceitam conversar com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Os amotinados se recusam a deixar a sala de controle do radar, que controla mais de 70% do movimento aéreo nacional. Cerca de 200 profissionais estão de braços cruzados na sala.
As companhias aéreas começaram a orientar os passageiros a adiar a viagem. A TAM, por exemplo, afirma que isentará os clientes das taxas de remarcação dos vôos previstos para esta noite. O passageiro deve entrar em contato com call center da empresa ou procurar as próprias lojas da TAM.
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